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	<title>CineZen &#187; Música</title>
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	<description>Críticas, Notícias, Vídeos e muito mais</description>
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		<title>Chico Marques alto e claro!</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 17:59:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Azenha, editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Outros destaques]]></category>
		<category><![CDATA[ALTOeCLARO]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Enseada FM]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Litoral]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentarista de música narra sua trajetória e comente meio musical santista]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fotos: <strong>Leandro Amaral</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-33575" title="Chico Marques by Leandro Amaral 04" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/09/Chico-Marques-by-Leandro-Amaral-04.jpg" alt="" width="599" height="399" /><br />
Francisco Antonio Marques Neto, 51 anos. A lembrança é fresca: os programas Rock Classics e Blues Power na antiga rádio rock Enseada FM, nos anos 90, contribuíram na formação do meu gosto musical. Hoje, Chico Marques assina a vídeo coluna ALTOeCLARO – título tirado do seu <a href="http://altoeclaro.blogspot.com/">blog</a> pessoal &#8211; na Jornal da Orla TV, leciona Literatura Brasileira, Inglesa e Norte-Americana na Universidade Metropolitana (Unimes), e trabalha na Prefeitura de Santos.</p>
<p>Veterano atuante do jornalismo musical santista, se considera um comentarista do gênero, e não crítico. “Eu não sou, nem nunca fui, crítico musical. Com críticos musicais o buraco é bem mais embaixo. O crítico musical precisa ter um embasamento intelectual superior e uma postura que o situe entre o jornalismo e o academicismo, mas sem assumir nenhum dos dois lados. Se não tiver, não é crítico musical. Até por isso, eu só acredito em crítica musical de música erudita e de jazz. Críticos autoproclamados de música popular normalmente são folcloristas modorrentos e comunistas de carteirinha, como o Zé Ramos Tinhorão, que acabam colocando ideologia onde ela não cabe e misturando Ética com Estética”, dispara.</p>
<p>E Chico é assim. Inteligente, tem conhecimento de causa, experiência, conhece profundamente a área em que atua. Mas não fala apenas sobre bandas e álbuns clássicos. Também acompanha as novidades da indústria. Como? “Downloads”, diz. Sem papas na língua, ele falou com exclusividade ao <em>CineZen</em> sobre suas influências, o início no zine GIRO, então editado pelo amigo e músico Zéllus Machado, gostos, a passagem pela rádio Litoral, opiniões sobre o meio musical de Santos e região, os poucos locais que ainda disponibilizam espaços para bandas autorais e ainda contou como retomou o excelente blog <a href="http://altoeclaro.blogspot.com/">ALTOeCLARO</a>, fundamental para quem aprecia boa música. Ah, também perguntamos suas preferências cinematográficas. Abaixo, o bate-papo completo:</p>
<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-33579" title="Chico Marques by Leandro Amaral 01" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/09/Chico-Marques-by-Leandro-Amaral-011-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Como surgiu seu interesse pela música?<br />
</strong>Muito cedo, comprando compactos dos artistas da Jovem Guarda nos anos 60 e também dos Rolling Stones, Creedence Clearwater Revival, Johnny Rivers, Elvis Presley, por aí. Lembro bem que o primeiro LP que comprei era do Erasmo Carlos, de 1968, que trazia as canções “O Caderninho” e “Caramelo”. Já os meus primeiros LPs de rock anglo-americano foram o genial “Let It Bleed” dos Rolling Stones e “Hey Jude”, uma antologia bem simpática dos Beatles, ambos adquiridos quando tinha 10 anos de idade numa loja no Super Centro Boqueirão de fazia frente com a Oswaldo Cruz e que não existe mais há 40 anos &#8212; nem lembro mais o nome dela.</p>
<p><strong>Qual foi sua formação musical? Ouvia mais rock, algum outro gênero?</strong><br />
Sim, ouvia rock o dia inteiro. Em 1972 fui morar num prédio ao lado do Tremendão Discos, na Avenida Ana Costa. Foi a minha perdição. Não saía da loja do início da tarde até a hora de fechar, ouvia tudo o que chegava às prateleiras, conversava com a maioria dos clientes da loja – todos bem mais velhos e experimentados musicalmente do que eu –, lia tudo o que era publicado sobre o assunto, tanto em português quando nas revistas inglesas e americanas que chegavam nas bancas – Circus, Rolling Stone, Melody Maker, New Musical Express, Musician &#8212; e, de certa forma, me formei musicalmente ali. Passava tanto tempo dento da loja que o Hilário (proprietário) e o Lourenço (gerente) me chamavam de “fiscal”. O apelido não podia ser mais adequado. Eu devia ser um chato. Mas era um bom cliente. Tinha conta na loja, e pagava religiosamente assim que recebia minha mesada todo final de mês.</p>
<p><strong>Conte um resumo de sua trajetória profissional. Quando começou a escrever sobre música e apresentar programas?<br />
</strong>Comecei a escrever sobre música em 1975, num fanzine chamado GIRO, que era editado por meu amigo de infância Zéllus Machado &#8212; hoje o artista mais versátil e inclassificável da nossa cena artística local &#8211;, e nunca mais parei. Uns dois anos atrás, encontrei alguns desses fanzines numa caixa de velharias, liguei para o Zéllus e contei da minha descoberta arqueológica. Ele me pediu para rever os exemplares, pois os dele se perderam em alguma mudança atrapalhada em algum fim de casamento. Quando Zéllus pegou os exemplares em mãos, ele mal conseguia conter a emoção. Não tive dúvidas: dei os últimos exemplares do GIRO de presente para ele. Afinal, ele era o editor. Já rádio eu comecei a fazer informalmente em Brasília, no anos 80, na Alvorada FM, ao lado de meus amigos Joaquim Jardim – filho do poeta e criador do Caderno B do Jornal do Brasil, Jerônimo Jardim, falecido recentemente &#8212; e do crítico de música curitibano Paulo Pestana, que na época era do Correio Braziliense. Agora, fiz rádio profissionalmente mesmo só quando voltei a Santos, depois de trabalhar alguns anos como redator publicitário em São Paulo. O convite veio do meu amigo Sérgio Henrique Cuoghi, que estava se desligando da 95FM e montando a Enseada FM e, mais adiante, a TV Mar. Participei ativamente das duas emissoras por mais de 10 anos e tive o prazer de estar presente quando a TV Mar fez sua primeira transmissão ao vivo. Conversando um dia desses sobre isso com Flávio Righi, irmão do Sérgio, e vendo o quanto aquela lembrança era importante para ele também, fiquei feliz de ter estado lá naquele momento. Todos os que estavam lá, de alguma maneira, foram envolvidos numa espécie de comunhão, e compartilham um mesmo sentimento. Aquilo era mais que um emprego. Era uma experiência. Broadcasting é um negócio muito louco. Não é à toa que, muitas vezes, as propostas mais legais acabem dando errado comercialmente &#8212; como aconteceu com a TV MAR, que infelizmente teve que ser vendida para a Rede Record, da qual era afiliada. Mas foi um prazer ter passado esses mais de 10 anos por lá convivendo com tantos profissionais bacanas.</p>
<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-33580" title="Chico Marques by Leandro Amaral 02" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/09/Chico-Marques-by-Leandro-Amaral-02-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Muitas rádios, especialmente de rock, acabaram. Na sua opinião, o que uma emissora precisa ter/fazer hoje em dia? Qual a função do rádio no Século 21?<br />
</strong>As rádios segmentadas com sinal no ar estão todas morrendo pouco a pouco por quê o custo operacional delas é  muito alto e o faturamento pouco expressivo. Mas isso não significa que o futuro da TV e das rádios segmentadas seja a transmissão via web. É inegável que, na Internet, qualquer manifestação pouco interativa está sempre fadada ao fracasso. Não é à toa que os formatos clássicos de rádio e TV nunca deram certo por lá. Para mim, nem a TV e nem a rádio como nós conhecemos terão um papel importante no Século 21. São apenas formatos “vintage” que tendem a sobreviver com vocações cada vez mais específicas e cada vez menos rentáveis. O futuro é qualquer outra coisa&#8230;</p>
<p><strong>Para escrever sobre alguma arte, é preciso conhecer a parte técnica? Por exemplo, um crítico musical precisa saber tocar algum instrumento? O que um bom crítico cultural precisa ter?<br />
</strong>Um bom comentarista musical precisa ter uma vivência artística ampla e algum embasamento intelectual. Nada muito além disso. Assim como um produtor musical não precisa saber tocar nenhum instrumento, um comentarista musical também não precisa. Quem prega essa conversinha mole de “quem entende, toca” é quase sempre algum artista ruim operando na defensiva. Agora, é sempre bom para o comentarista musical conhecer um pouco do processo técnico que envolve uma sessão de gravação, para poder entender o porquê do som do disco ser assim ou assado. Mas, veja bem, estou falando de comentaristas musicais, categoria na qual me incluo. Eu não sou, nem nunca fui, crítico musical. Com críticos musicais o buraco é bem mais embaixo. O crítico musical precisa ter um embasamento intelectual superior e uma postura que o situe entre o jornalismo e o academicismo, mas sem assumir nenhum dos dois lados. Se não tiver, não é crítico musical. Até por isso, eu só acredito em crítica musical de música erudita e de jazz. Críticos autoproclamados de música popular normalmente são folcloristas modorrentos e comunistas de carteirinha, como o Zé Ramos Tinhorão, que acabam colocando ideologia onde ela não cabe e misturando Ética com Estética. É gente que está sempre a serviço de outras causas que não tem nada a ver com música, e que, no fundo, querem mesmo é fazer carreira na política. Aqui em Santos tem gente assim. Aguardem a próxima eleição para vereador, que vocês vão ver.</p>
<p><strong>Você toca algum instrumento musical?<br />
</strong>Piano. Muito mal.</p>
<p><strong>Santos sempre teve boas bandas. Como você enxerga o cenário musical santista atualmente?</strong><br />
Escuto alguns músicos reclamarem que não há espaços para shows como antigamente. Excluindo as programações do SESC a da SECULT, não há em Santos quase nenhum espaço para artistas locais com trabalhos autorais. As únicas exceções são o Studio Rock, o Bikkini Barista e o Almanaque. O Studio Rock tem um acordo operacional com a Kiss FM e, por conta disso, consegue trazer uma programação musical autoral bem bacana. O Bikkini Barista é uma casa muito simpática lá no Centro que traz artistas com um repertório autoral mais pop num palco bem intimista. Já o Almanaque tem boas intenções, mas problemas técnicos terríveis: o som é tão ruim e a estrutura tão precária que chega a ser desanimador encarar um show por lá – mas mesmo assim, tem artistas bacanas se apresentando toda semana, como Danilo Nunes e o Carrossel de Baco, Olavo Dáda e o próprio Zéllus Machado, de quem falei há pouco. Infelizmente, na imensa maioria dos lugares, a maioria do público só quer saber mesmo daquele repertoriozinho óbvio das FMs de 10, 15, 20 anos atrás, e os artistas da noite acabam optando por dar ao público o que eles querem, até porque isso garante seus empregos. É lamentável que uma cidade com tantas universidades como Santos tenha um público jovem tão brocha e tão desantenado artisticamente. É lamentável também que a maioria dos empresários da noite faça opções artísticas tão conservadoras. Veja o caso do Torto e do Net Bar, que eram ousados em suas programações até 10, 15 anos atrás, e hoje oferecem apenas um trivial musical variado bem pouco expressivo &#8212; onde até uma banda de alto gabarito  como o Hombres, composta por veteranos do primeiro time da cena local, tem que trabalhar um repertório duvidoso por orientação da casa. Em Campinas não é assim que a coisa funciona. Que o diga meu amigo Gilvan Gomes, que mora e toca na noite de lá há muitos anos. Em São Carlos também não funciona assim. É uma pena que aqui em Santos a cena musical seja tão jonja. Cara, isso tudo é tão grave que existem na cidade várias bandas veteranas com um trabalho autoral forte e vários discos gravados &#8212; como o Ex-Machina, por exemplo &#8212; que ensaiam religiosamente toda semana para conseguir fazer, se muito, um ou dois shows anuais, quase sempre do próprio bolso. É um puta desperdício de talento.</p>
<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-33581" title="Chico Marques by Leandro Amaral 03" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/09/Chico-Marques-by-Leandro-Amaral-03-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Durante algum tempo você participou de um programa na rádio Litoral. Como foi essa experiência e por que o programa acabou?<br />
</strong>Não foi uma experiência traumática, mas também não foi agradável. As constantes mudanças de orientação artística, as idiossincrasias diárias dos proprietários e os maus tratos aos funcionários eram espetáculos tristes de se ver. Como eu era produtor associado, esse tipo de coisa não me atingia diretamente. Mas, mesmo indiretamente, era um espetáculo muito desagradável e totalmente desnecessário. Para alguém como eu, que se escolou num ambiente de trabalho extremamente saudável e criativo como o da Enseada FM, trabalhar num lugar negativo ao extremo como a Litoral FM foi como passar uma “Estação no Inferno”. Eu felizmente não tinha mais negócios com a emissora quando ela foi arrendada por uma Corporação Evangélica alguns meses atrás, mas fiquei triste pelos funcionários da casa, quase todos muito veteranos, demitidos de uma hora para outra, com pouquíssimas perspectivas de se adequar a outros postos de trabalho. Por outro lado, fiquei feliz. Aquilo ali precisava acabar. Estava ruim demais daquele jeito.</p>
<p><strong>O seu blog ALTOeCLARO ficou muito tempo sem atualizações Por que? E após a retomada, como tem sido a repercussão?<br />
</strong>Primeiro porque eu estava com saudades e foi um prazer resgatá-lo do limbo da blogosfera &#8212; ALTOeCLARO ficou parado nada menos que cinco anos. E segundo porque me veio à cabeça um projeto que pareceu viável a médio e longo prazo, e que, semana após semana, têm-se revelando algo extremamente agradável de fazer nas minhas horas vagas, que atualmente não são muitas. A repercussão é moderada, mas cresce semana a semana. Você é blogueiro e você sabe que isso é trabalho de formiguinha. Não pode desanimar. Tem que seguir sempre em frente para um dia poder colher algum resultado. É o que eu pretendo fazer daqui por diante.</p>
<p><strong>No seu vídeoblog para o Jornal da Orla você costuma falar sobre grandes nomes da música. Costuma acompanhar também novas bandas, novos lançamentos? Tem ideia de quantos álbuns escuta por semana?<br />
</strong>Apesar de muita gente me conhecer por conta do Rock Classics e do Blues Power <strong><em>(Nota do editor: inclusive eu)</em></strong>, que fazia na Enseada FM, eu confesso a você que não tenho muito saco para ficar vasculhando o museu de grandes novidades do rock clássico e do blues-rock. Atualmente, ouço quase tudo o que é lançado lá fora, e me obrigo a escutar pelo menos um disco por dia, não menos que duas vezes seguidas. Escuto com carinho os novos discos dos artistas veteranos, mas gosto mesmo é de pescar artistas e bandas novas das cenas power-pop, alt country e indie – isso além de blues, jazz e de alguns artistas independentes da música brasileira.</p>
<p><strong>Qual o veículo que você utiliza pra escutar música: rádio, CD, internet?<br />
</strong>Downloads.</p>
<p><strong>Tem o costume de baixar músicas?<br />
</strong>Discos inteiros. O tempo todo.</p>
<div id="attachment_33577" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-33577" title="exile" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/09/exile-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /><p class="wp-caption-text">Capa do clássico &quot;Exile On Main Street&quot;, dos Stones</p></div>
<p><strong>Agora suas preferências pessoais. Cite seus cinco discos prediletos:<br />
</strong>Rolling Stones &#8211; “Exile On Main Street”<br />
Marshall Crenshaw – “Downtown”<br />
Neil Young – “Zuma”<br />
Replacements – “Never Tell A Soul”<br />
Graham Parker &amp; Rumour – “Squeezing Out Sparks”</p>
<p><strong>Cinco bandas/artistas favoritos:<br />
</strong>Rolling Stones, David Bowie, Frank Sinatra, Count Basie, Bob Dylan.</p>
<p><strong>Cinco músicas que marcaram sua vida:<br />
</strong>Rolling Stones – “Salt Of The Earth”<br />
Bob Dylan – “Tangled Up In Blue”<br />
Neil Young – “Don´t Let It Bring You Down”<br />
Mamas &amp; Papas – “Got a Feeling”<br />
Grateful Dead – “Ripple”</p>
<p><strong>Costuma acompanhar o cinema também? Quais seus filmes preferidos baseados em vidas de músicos<br />
</strong>Gosto muito de “Round Midnight”, do Bertrand Tavernier, com Dexter Gordon interpretando as biografias de vários músicos de jazz num único personagem fictício. Nessa linha, gosto também de “The Rose”, do Mark Rydell, onde Bette Midler interpreta uma cantora fictícia que poderia perfeitamente ser Janis Joplin. Gosto de cinebiografias como “The Buddy Holly Story”, com Gary Busey fazendo Buddy Holly, e “Great Balls Of Fire” com Dennis Quaid arrebentando como Jerry Lee Lewis. Tem ainda “Johnny e June”, sobre Johnny Cash, e “Ray”, sobre Ray Charles, ambos primorosos. Ah, e gostei muito de ver Kevin Kline fazendo Cole Porter numa cinebiografia à moda de Bob Fosse que foi rodada 10 anos atrás, cujo nome não lembro agora <strong><em>(Nota do editor: “De-Lovely &#8211; Vidas de Amores de Cole Porter”, de 2004, dirigido por Irwin Winkler)</em></strong>.</p>
<p><strong>Projetos para o fim do ano?<br />
</strong>Casar de novo, mudar para um apartamento a um quarteirão da praia, passar uns dias em Paraty, ver Eric Clapton ao vivo outra vez&#8230;</p>
<p><strong>Fique à vontade para deixar um recado para os leitores do site:<br />
</strong>Digam sempre NÃO a esses filisteus mal intencionados que posam de gurus e insistem em empurrar essa mediocracia cultural politicamente correta goela abaixo de vocês. Exijam tudo por inteiro, não pela metade &#8212; já dizia o poeta.</p>
<p>Contato do entrevistado: chicomarques@facebook.com.<br />
Blog: <a href="http://altoeclaro.blogspot.com/" rel="nofollow" target="_blank">http://altoeclaro.blogspot.com/</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Rod Stewart And Faces: The Final Concert with Keith Richards</title>
		<link>http://cinezencultural.com.br/site/2011/08/12/rod-stewart-and-faces-the-final-concert-with-keith-richards/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 14:37:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Mello Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Beatles]]></category>
		<category><![CDATA[Elvis Presley]]></category>
		<category><![CDATA[Rod Stewart And Faces: The Final Concert with Keith Richards]]></category>
		<category><![CDATA[Rolling Stones]]></category>

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		<description><![CDATA[Último show do guitarrista dos Stones com a lendária banda]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cinezencultural.com.br/site/2011/08/12/rod-stewart-and-faces-the-final-concert-with-keith-richards/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>O Faces foi uma banda interessante dos anos 70. Juntou um timaço durante alguns anos. Rod Stewart no vocal, Ronnie Lane no baixo e guitarra, Ron Wood na guitarra, Ian McLagan no piano e Kenney Jones na bateria. Lançaram bons álbuns Como “First Step” de 1970 (com uma capa excelente), mas por volta de 1975 resolveram acabar. Ronnie Lane já havia saído do grupo, Ron Wood estava encaminhado no Rolling Stones e Rod Stewart fazia sucesso na carreira solo.</p>
<p>O DVD “Rod Stewart And Faces: The Final Concert with Keith Richards” resgata o momento de despedida. Lançado lá fora em 2000, desembarca esse ano em terras nacionais por conta da Novodisc Mídia e Ivy Video com um preço acessível e um projeto gráfico bacaninha. O show pega a banda em uma noite boa e como o título já diz tem a presença do guitarrista dos Stones em algumas faixas, apesar de não contar mais com Ronnie Lane (Tetus Yamauchi já havia assumido o baixo).</p>
<p>O áudio e a qualidade das imagens deixam um pouco a desejar, mas podem ser relevados se assim se quiser, pois é só levar em consideração a época em que foi gravado. O DVD também não traz legendas ou opções de som, muito menos bônus especiais. Essa roupagem é realmente fraca e não consegue agregar ao produto novos valores além da música. Mas aí é que reside o detalhe maior da história. A música em questão vale o investimento e acaba bastando sozinha.</p>
<p>O repertório do show traz 12 músicas (e surpreendentemente não tem hits como “Stay With Me” e “Richmond”) e foca no repertório dos integrantes, além de algumas covers ocasionais. Da banda mesmo, apenas “You Can Make Me Dance, Sing or Anything” marca presença em uma versão balançada. O repertório de Rod Stewart comparece com pérolas como “It’s All Over Now”, “Angel”, “You Weart It Welll” e “Maggie May”, essa última cantada em uníssono com a platéia.</p>
<p>A banda bem que tentou fazer uma produção melhor para o evento e investe em um pequeno grupo de cordas (que funciona pouco) e efeitos como uma chuva de papel que acaba rendendo momentos constrangedores para os músicos durante a execução de &#8220;Twistin&#8217; The Night Away&#8221;. Engraçado ver como o conceito de superprodução se transformou no decorrer dos tempos e hoje qualquer banda furreca acrescenta os mais diversos upgrades para ocultar suas fracas canções.</p>
<p>No decorrer do espetáculo apesar do maior nome ser Rod Stewart, quem controla o show é Ron Wood. Solando muito, consertando erros e ditando improvisos, mostra o competente músico que sempre foi. Ao lado de Keith Richards, comparsa de tantos anos vindouros, executa boas faixas como “Sweet Little Rock And Roller”. “Rod Stewart And Faces: The Final Concert with Keith Richards” tem seus deméritos técnicos e de modernidade, mas convence bem os amantes da música.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-32727" title="rodstewartandthefaces" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/08/rodstewartandthefaces.jpg" alt="" width="296" height="396" />Faixas do DVD:</p>
<p>1. It’s All Over Now<br />
2. Take A Look At The Guy<br />
3. Bring It On Home To Me<br />
4. You Send Me<br />
5. Sweet Little Rock And Roller<br />
6. I´d Rather Go Blind<br />
7. Angel<br />
8. I Can Feel Your Fire<br />
9. You Can Make Me Dance, Sing Or Anything<br />
10. Twistin&#8217; The Night Away<br />
11. You Wear It Well<br />
12. Maggie May</p>
<p><em>*Colaboração do <a href="http://www.coisapop.blogspot.com">Coisa Pop</a></em><br />
<strong><br />
ROD STEWART AND FACES: THE FINAL CONCERT WITH KEITH RICHARDS</strong><br />
(Idem, Reino Unido, 1977).<br />
Documentário / Musical.<br />
71 minutos.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Banda Mais Bonita da Cidade: Quando a arte é simples, divertida, emociona e contagia</title>
		<link>http://cinezencultural.com.br/site/2011/05/22/a-banda-mais-bonita-da-cidade/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 May 2011 03:12:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CineZen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[A Banda Mais Bonita da Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Oração]]></category>

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		<description><![CDATA[Grupo de Curitiba virou hit na internet com a música <em>Oração</em>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-29139" title="abandamaisbonitadacidade" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/05/abandamaisbonitadacidade.jpg" alt="" width="696" height="397" /></p>
<p>Seria mais um vídeo bonitinho, recheado de fofura, feito numa reunião de amigos. Seria, se não fosse o boca a boca e a campanha viral na internet que fizeram, desde quarta-feira, 18,  cerca de um milhão de pessoas assistirem ao clipe da música &#8220;Oração&#8221;. Os responsáveis pela proeza formam o grupo A Banda Mais Bonita da Cidade, hit em todas as mídias sociais e que tem gerado elogios vindos de todas as tribos.</p>
<p>São seis minutos filmados em plano-sequência aparentemente despretensiosos. A canção também agradou os ouvidos <em>indies</em> acostumados com I&#8217;m From Barcelona, Belle &amp; Sebastian, Beirut e congêneres. Realmente, a faixa empolga, encanta, alegra, contagia. E é muito bem executada. É exemplo de quando a arte é simples, divertida, emocionante. Confira:</p>
<p><a href="http://cinezencultural.com.br/site/2011/05/22/a-banda-mais-bonita-da-cidade/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>A banda curitibana existe há dois anos e segue a linha de músicas fofas, do bem. É pra lavar a alma. Em entrevista ao <em>Estadão</em>, o guitarrista Rodrigo Lemos, 27, compara o movimento paranaense aos Novos Paulistas, formado por Dudu Tsuda, Tatá Aeroplano, Thiago Pethit, Tiê e Tulipa Ruiz. &#8220;A gente tinha o zelo de fazer o filme, bonitinho e tal. Mas estávamos totalmente descompromissados&#8221;, afirma.</p>
<p>O <em>hype</em> serviu para A Banda Mais Bonita da Cidade preencher sua agenda: tocará no Studio SP, de São Paulo, em 7 de junho, dois dias antes do show no Sesc da Esquina, em Curitiba, o motivo da divulgação dos vídeos.</p>
<div id="attachment_29140" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-29140" title="abandamaisbonitadacidade2" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/05/abandamaisbonitadacidade2-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /><p class="wp-caption-text">Vinícius Nisi e Uyara Torrente </p></div>
<p>O clipe foi rodado sete vezes, após vários ensaios na casa de uma amiga dos músicos, que aparece tocando bandolim.</p>
<p>&#8220;Oração&#8221; é o terceiro dos clipes promocionais; os outros são <a href="http://www.youtube.com/watch?v=kTS64qgHuIo&amp;feature=related">&#8220;Canção Para Não Voltar&#8221;</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Ad0lGLckrYQ&amp;feature=related">&#8220;A Boa Pessoa&#8221;</a>, todas &#8220;composições próprias de amigos&#8221;, como Leo Fressato, compositor de &#8220;Oração&#8221;, que não faz parte da banda.</p>
<p>A banda conta com cinco integrantes: Uyara Torrente, Vinícius Nisi, Rodrigo Lemos, Diego Placa e Luís Bourscheidt. Exceto Uyara, os demais são formados em música ou produção musical pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).</p>
<p>Todos os membros tocam em outras bandas. &#8220;Os shows sempre foram animados, tiveram essa estética do clipe naturalmente, mas nunca fomos uma banda de tocar todo final de semana&#8221;, conclui Rodrigo.</p>
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		<title>Teatro Aberto tem programação variada a partir de hoje</title>
		<link>http://cinezencultural.com.br/site/2011/04/20/teatro-aberto-tem-programacao-variada-a-partir-de-hoje/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 14:52:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CineZen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Junior Brassalotti]]></category>
		<category><![CDATA[O Que Terá Acontecido a Rosemary?]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Aberto]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira as novidades]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25662" class="wp-caption aligncenter" style="width: 606px"><img class="size-full wp-image-25662" title="Rosemary_116_BDF" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/03/Rosemary_116_BDF.jpg" alt="" width="596" height="397" /><p class="wp-caption-text">Cena da peça &quot;O Que Terá Acontecido a Rosemary?&quot; (Foto: Adilson Felix)</p></div>
<p>O Espaço Teatro Aberto, novo reduto cultural de Santos, localizado na Praça dos Andradas, 102 (ao lado do tradicional Theatro Guarany), centro da cidade, terá programação bem diversificada a partir desta quarta-feira.</p>
<p>Hoje tem show da Banda Novos Praianos, de Itanhaém. Nesta quinta, 21, haverá Forró do Moitará. Ambas as apresentações começam às 24h, sempre depois do Quintal Pagu, e custam, cada uma, R$ 8.</p>
<p>Sexta-feira, 22, continua a temporada do ótimo espetáculo “O Que Terá Acontecido a Rosemay?”, às 21h. Os ingressos custam R$ 20 e R$ 10 (meia).</p>
<p>O Teatro Aberto tem capacidade para 100 pessoas. Mais informações no telefone 13 3216-1072.</p>
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		<title>Ouça o álbum póstumo de Michael Jackson na íntegra</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 01:09:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CineZen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Michael]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Jackson]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Jackson's This is It]]></category>

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		<description><![CDATA[Site oficial do astro disponibiliza <em>Michael</em> para audição online]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-21287" title="michaelnovo" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2010/12/michaelnovo.jpg" alt="" width="226" height="227" />Falta uma semana para o lançamento do álbum póstumo de Michael Jackson, intitulado <em>Michael</em> e, para alegria dos mais ansiosos, o site oficial do Rei do Pop disponibiliza todas as faixas para audição online. Entre os destaques está a música &#8220;(I Can’t Make It) Another Day&#8221;, com participação de Lenny Kravitz e Dave Grohl na bateria. Ouça todas as músicas de Michael em um único player, <a href="http://www.michaeljackson.com/br/news/ou%C3%A7-todas-faixas-do-novo-%C3%A1lbum-de-michael-jackson-michael">aqui</a>.</p>
<p>Algumas canções já haviam caído na rede, como &#8220;All I Need&#8221; e &#8220;Blue Gangsta&#8221;, que não entraram no lançamento oficial. Abaixo, o tracklist:</p>
<p>1. &#8220;Hold My Hand (Duet with Akon)&#8221;<br />
2. &#8220;Hollywood Tonight&#8221;<br />
3. &#8220;Keep Your Head Up&#8221;<br />
4. &#8220;(I Like) The Way You Love Me&#8221;<br />
5. &#8220;Monster (Featuring 50 Cent)&#8221;<br />
6. &#8220;Best Of Joy&#8221;<br />
7. &#8220;Breaking News&#8221;<br />
8. &#8220;(I Can’t Make It) Another Day (Featuring Lenny Kravitz)&#8221;<br />
9. &#8220;Behind The Mask&#8221;<br />
10. &#8220;Much Too Soon&#8221;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O sonho renasce em São Paulo</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 03:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Azenha, editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Beatles]]></category>
		<category><![CDATA[Paul McArtney]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>
		<category><![CDATA[shows]]></category>

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		<description><![CDATA[Paul McCartney presenteia público com três horas de música linda, bem feita e algum português]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_20763" class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><img class="size-full wp-image-20763" title="paul-show-620" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2010/11/paul-show-620.jpg" alt="" width="620" height="465" /><p class="wp-caption-text">Paul McCartney abriu o  show com &quot;Magical Mystery Tour&quot; (Foto: Flavio Moraes/G1)</p></div>
<p>Escrever sobre o que foi o show de Paul McCartney segunda-feira, 22 de novembro, no estádio Cícero Pompeu de Toledo, em São Paulo, é chover no molhado – sem qualquer trocadilho com a chuva que pairou sobre a capital paulista no dia. Dizer que a apresentação foi sensacional, que Paul é carismático, uma “lenda viva”, que os músicos são excelentes (e o batera uma figuraça), o repertório magistral, todo mundo sabe.</p>
<p>No auge dos seus 68 anos, Paul destina à sua plateia uma atenção que outros coleguinhas do universo pop não possuem, ou não sabem, ou fingem que não sabem. Vozes do contra, mergulhadas em infinito ranço, dirão que a simpatia do ex-Beatle é populismo, hipocrisia, atitude para ganhar público. Tirando as duas primeiras opções, que não cabem ao evento de ontem e ao artista em questão, qual o problema em querer tomar a plateia pelas mãos? Não que Paul precisasse disso. Suas canções são atemporais, clássicos, principalmente aquelas de sua antiga banda. “A” banda. A maior de todos os tempos. E que ele, ao contrário de outros roqueiros ingratos, valoriza e não se envergonha de manter vivo o legado dos <em>fab four</em>.</p>
<p>Tem espectador que é tipo mulher de malandro. Gosta de artista que ignora o público, maltrata-o, cospe, ofende, chega atrasado, toca com o instrumento desafinado, esquece letra de música. Eu não. Apesar dos meus 30 anos, devo ter a mente de alguém de 50, vai ver. Admiro artistas, da música, do cinema, do teatro, todo gênero artístico, que têm educação e valorizam o que recebem. Que retribuem com carinho, entrega e, claro, talento (o essencial), o dinheiro investido pelo ouvinte, espectador, fã, numa apresentação ou obra artística. Não é barato. O show de Paul, por exemplo, tinha ingresso a R$ 700,00.</p>
<p>Fosse gratuito, nada justificaria também algum mau humor. Pois estavam presentes no Morumbi mais de 60 mil pessoas. Que enfrentaram o trânsito caótico de São Paulo, a desorganização pública e privada para a realização do evento (e querem fazer Copa do Mundo), a chuva e os preços superfaturados de sanduíches, que pareciam borracha (R$ 8,00), pacotinhos de amendoim minúsculos (R$ 5,00), entre outras opções “gastronômicas” toscas.</p>
<div id="attachment_20783" class="wp-caption aligncenter" style="width: 710px"><img class="size-full wp-image-20783" title="paul1" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2010/11/paul1.jpg" alt="" width="700" height="379" /><p class="wp-caption-text">(Foto: André Azenha)</p></div>
<p>Porém, bastou Sir Paul surgir no palco, em horário marcado, para toda e qualquer indignação desaparecer. E é assim que um artista, na acepção da palavra, deve ser. Fazer o público esquecer dos males do mundo por minutos, ou horas (no caso desta segunda foram três, exatas), e sentirem-se num sonho. Talvez “aquele” sonho, de John Lennon, tenha morrido. Mas ontem, no Morumbi, dezenas de milhares de pessoas participaram de um sonho coletivo, não revolucionário ou com intenção de mudar o mundo, só que imortal na mente de cada um presente no estádio.</p>
<p>Paul McCartney ainda surpreendeu e alterou o repertório que era esperado. Uma das canções trocadas foi logo a primeira, a que abre o show. &#8220;Venus and Mars/Rock Show&#8221; deu lugar a &#8220;Magical Mistery Tour&#8221;. Mais três músicas foram mudadas no <em>set list</em>: “Got to Get You Into My Life”e “I’m Looking Through You” que, respectivamente, entraram no lugar de “Drive My Car” e “I’ve Just Seen A Face”. E “Blue Bird” foi um bônus que fãs que assistiram à outros shows do cantor no Brasil não tiveram a chance de escutá-lo cantando.</p>
<p>E ele falou português várias vezes, tentou alguns passos esquisitos, meio que tentando, imagino, dançar algum ritmo brasileiro, agradeceu sem parar, levantou a bandeira do Brasil e ainda brincou com a chuva, cantando: “Tudo bem ‘in the rain””, misturando nosso idioma e o inglês.</p>
<p>Integrante de um raro grupo formado ainda por Elvis, os outros Beatles, Stones e Michael Jackson, Paul McCartney deixou o país com a sensação de dever realizado. Sua felicidade era latente ao término do espetáculo. E o público. Ah, esse jamais esquecerá a noite do dia 22 de novembro de 2010. A noite em que todos cantaram e ecoaram obras primas como “Yesterday”, “A Day in the Life”, “Helter Skelter”, “Hey Jude” e “Let it Be”.</p>
<p>Abaixo, o <em>set list</em> do show:</p>
<p>MAGICAL MISTERY TOUR<br />
JET<br />
ALL MY LOVING<br />
LETTING GO<br />
GO TO GET YOU INTO MY LIFE<br />
HIGHWAY<br />
LET ME ROLL IT<br />
LONG AND WINDING ROAD<br />
1985<br />
LET ME IN<br />
MY LOVE<br />
I’M LOOKING THROUGH YOU<br />
TWO OF US<br />
BLACKBIRD<br />
HERE TODAY<br />
BLUEBIRD<br />
DANCE TONIGHT<br />
MRS VANDERBLIT<br />
ELEANOR RIGBY<br />
SOMETHING<br />
SING THE CHANGES<br />
BAND ON THE RUN<br />
OBLA DI OBLA DA<br />
BACK IN THE USSR<br />
I GOTTA FEELING<br />
PAPERBACK WRITTER<br />
A DAY IN THE LIFE<br />
LET IT BE<br />
LIVE AND LET DIE<br />
HEY JUDE</p>
<p>DAY TRIPPER<br />
LADY MADONNA<br />
GET BACK</p>
<p>YESTERDAY<br />
HELTER SKELTER<br />
SGT. PEPPER</p>
<div id="attachment_20784" class="wp-caption aligncenter" style="width: 710px"><img class="size-full wp-image-20784" title="paul2" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2010/11/paul2.jpg" alt="" width="700" height="436" /><p class="wp-caption-text">(Foto: André Azenha)</p></div>
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		<title>Obra da Legião Urbana ganha reedição especial</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 09:43:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CineZen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[legião urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Russo]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Sete álbuns chegam às lojas em versões remasterizadas, com fotos e textos inéditos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-20067" title="legiao-urbana" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2010/10/legiao-urbana-300x295.jpg" alt="" width="300" height="295" />Os fãs comemoram. Algumas pessoas lucram mais. E a obra artística de Renato Russo ganha, novamente, &#8220;nova versão&#8221;. Esta semana serão lançadas edições remasterizadas de todos os discos da Legião Urbana.</p>
<p>Os oito álbuns da banda brasiliense foram remasterizados nos estúdios Abbey Road, em Londres, e voltam às lojas em edições de colecionador, com embalagem digipack, 80 fotos inéditas e textos exclusivos. O preço sugerido é de R$29,90 por CD.</p>
<p>Para quem desejar contar com toda a coleção, uma opção é a caixa que junta os oito álbuns também na embalagem digipack em uma edição limitada. Foram fabricadas 2 mil unidades dessa embalagem, que pode ser adquirida a R$299,90.</p>
<p>E não para por aí. Também estão sendo lançadas versões dos discos em vinil, com preços que variam entre R$ 120 e R$ 190. Para diferenciar dos LPs lançados na época, os seis primeiros trabalhos do grupo ganharam capa dupla com imagens e textos novos. E <em>A Tempestade </em>e <em>Uma Outra Estação</em>, editados originalmente em CD, foram adaptados ao bolachão também com capas duplas e dois LPs em cada.</p>
<p>A seguir, a lista completa dos discos da Legião Urbana que serão relançados:</p>
<p>- <em>Legião Urbana</em> (1984)<br />
- <em>Dois</em> (1986)<br />
- <em>Que País é Este</em> (1987)<br />
- <em>As Quatro Estações</em> (1989)<br />
- <em>V</em> (1991)<br />
- <em>O Descobrimento Do Brasil</em> (1993)<br />
- <em>A Tempestade ou O Livro dos Dias</em> (1996)<br />
- <em>Uma Outra Estação</em> (1997)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Especial The Who &#8211; Última parte</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Oct 2010 03:29:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanderson Duke Ramalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Perfis]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>
		<category><![CDATA[The Who]]></category>

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		<description><![CDATA[Chega o novo século]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19582" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-19582" title="The_Who_14_-_PT_-_Los_Angeles_CA_2004_-_lg_6433506-784828" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2010/10/The_Who_14_-_PT_-_Los_Angeles_CA_2004_-_lg_6433506-784828.jpg" alt="" width="580" height="363" /><p class="wp-caption-text">The Who em 2004</p></div>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span><br />
O Who só retornou aos palcos em 1999 para tocar em pequenos shows beneficentes. Um ano depois, estava novamente viajando em uma turnê que terminou com uma apresentação no Royal Albert Hall para arrecadar fundos para a Teenage Cancer Trust. A possibilidade de um novo álbum de estúdio passou a ser discutida entre os integrantes da banda e em outubro de 2001, a banda retornou à América para “incendiar” o The Concert For New York City. Em 7 e 8 de fevereiro de 2002, fez duas apresentações em prol da Teenage Cancer Trust. Estas seriam as últimas apresentações com o baixista John Entwisle, que morreria no dia 27 de junho do mesmo ano. John morreu de ataque cardíaco – causado pelo uso de cocaína -, enquanto dormia. Levou algum tempo até o grupo iniciar nova turnê, e para o cargo de baixista foi contratado Pino Palladino. Em 2004, retornou aos estúdios para gravar duas canções para a coletânea <em>Then and Now: Real Good Looking Boy</em> e também um tributo a John, <em>Old Red Wine</em>. As gravações foram seguidas por uma nova turnê com shows na Austrália e Japão. Em junho de 2005, Roger e Pete participaram do evento Four Season Hope Charity e no mês seguinte, o The Who participou do Live 8.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-19585" title="who_endless_wire" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2010/10/who_endless_wire.jpg" alt="" width="300" height="300" />Outra turnê é iniciada em 2006 e no final de outubro é finalmente lançado <em>Endless Wire</em>, o primeiro álbum de inéditas do Who depois de 24 anos. A obra alcançou rapidamente a sétima colocação nas paradas da <em>Billboard</em> e a nona posição no Reino Unido. Em 6 de dezembro de 2008, os dois membros clássicos da banda foram prestigiados com o Kennedy Center Honor. Durante o evento, alguns artistas como Dave Grohl (Foo Fighters e Nirvana) e Joss Stone homenagearam a banda cantando alguns dos clássicos do grupo inglês. Atualmente alguns dos materiais da banda estão sendo relançados, como <em>The Kids Are Alright</em> e <em>The Who Sell Out</em>. Ano passado foi lançada uma nova edição de <em>30 Years of Maximum</em>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Especial The Who &#8211; Parte IV</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Oct 2010 03:23:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanderson Duke Ramalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Perfis]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>
		<category><![CDATA[The Who]]></category>

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		<description><![CDATA[O fim da era clássica]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19571" class="wp-caption aligncenter" style="width: 603px"><img class="size-full wp-image-19571" title="keithmoon" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2010/10/keithmoon.jpg" alt="" width="593" height="669" /><p class="wp-caption-text">Keith Moon - Um dos grandes bateristas do rock</p></div>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span><br />
A era clássica do The Who teve seu fim no dia 7 de setembro de 1978 quando, aos 32 anos de idade, morreu o lendário baterista Keith Moon. A causa foi uma overdose de Heminevrin, remédio prescrito para ajudá-lo em seu combate contra o álcool. Embora nenhum outro baterista pudesse realmente substituir Moon, Pete declarou que o The Who continuaria em atividade. Para ocupar o posto de baterista foi contratado Kenney Jones. John<br />
‘Rabit’ Bundrik também foi contratado para tocar teclado com a nova formação da banda.  Dois novos filmes “Whodianos” foram lançados em 1979, entre eles está a segunda ópera rock do grupo a se tornar filme, protagonizado por Phil Daniels e dirigido pelo estreante Franc Roddam, o filme “Quadrophenia”, que retrata as brigas entre mods e rockers dos anos 60.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-19574" title="thekids" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2010/10/thekids.jpg" alt="" width="266" height="345" />O outro, um documentário de Jeff Stein, “The Kids Are Alright”, contendo performances ao vivo e na TV, vídeos promocionais e entrevistas. O show mais trágico da banda inglesa ocorreu no estádio de Cincinnati, tarde deste ano, onde onze jovens morreram e muitos outros se machucaram devido a uma falha na organização para a entrada do público. Os músicos souberam do incidente apenas após concluírem o show e decidiram não encerrar a turnê. O primeiro álbum sem Keith Moon, <em>Face Dances</em>, foi às lojas em março de 1981 e não agradou aos integrantes da banda. <em>It’s Hard</em>, décimo disco e último em 24 anos, foi lançado no mês de setembro de 1982.</p>
<p>Com seguidas tentativas frustradas de tentar escrever novas canções para o grupo, Pete desfez o contrato com a Warner Brothers Records. Em 16 de dezembro de 1983, declarou ter deixado a banda, dando fim a ela até então. A separação não durou dois anos, pois em julho de 1985, os três membros clássicos, acompanhados do baterista Kenney Jones, reuniram-se novamente para uma malsucedida apresentação no Live Aid no estádio de Wembley. A última performance com a participação do baterista Kenney Jones ocorreu em fevereiro de 1988, após receber um prêmio da British Phonographic Industry. Tendo como um dos motivos ajudar John Entwistle a recuperar-se financeiramente, Townshend aceitou fazer uma nova turnê com o Who em 1989, para o posto de baterista foi contratado Simon Phillips. Nos shows da turnê, que marcaram os 25 anos de <em>Tommy</em>, foram apresentadas performances da ópera rock e alguns hits selecionados. Finalizada a série de shows, o conjunto se separou novamente e retornou apenas em 1991, quando gravaram a música “Saturday Night’s Alright For Fighting” para um CD tributo a Elton John.</p>
<p>Após rejeitar uma turnê, na qual é substituído por seu irmão Simon, Pete aceita uma proposta para tocar no Hyde Park em Londres. Além de Roger, John e Rabbit, também foram chamados para a apresentação o baterista Zak Starkey (filho de Ringo Star), Simon Townshend e Geoff Whitehorn nas guitarras, o tecladista Jon Carin e mais vocalistas de apoio e instrumentos de metais. A performance foi muito bem sucedida e como consequência, os músicos iniciam uma nova turnê pela América do Norte e Europa, com duração de dois anos.</p>
<p><span style="color: #003366;"><strong><big>Leia também</big></strong></span></p>
<p><a href="http://cinezencultural.com.br/site/2010/10/16/especial-the-who-ultima-parte/"><strong><big><big>Última parte &#8211; Chega o novo século</big></big></strong></a></p>
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		<title>Especial The Who &#8211; Parte III</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Oct 2010 03:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanderson Duke Ramalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Perfis]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>
		<category><![CDATA[The Who]]></category>

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		<description><![CDATA[Ópera rock]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-19564" title="quadrophenia-the-who" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2010/10/quadrophenia-the-who.jpg" alt="" width="676" height="507" /><br />
Entre os anos de 1971 e 1973, como as atividades com o The Who estavam perdendo velocidade, Roger, Pete e John lançaram álbuns solo. Em 1973 é lançada a segunda ópera rock da banda, com todas as canções compostas por Townshend. <em>Quadrophenia</em> conta a história do personagem fictício Jimmy, um mod dos anos 60 com personalidade quádrupla. Durante esta época a banda passava por momentos tensos, como o fato de Daltrey ter descoberto que Stamp e Lambert estavam sumindo com parte do dinheiro e devido a isso queria substituí-los, o que Pete discordava. Este foi apenas um dos motivos que os levou a uma briga onde o guitarrista acabou desacordado. Keith também estava aumentando o seu consumo de álcool e drogas, até que durante um show na turnê de <em>Quadrophenia</em>, após desmaiar sobre sua bateria por tomar substâncias bastante fortes, Moon foi substituído por um fã da plateia. Ken Russell foi o diretor contratado para, em 1974, dirigir o filme <em>Tommy</em>. Embora o público tenha adorado o filme, lançado no ano seguinte, Pete passou a afogar suas mágoas na ‘maldita’, devido às edições feitas pelo diretor . Enquanto os outros membros do grupo estavam ocupados com o filme, John Entwistle assumiu a responsabilidade de reunir um material para um disco em “resposta” ao mercado pirata. O resultado saiu em outubro de 1973: <em>Odds &amp; Sods</em>.</p>
<p><img class="size-full wp-image-19566 alignright" title="bynumbers" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2010/10/bynumbers.jpg" alt="" width="301" height="300" />Depois das inovadoras óperas rock, o The Who volta a gravar discos comuns com o álbum <em>The Who By Numbers</em>, lançado em outubro de 1975. Neste álbum Townshend trata de assuntos relacionados ao seu lado pessoal nas suas composições. Seguem-se três anos sem lançar um álbum de inéditas,  e Townshend compõe a primeira música para o próximo disco do quarteto de Londres. “Who Are You”, música que intitulou o álbum, foi escrita após um encontro do já veterano guitarrista, com dois membros do Sex Pistols, uma banda pertencente ao novo estilo chamado punk, que estava revolucionando o rock. Em dezembro de 1977, há também um concerto em Kilburn para o documentário “The Kids Are Alright”, mas devido ao longo período fora de ação e sem ter o que fazer, Keith ficara fora de forma, e após levar uma dura do guitarrista, prometeu se esforçar para melhorar seu desempenho. Então em 25 de maio de 1978 o  Who regravou o concerto que seria o último com sua formação clássica. Em agosto deste ano foi lançado o álbum <em>Who are You</em>, uma mistura de punk rock com rock progressivo.</p>
<p><span style="color: #003366;"><strong><big>Leia também</big></strong></span></p>
<p><a href="http://cinezencultural.com.br/site/2010/10/16/especial-the-who-parte-iv/"><strong><big><big>Parte IV &#8211; O fim da era clássica</big></big></strong></a></p>
<p><a href="http://cinezencultural.com.br/site/2010/10/16/especial-the-who-ultima-parte/"><strong><big><big>Última parte &#8211; Chega o novo século</big></big></strong></a></p>
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