A Órfã

Por Jean Garnier (05/09/2009) // 1 comentário

a-orfaA Órfã (Orphan, EUA,2009). Direção: Jaume Collet-Serra. Roteiro: David Johnson, Alex Mace. Elenco: Vera Farmiga, Peter Sarsgaard, CCH Pounder, Jimmy Bennett, Margo Martindale, Aryana Engineer. Suspense. 123 min. (Cor).

Um casal em crise, principalmente depois da perda de um filho que foi abortado, formado por John Coleman e sua esposa Kate, decide visitar um orfanato para adotar uma criança.

No caso, Esther, de 9 anos, brilhante e com gostos pouco habituais para sua faixa etária. A menina usa roupas como se tivesse saído de um quadro de Renoir, faz extraordinárias pinturas e sabe magistralmente tocar piano. Qualidades que deixam todos encantados por ela.

Mas o que poderia ser uma agradável convivência começa a virar um tormento. Os outros filhos, Daniel (garoto mimado) e Max (surda muda que se comunica por sinais), começam a estranhar a nova irmã após alguns acontecimentos.

A mãe Kate, professora de música e ex alcoólatra que tenta fugir do fantasma do vício, também começa a ter dúvidas em relação à Esther. O único farorável à nova pessoa família é o pai, John, arquiteto que pouco faz no filme, além de achar que toda a sua família está realmente ficando paranóica e suspeitar que sua mulher voltou a beber.

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Com direção do espanhol Jaume Collet-Serra (“Goal 2”), outro espanhol que deixou o país para fazer fitas de suspense, tal qual Jaume Balagueró (“A Sétima Vítima”), Juan Antonio Bayona (“O Orfanato“) e Juan Carlos Fresnadillo (“Extermínio 2″),  “A Órfã” não empolga muito, e apesar de todos os artifícios do roteiro que visam criar um clima de suspense e dúvida, tudo se encaminha para o final mais ou menos esperado, erro fatal para qualquer produção do gênero.

Fazendo uma rápida comparação, “A Órfã”, mais uma fita que tem uma criança que parece boazinha e vai se revelando o capeta em pessoa (ecos de “A Profecia”?) é o que “A Mão que Balança o Berço” foi na década passada, centrando os pontos fortes nas interpretações convincentes, tanto o da protagonista feita por Isabelle Fuhrman, cuja personificação de uma psicopata travestida de anjo é realmente um tanto surpreendente, e de Vera Farmiga, como a mãe em recuperação, tanto de saúde como de estima.

6,0

Lançamento em DVD e blu-ray.

Configurações do DVD e Blu-ray: Menu interativo; Seleção de cenas; Seleção de áudio e legenda; Cenas Deletadas; Finais Alternativos; Formato de Tela: Widescreen 16:9; Áud: Inglês, Espanhol e Português (Dolby Digital 5.1); Legendas: Inglês, Espanhol e Português.

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1 Comentário
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  1. eu tenho 10 anos mas este filme é um terror bem legal.!!!!

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