Harry Potter e o Enigma do Príncipe
Por Ricardo Prado (19/11/2009) // 1 comentário
Harry Potter e o Enigma do Príncipe (Harry Potter and the Half-Blood Prince, Inglaterra / EUA, 2009). Direção: David Yates. Roteiro: Steve Kloves (roteiro), J. K. Rowling (livro). Elenco: Daniel Radcliffe, Rupert Grint, Emma Watson, Julie Walters, Helena Bonham Carter, Alan Rickman, Bonnie Wright, Jessie Cave, Tom Felton, Jim Broadbent, Maggie Smith, Michael Gambon, Evanna Lynch. Aventura / Fantasia. 153 min. (Cor).
9,0
A série “Harry Potter” é uma das que mais tem qualidade do cinema recente. É verdade que os fãs adoram criticar, dizendo que faltou este ou aquele pedaço do livro, mas os filmes, como cinema, são competentes e cumprem o seu papel. “Harry Potter e o Enigma do Príncipe” desafia os parâmetros a conseguir ser ainda superior aos anteriores, que já eram bons. É, talvez, a única série do cinema em que a qualidade vai aumentando a cada lançamento, o inverso do normal.
A cena inicial é ótima. Pela primeira vez, vemos o real impacto dos seguidores de Voldemort no mundo dos trouxas, quando um grupo de Comensais da Morte entorta uma ponte, fazendo diversas vítimas. É a primeira vez na série em que nenhum dos personagens principais aparece na cena inicial. O desenvolvimento do enredo também é um pouco diferente, alternando entre as suspeitas de Harry sobre Draco, que parece estar trabalhando para o Lorde das Trevas, e romances adolescentes, mantidos em hibernação na série há tanto tempo.
Desde “Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban”, dirigido por Alfonso Cuarón, que não vemos uma fotografia tão boa. Os efeitos especiais também estão melhores do que nunca, o que faz de “Harry Potter e o Enigma do Príncipe” um espetáculo visual, mas com conteúdo.
Mas é o elenco que realmente fez de “Harry Potter e o Enigma do Príncipe” algo além do que se esperava. O filme é de Alan Rickman, que desde o primeiro filme dá um show como o ambíguo professor Snape e, aqui, usa sua ambiguidade ao seu favor. Há, também, um saudável retorno de Helena Bonham Carter, que se encontrou no papel de Bellatrix. Outro ponto forte é Jim Broadbent, em um retrato perfeito de Horace Slughorn, professor cujo posicionamento na história só se revela mais para o final. E Tom Felton, o Draco, recebe bem mais destaque do que nos filmes anteriores, e domina bem momentos eletrizantes de seu personagem.
Depois de uma passagem brilhante pelo cinema, a série só deixa o espectador com boas expectativas para o final, que será dividido em dois filmes. “Harry Potter e o Enigma do Príncipe” faz bem isso, um preparo. É provável que, ao final, deixe o espectador querendo mais. Mesmo tendo mais de duas horas de duração. É o resultado de um produto que reúne um bom material original e atenção delicada na adaptação.

prsso do meu coração que fale para emma ,que ela e pra mim a atora prinsipal do mundo
e pesso que ela me lique,eu não quero altografo,mas sim que ela apenas deixe eu escutar a s suas lindas palavras,meu fone81216188{14} , por favor e meu sonho…