Os 10 piores filmes lançados no Brasil em 2009

Por André Azenha (03/01/2010) // Comente

Ainda que 2009 tenha nos presenteado com ótimos filmes lançados nos cinemas brasileiros, outros tantos simplesmente passaram em branco, ou até renderam boas bilheterias, mas graças principalmente ao marketing, a nomes de sucesso envolvidos no projeto ou ao sucesso de seus longas-metragens originais (no caso de franquias). Alguns foram execrados pela crítica, outros, de tão simplórios, nem isso conseguiram.

A seguir você confere dez filmes lançados nos cinemas do Brasil no ano passado que decepcionaram (ou porque esperávamos muito deles, ou porque são ruins de doer mesmo). Caso tenham sido conferidos, eles não merecem uma segunda chance no aluguel em DVD ou blu-ray.

Ah sim, não publicamos nem aqueles lançados diretamente em home vídeo, porque aí faríamos uma lista muito, mas muito maior.

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Xuxa e o Fantástico Mistério da Feiurinha (Idem, Brasil 2009)

A falta de vontade para sequer citar o filme aqui era grande, mas seria falta de consideração com o leitor do site, que precisa saber o que é bom ou ruim no cinema. Neste filme, Xuxa assume de vez sua persona megalomaníaca e egocêntrica. Só isso para explicar como ela coloca a própria filha (sem experiência alguma em cinema, talento ou qualquer luz que a faça diferente de outras milhões de crianças) como protagonista de um filme.

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The Spirit – O Filme (Idem, EUA, 2009)

Frank Miller enganou muita gente com “Sin City”, que virou cult por ser fiel aos quadrinhos, ter elenco descolado e a co-direção do veterano Robert Rodriguez. Em “The Spirit” o autor de HQs que revolveu dar uma de cineasta cometeu um filme desastroso, de roteiro pífio, atuações ridículas e que alcançou o feito de dar sono mesmo com várias atrizes gostosas no elenco. Só um milagre pra tirar a carreira como diretor de Miller do buraco.

Leia a crítica completa (Por Ricardo Prado)

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Heróis (Push, EUA, 2009)

Um arremedo de ideias surrupiadas dos quadrinhos e da série de TV “Heroes”, que desperdiçou dois atores carismáticos (o “Tocha Humana” Chris Evans e Dakota Fanning) numa trama nem um pouco original, mal dirigida e com roteiro tosco.

Leia a crítica completa (Por André Azenha

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O Dia em que a Terra Parou
(The Day The Earth Stood Still, EUA, 2008)

Execrado pela crítica especializada, este remake é outra heresia cometida pela ambição de alguns produtores sem a mínima noção de qualquer coisa. O original é um clássico, obra-prima da sétima arte, mas este aqui sucumbe pelo roteiro ridículo e sorumbático Keanu Reeves como protagonista. Mais alguns milhões de dólares jogados no lixo.

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Transformers 2 – A Vingança dos Derrotados
(Transformers: Revenge of the Fallen, EUA, 2009)

Esse atraiu um grande público às salas de projeção, mas muito mais em virtude do sucesso do longa anterior, que até era divertidinho, do que propriamente por possíveis qualidades próprias. Elogiar os efeitos especiais seria o mesmo que falar bem de um médico que receitou o remédio certo ao paciente. Não fizeram mais que a obrigação, já que o filme foi um dos mais caros da história. Mas a trama em si é irregular, as atuações simplórias. Só valeu mesmo pelo corpo da Megan Fox, exposto como objeto de desejo ao máximo. Mas para admirar os atributos físicos da atriz, é mais fácil procurar imagens dela no Google.

Leia a crítica completa (Por André Azenha)

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Fama
(Fame, EUA, 2009)
Outro remake desnecessário (dessa vez do musical “Fame”), com elenco inexpressivo, um pouco de “High School Musical” e nada empolgante. O pior musical dos últimos tempos.

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A Órfã
(Orphan, EUA,2009)

O filme até vai bem… Mas quem não ficou com vontade de socar os autores do longa em virtude do desfecho da trama?

Leia a crítica completa (Por Jean Garnier

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W (Idem, EUA, 2008)

Oliver Stone teve a grande chance de fazer justiça e dissecar os podres do pior presidente norte-americano da história, mas parece ter fraquejado na hora do “vamos ver” e cometeu aquele que pode ser considerado um de seus piores filmes. Tanto que o longa pouco repercutiu na mídia e passou praticamente despercebido pelo público. O fato é evidenciado também pela carreira do cineasta, marcada por filmes provocantes.

Leia a crítica completa (Por André Azenha

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2012 (Idem, EUA, 2009)

Esse não é nem o caso de ser um filme exatamente ruim, mas como disse Rubens Ewald Filho em seu blog no portal R7, como vamos lidar com um longa-metragem “que trata a gente como débil mental?”

Leia a crítica completa (Por Eduardo Abrantes)

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Quarentena (Quarentine, EUA, 2008)
O norte-americano ter preguiça de ler as legendas de filmes estrangeiros… A gente… com bastante boa vontade, até entende… Mas então que lancem essas refilmagens idênticas aos filmes originais (mudando apenas o idioma) somente nos EUA, e poupem os outros países, já que o intervalo do lançamento nos cinemas de um longa-metragem bacana e depois seu remake está cada vez mais curto. Fita desnecessária. Na dúvida, vá à locadora e pegue o original e superior “[REC]”.

Leia a crítica completa (Por André Azenha)

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