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	<title>CineZen &#187; Livros</title>
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	<description>Críticas, Notícias, Vídeos e muito mais</description>
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		<title>Lourenço Mutarelli autografará livro em Santos</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 12:14:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Azenha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[José Luiz Tahan]]></category>
		<category><![CDATA[Lourenço Mutarelli]]></category>
		<category><![CDATA[O Cheiro do Ralo]]></category>
		<category><![CDATA[Quando meu pai se encontrou com o ET fazia um dia quente]]></category>
		<category><![CDATA[Realejo Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor cultuado, de obras como <em>O Cheiro do Ralo</em>, lançará último projeto na Realejo, dia 2]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-35828" title="Quando meu pai se encontrou com o ET fazia um dia quente" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/Quando-meu-pai-se-encontrou-com-o-ET-fazia-um-dia-quente-300x228.jpg" alt="" width="300" height="228" />Uma tragédia interrompe o casamento de um aposentado da Companhia Telefônica, acostumado a passar o tempo colecionando fotos antigas e consertando máquinas de costura e de escrever. A morte da mulher, golpeada por uma pedra arremessada por um ônibus, abala de tal modo aquela vida metódica, que o homem perde o prumo e passa a oscilar entre a depressão e a violência.</p>
<p>O que acontece quando uma vida pacata e previsível sai dos trilhos? Essa parece ser uma das questões que dominam as obras recentes de <strong>Lourenço Mutarelli</strong>, a exemplo de <strong>“Quando meu pai se encontrou com o ET fazia um dia quente”</strong>, que marcou o retorno do cultuado autor às histórias em quadrinhos, no fim do ano passado.</p>
<p>Depois de anos afastado do gênero, e com a grande insistência dos fãs, Mutarelli voltou com a fábula de um filho que resolve narrar os dias de luto do pai. Em <strong>2 de fevereiro</strong>, uma quinta-feira, a partir das <strong>18h30</strong>, ele receberá o público da Baixada Santista para uma sessão de autógrafos, na <strong>Realejo Livros</strong>, que terá ainda música ao vivo com <strong>Edinho Godoy, Deborah Tarquinio e Theo Cancello</strong>.</p>
<p>O livro também experimenta com a linguagem tradicional das histórias em quadrinhos ao fazer com que cada quadro da história ocupe uma página inteira, tamanha sua riqueza gráfica. Não bastasse a ousadia visual, Mutarelli organiza as imagens de forma a que não sigam rigorosamente a história que está sendo narrada, criando um quebra-cabeça que exige a participação ativa da inteligência do leitor.</p>
<p>“É uma vitória para Santos ter a chance de ver de perto um dos grandes autores contemporâneos do país. Com sua obra, Mutarelli consegue unir de maneira inteligente ironia, crítica e bom humor, traçando um paralelo do caos urbano”, afirma o livreiro <strong>José Luiz Tahan</strong>.</p>
<p><strong>Serviço:<br />
Lançamento de “Quando meu pai se encontrou com o ET fazia um dia quente”, com presença do autor Lourenço Mutarelli</strong><em><br />
</em>Quando: Quinta-feira, 2 de fevereiro, 18h30<br />
Onde: Realejo Livros, Rua Marechal Deodoro, 2, Gonzaga<br />
Entrada no evento é gratuita</p>
<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-35830" title="lourenço_mutarelli_1_1" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/lourenço_mutarelli_1_1-300x186.jpg" alt="" width="300" height="186" />Ficha técnica do livro:<br />
</strong><strong>“Quando meu pai se encontrou com o ET fazia um dia quente”</strong><br />
<strong>Autor:</strong> Lourenço Murarelli<br />
<strong>Editora:</strong> Selo Quadrinhos na Cia<br />
<strong>Formato:</strong> 27.50 x 20.50 cm<br />
<strong>Acabamento:</strong> Brochura<br />
<strong>ISBN:</strong> 9788535919950<br />
112 páginas<br />
R$ 44,50</p>
<p><strong>Sobre o autor -</strong> Nasceu em 1964, em São Paulo. Escritor, artista gráfico, roteirista e ator, publicou diversos álbuns de histórias em quadrinhos, hoje cultuados entre o público do gênero. “O Cheiro do Ralo”, seu primeiro romance, saiu em 2002, seguido por “O Natimorto” e “Jesus Kid”. Também escreveu peças de teatro e atuou em curtas-metragens e no filme “O Cheiro do Ralo”, de Heitor Dhalia.</p>
<p><strong>Sobre a Realejo:</strong></p>
<p>A Realejo Livros nasceu como livraria em 2001, dentro da Universidade Católica de Santos. Em 2003, mudou-se para o espaço que hoje os clientes estão acostumados a frequentar, no coração do Gonzaga<strong></strong></p>
<p>O segundo capítulo dessa história teve início em 2006, quando José Luiz Tahan decidiu expandir seu trabalho, criando a Realejo Edições.</p>
<p>Mais tarde, em 2009, iniciou-se um novo capítulo com a estreia do festival internacional de literatura, a Tarrafa Literária. Inspirada em Paraty e Passo Fundo, sedes de outros grandes eventos literários, a Realejo criou um importante festival que já faz parte do circuito internacional das letras.</p>
<p>Hoje, a Realejo traz ao público diversas opções de eventos. Desde o chorinho todas às sextas e também o Realejinho, projeto especialmente voltado para a criançada nas tardes de sábado. Diversos cursos são realizados no local, bem como lançamentos de livros: os autores fazem sessão de autógrafos e batem papo com os leitores.</p>
<p>Horário de funcionamento: de segunda a sábado: das 9h às 21h.</p>
<p>Mais informações: <a href="http://www.realejolivros.com.br/">www.realejolivros.com.br</a>.</p>
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		<title>A vida dos outros, sobre biografias</title>
		<link>http://cinezencultural.com.br/site/2012/01/06/a-vida-dos-outros-sobre-biografias/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 02:01:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luiz Tahan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Armarinhos do Tahan]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Outros destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Celso de Campos Jr.]]></category>
		<category><![CDATA[Realejo]]></category>
		<category><![CDATA[São Marcos de Palestra Itália]]></category>

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		<description><![CDATA[Deve ser difícil se deparar com a própria história narrada. Quem mandou ser um notável?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-35512" title="SaoMarcosCapa_" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/SaoMarcosCapa_-211x300.jpg" alt="" width="211" height="300" />Antigamente era comum a imagem daquela senhora com lenço na cabeça, debruçada com metade do corpo de fora, com o olho na vida alheia, principalmente na dos vizinhos. Hoje elas ainda existem, afinal o mundo não é só digital. Em comum tanto as rápidas notícias da net quanto a língua desossada da vizinha da janela são a da notícia que se apresenta antes mesmo de ser analisada. O risco é alto para os blogueiros que precisam verificar em minutos se aquilo que se conta é furo ou um furo n’água.</p>
<p>Em comum tem também o sabor do proibido. A vizinha da janela tem as últimas daquela sobrinha do dono da padaria, que só voltou da noitada com o dia claro, na companhia de você sabe quem&#8230; ora, você sabe!</p>
<p>No mercado editorial, o gênero biografia é um arrasa-quarteirão, atingindo números polpudos de vendas. Tanto pelas nossas bandas, como lá fora.</p>
<p>As biografias podem ser autorizadas: aquelas em que o biografado ou a família tem contato direto com o autor. Podem ser também narradas pelo próprio: quando este tem vocação para a escrita. E podem ser não-autorizadas: que significa um distanciamento maior do autor com o nome da obra.</p>
<p>Algumas biografias ficaram famosas por trazerem, além da vida do biografado, as queixas do próprio ou de seus familiares e herdeiros.</p>
<p>A mais famosa foi aquela sobre o Garrincha, “Estrela Solitária”, da Ed. Cia. das Letras, escrita pelo craque Ruy Castro. As dez filhas do mais famoso cidadão de Pau Grande se indignaram de ver revelado o vício do álcool nas páginas da biografia do pai. O livro foi embargado por quase dez anos e a família perdeu o processo. Outro, mais recente, foi a do cantor Roberto Carlos, de Paulo Cezar de Araújo (Ed. Planeta). Neste caso, cantou mais alto o poder de intimidação do ilustre alvo da obra &#8211; o autor foi prejudicado ficando sem o seu livro, tão elogiado pelos leitores.</p>
<p>E eis que, no finalzinho de 2011, volta à pauta o assunto liberdade de imprensa. A Sociedade Esportiva Palmeiras torce o nariz para uma biografia não-autorizada de seu mais ilustre atleta das duas últimas décadas.</p>
<p>Se baseando na política de marcas e patentes do clube, disse ter poder sobre qualquer manifestação em torno do goleiro Marcos e de outros nomes do seu feudo.</p>
<p>A celeuma foi criada. Torcedores e a crítica não se alinharam com o clube. Juridicamente foi dito que isto é um modelo de censura, e pessoas públicas podem sim ser pesquisadas e publicadas, desde que respeitando parâmetros de pesquisa e bom jornalismo, que sobram ao palmeirense Celso de Campos Jr., autor da biografia de Adoniran Barbosa, também concebida de maneira independente.</p>
<p>Para terminar os casos de polêmica, uma que foi resolvida fora dos tribunais.</p>
<p>Em 2008, Fernando Morais publicou a história de Paulo Coelho. “O Mago” (Ed. Planeta), só foi lido pelo biografado com a tiragem concluída e distribuída, condições impostas pelo jornalista aos seus personagens. Pois bem, Paulo Coelho não gostou de passagens e, segundo Morais, ficou sem falar com ele por alguns meses.</p>
<p>Deve ser difícil se deparar com a própria história narrada. Quem mandou ser um notável?</p>
<p>Sem dúvida as não-autorizadas têm mais sabor: esse distanciamento é muito confortável para os biógrafos, e um tempero para os leitores.</p>
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		<title>Conheça os artistas que se apresentarão no lançamento da Coletânea CINEZEN</title>
		<link>http://cinezencultural.com.br/site/2012/01/04/httpcinezencultural-com-brsitep35466/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 16:51:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CineZen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Outros destaques]]></category>
		<category><![CDATA[CineZen]]></category>

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		<description><![CDATA[Evento terá fotografia, filme e música]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-35497" title="Capa Coletânea CINEZEN Vol. 1 por Argemiro Antunes" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/Capa-Coletânea-CINEZEN-Vol.-1-por-Argemiro-Antunes-191x300.jpg" alt="" width="191" height="300" />A sessão de autógrafos acontecerá em 20 de janeiro, uma sexta-feira, no <strong>Almanaque Gastronomia, Cultura e Arte</strong>, a partir das 19h, e vai até a madrugada. “O CineZen, ao longo desses quase três anos, tornou-se multicultural, perfil que levou para os eventos que produz. O lançamento seguirá tal forma de pensar e agir”, explica o editor André Azenha.</p>
<p><strong><a href="http://cinezencultural.com.br/site/2012/01/03/coletanea-cinezen-vol-1-sera-lancada-em-noite-multicultural/"><big>| Coletânea CINEZEN será lançada em noite multicultural</big></a></strong><br />
<strong><big><a href="http://cinezencultural.com.br/site/2012/01/02/conheca-os-autores-presentes-no-livro-coletanea-cinezen-vol-1/">| Conheça os autores presentes no livro</a></big></strong></p>
<p>A programação da noite terá, além do livro, exposição de fotografias feitas pela também escritora e editora <strong>Cláudia Brino</strong>, exibição do curta-metragem <strong>“Os Canais de Saturnino” </strong>(20h15), de <strong>Carlos Oliveira</strong>, sobre a história dos canais de Santos, e apresentação musical de <strong>Zerobeto Freire</strong> (21h30), cujo repertório é calcado em canções de filmes e executado enquanto imagens de longas são projetadas em uma tela.</p>
<p>Por volta de 23h15 haverá sorteio: quem adquirir o livro no dia concorrerá a ingressos para cinema, vales-locação da Vídeo Paradiso, outros livros e um ano de assinatura da revista Cabeça Ativa, da Costelas Felinas. Da meia-noite até 1h30 do dia 2, é a vez do músico e cantor <strong>Luiz Cláudio dos Santos</strong> apresentar seu set list repleto de clássicos dos Beatles, entre outros grandes nomes da música. <span class="size-thumbnail wp-image-35472" title="claudia">A entrada no evento é gratuita.</p>
<p>Saiba mais detalhes dos artistas, em ordem alfabética:<br />
</span></p>
<p><strong><img class="size-thumbnail wp-image-35472 alignleft" title="claudia" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/claudia1-150x150.jpg" alt="" width="104" height="104" />Cláudia Brino:</strong> Criadora da Editora Costelas Felinas, diagramadora, autora de 13 livros publicados, fotógrafa, ativista cultural. Fundadora e coordenadora do Clube de Poetas do Litoral (CPL). Diretora de performances poéticas, co-editora da revista lítero-temática Cabeça Ativa. Contato: <a href="mailto:cacbvv@gmail.com" target="_blank">cacbvv@gmail.com</a>.<br />
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<span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<div id="attachment_35474" class="wp-caption alignright" style="width: 133px"><img class=" wp-image-35474" title="carlos" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/carlos1.jpg" alt="" width="123" height="125" /><p class="wp-caption-text">Carlos Oliveira (direita)</p></div>
<p><strong>Carlos Oliveira</strong> foi desenhista artístico durante sete anos, fotógrafo e cinegrafista de eventos por 10 anos, operador de câmera e iluminador do Canal Baixada 10 e co-produtor do programa Show de Oportunidades (Band Vale). Atualmente é cineasta, editor de vídeo e webdesigner. Coordena o Grupo de Estudos de Cinema Contramão. Dirigiu e coescreveu o documentário “Os Canais de Saturnino”, sobre os canais de Santos. Email: <a href="mailto:spectra.video@ig.com.br">spectra.video@ig.com.br</a>.<br />
<span style="color: #ffffff;">.</span><br />
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<span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><strong><img class="size-full wp-image-35489 alignleft" title="luizclaudio" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/luizclaudio.jpg" alt="" width="199" height="149" />Luiz Claudio de Santos:</strong> Compositor, cantor, violonista e contrabaixista santista, subiu ao palco pela primeira vez aos nove anos de idade. Suas influências são ecléticas: vão de Adoniran Barbosa a Beatles. Apresentou-se em diversos bares, clubes, TVs e rádios de Santos e região, da capital e outros estados, tendo gravado um disco em 1986.  No final da década de 90 fez temporadas no Japão e Espanha. Em 2001, foi co-produtor do CD “Cavalo de Praia – Sambas da Ilha”. Tem atuado nos últimos anos em casas noturnas de São Paulo. Atualmente, trabalha na finalização de seu primeiro disco solo. Email: luizclaudiodesantos@gmail.com.</p>
<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-35493" title="zerobeto1" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/zerobeto1-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" />Zerobeto Freire:</strong> Zerobeto Freire, músico e professor, atuando há 16 anos.<br />
Hoje tem seu trabalho voltado a pesquisa de instrumentos e suas sonoridades. Realizando trabalhos com música cênica para teatro e com outros músicos da cidade. Email: <a href="mailto:zero-beto@hotmail.com">zero-beto@hotmail.com</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Coletânea CINEZEN &#124; Vol. 1 será lançada em noite multicultural</title>
		<link>http://cinezencultural.com.br/site/2012/01/03/coletanea-cinezen-vol-1-sera-lancada-em-noite-multicultural/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 02:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CineZen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[CineZen]]></category>

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		<description><![CDATA[Evento em 20/01, no Almanaque, terá ainda exposição de fotos, exibição de curta-metragem, apresentação musical com temas de filmes e sorteio de brindes culturais para quem adquirir o livro no dia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-35433" title="capa andré azenha" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/capa-andré-azenha1.jpg" alt="" width="374" height="587" />Dos 85 anos de Marilyn Monroe à política cultural. Do polêmico “Melancolia” ao fofo “Minhas Tardes com Margueritte” e o incensado “Meia Noite em Paris”. Do cult “A Estrela”, com Julie Andrews, aos clássicos “A Moça com a Valise”, de Valerio Zurlini, e “Infâmia”, estrelado por Audrey Hepburn. Entrevistas que flagraram o momento do cinema árabe na mostra que veio ao Brasil, bem como o meio cultural da Baixada Santista. Contos e crônicas de autores veteranos e da nova geração. Essa variedade jornalística e cultural de 2011 pode ser conferida no site <em>CineZen</em>. Mas e quem não tem internet? E o registro nas bibliotecas? Com o intuito de documentar tais informações, disponibilizá-las à sociedade em formato físico, e proporcionar a colaboradores do site a chance de terem o primeiro texto publicado em um livro, o <em>CineZen</em> lança seu primeiro projeto literário: <strong>“Coletânea CineZen: Vol. 1”</strong></p>
<p>A sessão de autógrafos acontecerá em 20 de janeiro, uma sexta-feira, no <strong>Almanaque Gastronomia, Cultura e Arte</strong>, a partir das 19h, e vai até a madrugada. “O CineZen, ao longo desses quase três anos, tornou-se multicultural, perfil que levou para os eventos que produz. O lançamento seguirá tal forma de pensar e agir”, explica o editor André Azenha. A programação da noite terá, além do livro, exposição de fotografias feitas pela também escritora e editora <strong>Cláudia Brino</strong>, exibição do curta-metragem <strong>“Os Canais de Saturnino” </strong>(20h15), de <strong>Carlos Oliveira</strong>, sobre a história dos canais de Santos, e apresentação musical de <strong>Zerobeto Freire</strong> (21h30), cujo repertório é calcado em canções de filmes e executado enquanto imagens de longas são projetadas em uma tela. Por volta de 23h15 haverá sorteio: quem adquirir o livro no dia concorrerá a ingressos para cinema, vales-locação da Vídeo Paradiso, outros livros e um ano de assinatura da revista Cabeça Ativa, da Costelas Felinas. Da meia-noite até 1h30 do dia 2, é a vez do músico e cantor <strong>Luiz Cláudio de Santos</strong> apresentar seu set list repleto de clássicos dos Beatles, entre outros grandes nomes da música. <span style="text-decoration: underline;">A entrada no evento é gratuita.</span></p>
<p><strong><big><a href="http://cinezencultural.com.br/site/2012/01/02/conheca-os-autores-presentes-no-livro-coletanea-cinezen-vol-1/">| Saiba mais sobre os autores presentes no livro</a></big></strong></p>
<p>Organizado pelo jornalista André Azenha, o projeto independente foi custeado em 50% pelos bares <strong>O Almanaque</strong> e <strong>Bar do Rica</strong> (que ainda será inaugurado), 20% pela Vídeo Paradiso e 30% pelo próprio editor. Reúne textos de 14 colaboradores do site e tem capa assinada pelo artista plástico <strong>Argemiro Antunes, o Miro</strong>. A edição ficou a cargo da <strong>Costelas Felinas</strong>, de São Vicente. A tiragem é limitada.</p>
<p>A coletânea compila textos publicados no <em>CineZen</em> entre janeiro e agosto de 2011. O livro, feito de maneira artesanal, foi editado e impresso de setembro a dezembro do ano passado.</p>
<p>Em 2011, o <em>CineZen</em> realizou algumas entrevistas marcantes, com artistas e produtores culturais da Baixada Santista. O livro registra parte do momento vivido pela cultura de Santos e região no ano passado. “Por isso, pretendemos distribuí-lo, depois, em algumas bibliotecas da região”, diz o jornalista. “Somos um site independente, e prova de que é possível realizar, mesmo sem fonte de renda. Fazemos por que gostamos e acreditamos. E nos orgulhamos de, com o tempo, termos recebido tantos colaboradores. Além de tudo, o livro é uma forma de retribuir o compromisso que eles tiveram com o site”, conclui.</p>
<p><strong>Ficha técnica:</strong><br />
<strong>Coletânea CINEZEN | Vol. 1</strong><br />
Organização: <strong>André Azenha</strong><br />
Textos de 15 autores: <strong>Adriano Mello Costa, André Azenha, Edu Fernandes, Jean Garnier, Madeleine Alves, Marcelo Costa, Marcelo Rayel, Marcus Morais, Pergentino Júnior, Regina Azenha, Ricardo Chapolla, Ricardo Flaitt, Sérgio Vaz, Tatiane Matheus e Waldemar Lopes</strong><br />
Capa: <strong>Argemiro Antunes, o Miro</strong><br />
Edição: <strong>Costelas Felinas</strong><br />
Capa dura<br />
130 páginas<br />
R$ 20,00</p>
<p><strong>Serviço do evento:</strong><br />
<strong>Lançamento do livro e noite multicultural</strong><br />
Onde: O Almanaque, Gastronomia, Cultura e Arte – Av. Bartolomeu de Gusmão, 88, Aparecida, orla da praia, na direção do Posto 6<br />
Quando: Sexta-feira, 20 de janeiro, a partir das 19h<br />
Entrada no evento é franca</p>
<p><strong>Programação do dia:</strong></p>
<p>- 19h: Início da sessão de autógrafos e exposição de fotos, e colheita poética (haverá uma árvore simbólica, onde quem chegar poderá retirar poemas)<br />
- 20h15: Exibição do curta-metragem “Os Canais de Saturnino” (duração de 20 min.)<br />
- 21h30: Apresentação musical de Zerobeto Freire, músico e professor, atuando há 16 anos.<br />
Hoje tem seu trabalho voltado a pesquisa de instrumentos e suas sonoridades. Realizando trabalhos com música cênica para teatro e com outros músicos da cidade.<br />
- 0h até 1h30 do dia 2: Apresentação musical de Luiz Cláudio de Santos.<br />
O editor e autores ficarão presentes até o fim da noite.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>Para saber mais sobre cada autor presente na coletânea, acesse: <a href="http://cinezencultural.com.br/site/2012/01/02/conheca-os-autores-presentes-no-livro-coletanea-cinezen-vol-1/">http://cinezencultural.com.br/site/2012/01/02/conheca-os-autores-presentes-no-livro-coletanea-cinezen-vol-1/</a>.</p>
<p><strong>CineZen -</strong> Site independente sobre cinema, DVD e Blu-ray, TV e eventualmente literatura, quadrinhos, teatro, música e artes plásticas, lançado em 29 de março de 2009. Tem o objetivo de informar, analisar obras e cobrir eventos dessas áreas (com atenção para a Baixada Santista) e prestar serviços. Semanalmente publica críticas das estreias de cinema e lançamentos em home vídeo, desde filmes contemporâneos até clássicos e cults, colunas, contos, crônicas, reportagens e vídeos, entre outras novidades. Conta com colaboradores de Santos, São Paulo, Santa Catarina, Recife e em 2010 firmou parceria com a Cinemaki, rede social para a discussão de cinema, com membros do Brasil, Argentina, Chile, México, Colômbia, Peru, Venezuela, Espanha, Índia, Estados Unidos e Reino Unido. Atualmente conta com 56 mil acessos únicos mensais. Pode ser acessado pelos endereços <a href="http://www.cinezen.net/" target="_blank">www.cinezen.net</a> ou <a href="http://www.cinezencultural.com.br/" target="_blank">www.cinezencultural.com.br</a>. Contatos: <a href="mailto:editor.cinezencultural@gmail.com" target="_blank">editor.cinezencultural@gmail.com</a> e 13 9744-3726.</p>
<p><strong>Sobre o Almanaque e Bar do Rica -</strong> Hoje sediado em frente â praia da Aparecida, ganhará novo endereço a partir da terceira semana de dezembro, na Rua Euclides da Cunha, onde promete expandir seu perfil cultural. No endereço atual, será montado o Bar do Rica, que terá clima praiano e oferecerá almoço na alta temporada. Ambos pertencentes aos mesmos proprietários. Mas o novo cardápio já está disponível. As receitas exclusivas trazem bolinhos de arroz com alecrim e ricota seca defumados, quibe de amendoim torrado e bolinho de tutu de feijão com calabresa (todos com 15 unidades). Também não faltam porções tradicionais, a exemplo do provolone à milanesa. O cliente encontra 20 opções de cachaça, sendo 15 delas de procedência mineira. As doses mais indicadas são a Porto Estrela e a Mata Verde, envelhecidas em barris de madeiras de umburana. A casa tem programação musical variada. Das 18h ao último cliente (fecha segunda). Avenida Bartolomeu de Gusmão, 88, Aparecida. Tel.: 3394-9991.</p>
<p><strong>Sobre a Vídeo Paradiso -</strong> Locadora que completou 20 anos de atuação em agosto de 2011, possui um acervo com mais de 17 mil títulos, entre DVDs, Blu-rays e fitas VHS. Tem sido parceira de e apoiado projetos culturais da região, como da Cinemateca de Santos, Cineclube Lanterna Mágica, Oficinas Querô, cujos curtas são disponibilizados para locação gratuita, Sesc, Curta Santos e o <em>CineZen</em>. Mais em <a href="http://www.videoparadiso.com.br/" target="_blank">www.videoparadiso.com.br</a>.</p>
<p><strong>Sobre a Edições Costelas Felinas –</strong> Dirigida por Cláudia Brino e Vieira Vivo, realiza um trabalho totalmente alternativo no intuito de diminuir o abismo existente entre escritores e editoras convencionais e dinamizar a veiculação de textos restritos às gavetas. A costura e encadernação são totalmente artesanais e, o papel, reciclado. Contato e catálogo: <a href="http://www.costelasfelinas.blogspot.com/">www.costelasfelinas.blogspot.com</a>.</p>
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		<title>Conheça os autores presentes no livro Coletânea CINEZEN &#124; Vol. 1</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 20:51:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CineZen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Outros destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[CineZen]]></category>

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		<description><![CDATA[Livro reúne críticas, artigos, entrevistas, contos e crônicas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça os autores presentes no livro <strong><a href="http://cinezencultural.com.br/site/2011/12/31/cinezen-lanca-primeiro-livro-em-20-de-janeiro/">“Coletânea CineZen | Vol. 1”</a></strong>, em ordem alfabética:</p>
<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-35396" title="adriano_mello_costa-300x225" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/adriano_mello_costa-300x2251.jpg" alt="" width="207" height="155" />Adriano Mello Costa</strong>: Apaixonado por Cultura Pop. Mantêm o site <a href="http://coisapop.blogspot.com/">Coisa Pop</a> (www.coisapop.blogspot.com) há cinco anos, filho bastardo do antigo Cultura Direta, que hoje hiberna tranquilamente. Acha o R.E.M a melhor banda do mundo (depois dos Beatles, lógico). É viciado em cervejas escuras, pães e bandas de rock com mulheres no vocal. No mais, acredita que tudo pode sempre ser melhor do que já é… Email: <a href="mailto:adrianorem@hotmail.com">adrianorem@hotmail.com</a>.<br />
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<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-35397" title="andreazenha" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/andreazenha.jpg" alt="" width="206" height="206" />André Azenha</strong>: Jornalista, crítico de cinema, editor do <a href="http://www.cinezen.net/">www.cinezen.net</a> e do CulturalMente Santista (<a href="http://santoscultural.net/">santoscultural.net</a>). É formado em Roteiro pela Escola de Cinema de São Paulo. Foi repórter e colunista de sites, revistas e jornais de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Alagoas. Desde 2007 é repórter da <em>Veja Litoral Paulista</em>. Em 2008, publicou seu primeiro livro, “Poesia a Quatro Mãos”, escrito em parceria com sua mãe e poetisa Regina Azenha. Trabalhou com o crítico de cinema Rubens Ewald Filho entre 2008 e 2009. Em 2011, fez críticas de filmes para a revista Época São Paulo. No mesmo ano, passou a assinar colunas semanais no portal do Curta Santos e no Jornal da Orla. Mediou o ciclo Documentários Comentados, no Sesc Santos. Participa de e organiza ciclos de cinema e eventos culturais. Colabora com a revista literária <em>Mirante</em> e o Clube de Poetas do Litoral. Também é assessor de imprensa: atuou em agências de comunicação de São Paulo de 2008 a 2011. Em 2009, assessorou a Feira Música Brasil, maior evento do gênero na América Latina, ocorrido no Recife. Criou o <em>CineZen </em>em março de 2009 e no ano seguinte passou a organizar do “CineZen Convida”, com o objetivo de estimular a discussão e a produção cultural. Em 2011, lançou o site <em>CulturalMente Santista</em>, que visa criar um registro jornalístico, na internet, da memória cultural de Santos e região. Atualmente é assessor de imprensa do Cine Roxy e da Realejo Edições. Email: <a href="mailto:editor.cinezencultural@gmail.com">editor.cinezencultural@gmail.com</a>.<br />
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<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-35398" title="miro1" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/miro1.jpg" alt="" width="188" height="158" />Argemiro Antunes</strong>, o Miro (<span style="text-decoration: underline;">AUTOR DA CAPA DO LIVRO</span>), 70 anos, artista plástico, desenhista, cartazista, chargista, cinéfilo. Iniciou a carreira em 1967, quando fez cartazes e folhetos para o Clube de Cinema de Santos, estimulado pelo presidente da instituição e grande amigo, Maurice Legeard, criador da Cinemateca da cidade e com quem desenvolveu importante parceria para a cultura da Baixada Santista. Sua obra é toda baseada no cinema, em especial o cineasta Glauber Rocha. Colaborou com o <em>Pasquim</em>, publicando textos, cartuns, fotopotocas, charges, notas, etc, até o fim do jornal. Também colaborou com os jornais <em>O Cartaz</em>, <em>Ensaio</em>, <em>A Imprensa de Cubatão</em>, <em>O Petroleiro</em> e a revista <em>De Olho na Tela</em>. Em 1983, participou da mostra “Dois Anos Sem Glauber”, quando foram exibidos os filmes “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, “Terra em Transe” e “A Idade da Terra”. No ano seguinte, expôs 40 trabalhos sobre Glauber com o título “A Grandeza do Dragão”, no Sindicato dos Petroleiros. Este trabalho foi doado para o “Tempo Glauber”. Dois anos depois, por iniciativa de Lúcia Rocha, parte das obras doadas integrou a mostra no SESC Pompeia (São Paulo). A exposição viajou por várias capitais. Realizou outras exposições memoráveis, entre elas: “A Maior História do Cinema Francês” (1988), promovida pela Cinemateca de Santos, na Cadeia Velha; “O Poderoso Chefão”, em homenagem aos 10 anos da morte de Maurice, organizada por Nivio Mota, no Museu da Imagem e do Som (MIS); e “Maurice &amp; Miro, 40 Anos de Parceria” (2008), na Universidade Santa Cecília, com apoio do Cineclube Lanterna Mágica. Email: <a href="mailto:antunes.miro@gmail.com">antunes.miro@gmail.com</a>.</p>
<p><strong><img class="size-full wp-image-35399 alignleft" title="edufernandes1-150x150" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/edufernandes1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Edu Fernandes</strong>: Nascido em 1983 em São Paulo,  é formado em Audiovisual pela ECA-USP, com especialização em Crítica. Desde 2005 escreve críticas para sites, blogs e revistas (como <em>Rolling Stone</em>, <em>Movie</em> e <em>SET</em>). Atualmente colabora com o <em>UOL Cinema</em>, mantém o blog <em>Cine Dude</em>  (<a href="http://www.ocinedude.blogspot.com/">www.ocinedude.blogspot.com</a>) e apresenta o programa “Take Único” (<em>AllTV</em>). Email: <a href="mailto:cinedude@gmail.com">cinedude@gmail.com</a>.<br />
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<p><strong><img class="size-full wp-image-35400 alignright" title="Jean (1)" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/Jean-1.jpg" alt="" width="202" height="212" />Jean Pierre Paneque Garnier</strong> é jornalista, nascido em São Paulo, bacharel em Propaganda e Marketing e Comunicação Social. Assiste a todo tipo de filme e geralmente odeia as resenhas que escreve. Adora rock – principalmente Beatles, Clash, Red Hot Chili Peppers, Cramps e New Order – e já trabalhou para diversos sites e blogs sobre cinema e música. Email: <a href="mailto:caper99@gmail.com" target="_blank">caper99@gmail.com</a>.<br />
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<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-35401" title="madcinezen" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/madcinezen.jpg" alt="" width="178" height="228" />Madeleine Alves</strong> é formada em Letras na Católica UniSantos e cursa Habilitação em Artes Visuais. Em 2008, após participar de uma Oficina de Produção Cinematográfica, fundou, com amigos, o Grupo de Estudos Contra Mão de Cinema, cujas atividades visam estudar e produzir audiovisual profissional na Baixada Santista. O primeiro curta-metragem com sua direção, “Ilusionismo”, foi lançado em 2011 e premiado pelo público no Curta Santos. Assina o blog <em><a href="http://signospossiveis.blogspot.com/">Signos Possíveis</a></em>. Contato: <a href="mailto:madmione@gmail.com">madmione@gmail.com</a>.<br />
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<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-35406" title="marcelocosta" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/marcelocosta.jpg" alt="" width="155" height="232" />Marcelo Costa</strong> é um leonino do segundo decanato com ascendente em touro apaixonado por cervejas belgas, cachaças mineiras, picanha ao ponto, mixto quente com salada e bacon, pipoca do Cinemark e tortinhas de morango.  Editor do <a href="http://www.screamyell.com.br/">Scream &amp; Yell</a> (www.screamyell.com.br), coordenador de capa do iG, DJ eventual, cozinheiro de fim de semana e centroavante nos moldes do grande Geraldão. Escreve sobre romances e cultura pop. Email: <a href="mailto:screamyell@gmail.com">screamyell@gmail.com</a>.<br />
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<a href="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/MarceloRayel.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-35407" title="MarceloRayel" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/MarceloRayel.jpg" alt="" width="126" height="152" /></a>Marcelo Rayel</strong> (nascido Marcelo Rayel Correggiari, em 09 de janeiro de 1971, na Casa de Saúde de Santos-SP) é Bacharel em Letras com Habilitação em Tradução pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade Católica de Santos, além de estudos de fonética de língua inglesa em disciplina isolada da pós-graduação da Faculdade de Letras (FaLe) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atua como tradutor freelancer e também para agências de tradução como a D-Lang Assessoria Linguística, Bureau Translations, Language Associates e Intellibiz Traduções Empresariais. É professor de língua inglesa e coordenador de conteúdo para mídias sociais da escola de inglês The House. Atuou também na Skill (Santos-SP), Yázigi, Global Value Solutions, Vöest Alpine Industries, Federação da Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) e Centro Universitário Newton Paiva (todas essas últimas na cidade de Belo Horizonte-MG). Participou também dos pre-services das Culturas Inglesas de São Paulo e Belo Horizonte. Recentemente teve dois de seus contos publicados na revista literária Mirante: <em>Fósseis pela Boca</em> (edição 74) e <em>Progresso</em> (edição 75). Morador da Vila Belmiro desde novembro de 1980, não se recorda da data exata de quando começou a escrever contos. Apenas que já faz bastante tempo. É cronista do blog <em><a href="http://pelaproa.blogspot.com/" target="_blank">Pela Proa</a></em> e é crítico de literatura no blog <em><a href="http://literaturial.wordpress.com/" target="_blank">Literaturial</a>, </em>além de assinar a coluna <em>Água Marinha</em> para os portais <a href="http://www.acampinas.com.br/colunistas/artigo.asp?cod_conteudo=32317">@Campinas</a> (por favor, coloque o seguinte link:  e <a href="http://www.itu.com.br/colunistas/artigo.asp?cod_conteudo=33610">@Itu</a>. Atualmente, é membro do Conselho Municipal de Cultura de Santos (o Concult) de Livro e Literatura para o biênio 2011/2012.</p>
<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-35408" title="MarcusMorais" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/MarcusMorais.jpg" alt="" width="129" height="213" />Marcus Morais </strong><strong>– </strong>Tem 26 anos, e escreve desde os oito. Começou com pequenos textos fictícios, partindo para os diários na adolescência (já teve mais de cinco), tornando-se admirador de poesia no começo da vida adulta, sendo esta uma das áreas a que mais se dedica quando o assunto é escrever, além de histórias sobre o cotidiano com um foco humanista. Gosta de cantar (já cantou desde em bandas de rock até em corais e quartetos de música sacra), ouvir música (o tipo varia, dependendo da ocasião), ler e praticamente tudo o que tenha ligação com a arte. Email: <a href="mailto:marcusvsmorais@yahoo.com.br">marcusvsmorais@yahoo.com.br</a></p>
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<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-35409" title="pergentinopbum" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/pergentinopbum.jpg" alt="" width="198" height="181" />Pergentino Júnior</strong>, nascido em Guarulhos, São Paulo, escreve desde 2008, não tem influencias literárias, usa sempre suas próprias métricas e regras, escreve não para se tornar conhecido, mas sim para dividir seu conhecimento! Mais sobre sua obra em<br />
<a href="http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=88774">http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=88774</a> e no blog Poética Colorida com as Cores da Vida (<a href="http://blogs.abril.com.br/pjunior">http://blogs.abril.com.br/pjunior</a>). Email: <a href="mailto:juniornovaamizade@hotmail.com">juniornovaamizade@hotmail.com</a>.<br />
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<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-35410" title="ReginaAzenha" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/ReginaAzenha.jpg" alt="" width="150" height="150" />Regina Célia A. Azenha</strong> é santista e faz poesia desde criança. Escreveu três livros: “Mulher: Amor e Poesia”, em 1986 (pelo qual ganhou o prêmio Robalo de Ouro Brasil 1989),  “Fragmentos &amp; Mutações”, em 1997 e “Poesia a quatro mãos” (2008), realizado em parceria com seu filho André. É admiradora do poeta e escritor J. G. de Araújo Jorge, e de autores como Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meirelles, Paulo Leminski, Mário Quintana, Fernando Pessoa, José Saramago, entre outros tantos. Entre os novos poetas, Pergentino Jr, poeta de Guarulhos muito talentoso, além dos santistas Valdir Alvarenga, Guida Linhares, Edilza de Souza Fernandes e Paulo Schiff.  Amante da música, teve uma composição classificada entre as dez finalistas de um festival. Na Bienal do Livro do Sesc-Santos, “Mulher: Amor e Poesia” foi um dos livros mais vendidos entre os autores independentes. Amante das artes, atualmente exerce a atividade de artesã. Parte de seu trabalho pode ser conferido no blog reginapoeta.blogspot.com. No CineZen, estará colaborando com poemas, crônicas, textos sobre os filmes que é apaixonada e apontando poetas que estejam despontando na cena literária. <a href="mailto:reginaazenha@gmail.com">reginaazenha@gmail.com</a>.</p>
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<p><strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-35411" title="ricardoc" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/ricardoc-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Ricardo Chapola</strong> estagia no jornal <em>O Estado de S.Paulo</em>, na editoria Nacional, onde participou da cobertura das eleições presidenciais de 2010, condecorada com o primeiro lugar do prêmio Estadão 2010 na categoria Cobertura. Desde 2008, Ricardo é cronista do jornal <em>Já!</em>, de Araras-SP. Natural da cidade do interior, mora em São Paulo desde 2008 e cursa o último ano de jornalismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Escreve crônicas sobre o cotidiano, publicadas também em seu blog <a href="http://www.ricardochapola.wordpress.com/" target="_blank">www.ricardochapola.wordpress.com</a>. Email: <a href="mailto:ricardochapola@gmail.com">ricardochapola@gmail.com</a>.</p>
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<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-35412" title="ricardoflaitt" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/ricardoflaitt.bmp" alt="" />Ricardo Flaitt</strong> é jornalista e estudante de História. Assessor de imprensa da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo, editor do jornal online Diário de Mococa (www.diariodemococa.com.br) e colunista do site Tricolor Paulista.Net. Ou seja, um verdadeiro equilibrista de pratos… Em breve lançará seu primeiro livro de poesias, <em>“</em><em>O Domesticador de Silêncios”</em>, pela Circus Produções Culturais. Na área literária foi duas vezes premiado no Mapa Cultural Paulista, evento promovido pela Secretaria Estadual da Cultura, sendo: 1º lugar na categoria Composição Musical, com a letra “Meridianos”; e 2º lugar na categoria Literatura – Poesia, com o poema “O Domesticador de Silêncios”. A paixão pelo cinema se dá pela fusão de todas as artes nas telas… Email: <a href="mailto:ricardo.flaitt@diariodemococa.com.br">ricardo.flaitt@diariodemococa.com.br</a>.</p>
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<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-35441" title="sergiovazpb" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/sergiovazpb.jpg" alt="" width="208" height="178" />Sérgio Vaz</strong> é jornalista (Jornal da Tarde, revista Afinal, Agência Estado, Marie Claire, Agência Estado de novo, estadao.com.br, Estadão, muitos frilas), leitor de jornais, internet e livros, assistidor de filmes, ouvinte de música, e brinca de fazer os sites 50 Anos de Filmes (www.50anosdefilmes.com.br) e 50 Anos de Textos. Email: <a href="mailto:sergiovaz50@terra.com.br">sergiovaz50@terra.com.br</a>.<br />
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<p><strong><img class="size-thumbnail wp-image-35413 alignright" title="tati1" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/tati1-139x150.jpg" alt="" width="139" height="150" />Tatiane Matheus</strong>, jornalista,  é repórter no jornal <em>O Estado de S. Paulo</em>, onde trabalha desde 2004. Santista, que não consegue viver muito tempo longe da praia, vive entre Santos e São Paulo. Apaixonada por História, estuda Política e Relações Internacionais. Seus autores favoritos são Zygmunt Bauman e Eric Hobsbawm, além de gostar dos filmes do Woody Allen. Já trabalhou em TV e até produziu um curta-metragem, mas, apesar de ter feito alguns cursos sobre cinema, decidiu ser apenas uma observadora. Afinal, o que não falta neste mundo é crítico de cinema (bom e ruim). <strong>Email:</strong> <a href="mailto:tatiane.matheus@gmail.com">tatiane.matheus@gmail.com</a>.</p>
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<p><strong><img class="size-thumbnail wp-image-35414 alignleft" title="WaldemarLopes (1)" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/WaldemarLopes-1-150x149.jpg" alt="" width="150" height="149" />Waldemar Lopes:</strong> É artista plástico, engenheiro mecânico, professor, cinéfilo. Anualmente realiza em Santos uma palestra beneficente sobre o Oscar, que se tornou tradicional na cidade. Também já realizou encontros sobre cinema para a Universidade Católica de Santos, Universidade Monte Serrat, Secretaria de Cultura de Santos e Rotary. Escreve para o Cinezen Cultural e 50 Anos de Cinema. Email: <a href="mailto:waldemarlopess@yahoo.com.br">waldemarlopess@yahoo.com.br</a>.<br />
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<p><img class="size-medium wp-image-35428 alignright" title="capa andré azenha" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/capa-andré-azenha-191x300.jpg" alt="" width="191" height="300" />O livro será lançado dia 20, sexta, a partir das 19h, no Almanaque (Av. Bartolomeu de Gusmão, 88, em frente ao Posto 6 da praia). A noite terá exibição de curta-metragem, exposição de fotos, apresentação musical e sorteio de brindes (para quem adquirir o livro no dia). O projeto é um oferecimento do Bar O Almanaque, Gastronomia, Cultura e Arte, do Bar do Rica e tem apoio da <a href="http://www.videoparadiso.com.br">Vídeo Paradiso</a>.</p>
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		<title>CineZen lança primeiro livro em 20 de janeiro</title>
		<link>http://cinezencultural.com.br/site/2011/12/31/cinezen-lanca-primeiro-livro-em-20-de-janeiro/</link>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 21:44:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CineZen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[CineZen]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cinezencultural.com.br/site/?p=35343</guid>
		<description><![CDATA[<em>Coletânea CINEZEN &#124; Vol. 1</em> reúne artigos, críticas, contos, crônicas e entrevistas de janeiro a agosto de 2011]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-35426" title="capa andré azenha" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/12/capa-andré-azenha-191x300.jpg" alt="" width="191" height="300" />O site CINEZEN prepara seu primeiro evento para o ano que chega. Dia 20 de janeiro, uma sexta-feira, a partir das 19h, no Almanaque Gastronomia e Cultura e Arte, avenida da praia, em frente ao Posto 6, na Aparecida, Santos, acontecerá o lançamento do livro &#8220;Coletânea CineZen | Volume 1&#8243;.</p>
<p>Com textos publicados no www.cinezen.net entre janeiro e agosto de 2011, reúne críticas de filmes, livros, artigos que vão de Marilyn Monroe à política cultural, entrevistas com artistas e produtores culturais da Baixada Santista, contos, crônicas, de vários colaboradores do site.</p>
<p>O livro, um projeto independente, é um oferecimento do Almanaque, do futuro Bar do Rica e tem apoio da Vídeo Paradiso. Possui 120 páginas, capa dura, desenhada pelo artista plástico Argemiro Antunes.</p>
<p>No evento, haverá exposição de fotos produzidas pela também escritora Cláudia Brino, e apresentações musicais, inclusive de Zerobeto Freire, que tocará temas de filmes.</p>
<p>A coletânea, editada pela Costelas Felinas, propicia a alguns autores a chance de publicar seu primeiro texto publicado em um livro, bem como registra parte do que aconteceu de relevante no cinema, em âmbito geral, e na cultura da Baixada Santista, durante esse período.</p>
<p>A entrada no evento é gratuita. A noite seguirá até a madrugada, por volta de 2h30. Assim, dá para marcar presença quem quiser ir após o expediente ou quem precisar comparecer mais tarde. Aqueles que adquirirem o livro no dia, ainda concorrerão a brindes. Os sorteios acontecerão em torno de 23h, 23h30. Fique de olho! O Almanaque fica na Av. Bartolomeu de Gusmão, 88, bairro Aparecida, quase esquina com a rua Alexandre Martins.</p>
<p><strong>LANÇAMENTO LIVRO ‘COLETÂNEA CINEZEN | VOL. 1’ EM NOITE MULTICULTURAL</strong><br />
Quando: Sexta-feira, 20 de janeiro, a partir das 19h<br />
Onde: O Almanaque Gastronomia, Cultura e Arte – Av. Bartolomeu de Gusmão, 88, praia da Aparecida, em frente ao Posto 6<br />
Entrada no evento é franca</p>
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		<title>Fórmula &#8216;Nelson Motta&#8217; de biografias não funciona em A Primavera do Dragão</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Dec 2011 03:29:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Mello Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Outros destaques]]></category>
		<category><![CDATA[A Primavera do Dragão]]></category>
		<category><![CDATA[A Primavera do Dragão - A Juventude de Glauber Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Glauber Rocha]]></category>

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		<description><![CDATA[Estilo do autor fica melhor direcionada a artistas menos complexos que o cineasta]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-35020" title="Primavera" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/12/Primavera.jpg" alt="" width="279" height="400" />Na contracapa de “A Primavera do Dragão”, o autor Nelson Motta é descrito como um biógrafo pop e amoroso. Nada mais adequado. As experiências anteriores justificam esses adjetivos. Pop, por levar para uma quantidade maior de pessoas em uma linguagem acessível a vida de artistas como Tim Maia e momentos da música nacional como fez em “Noites Tropicais” e, amoroso, pois evita entrar em conflitos maiores e privilegia o lado bom de quem retrata.</p>
<p>Se nos livros anteriores isso funcionou bem, o mesmo não pode se dizer com a obra que trata da vida do cineasta Glauber Rocha, lançada pela Editora Objetiva com 370 páginas. Mesmo que o autor avise no subtítulo: “A Juventude de Glauber Rocha”, o trabalho fica superficial demais para uma personalidade tão genial e confusa quanto a deste baiano nascido em 14 de março de 1939 em Vitória da Conquista e falecido no Rio de Janeiro em 22 de agosto de 1981.</p>
<p>Glauber Rocha foi uma figura controversa que se arremessava de cabeça no que acreditava. Gostava de um poema de Murilo Mendes chamado “Mapa”, que pregava o “desespero de não poder estar presente a todo os atos da vida” para “inaugurar no mundo o estado de bagunça transcendente.” Esse desejado estado, ele colaborou para existir principalmente na tríade “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, “Terra em Transe” e “O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro”.</p>
<p>“A Primavera do Dragão” mostra a infância de Glauber e reconstrói os primeiros passos da família, o levando ao colégio e a formação das primeiras amizades, com nomes como João Ubaldo Ribeiro. Depois, envereda pelo raciocínio mais crítico e a paixão avassaladora pelo cinema, que foi responsável pelas mais diversas peripécias. Repleto de casos espirituosos, Nelson Motta encerra o livro justamente na participação de “Deus e o Diabo na Terra do Sol” em Cannes, deixando muita coisa de fora.</p>
<p>Da parte que talvez seja a mais brilhante com “Terra Em Transe”, e depois passando pelo exílio até os últimos anos de difícil convivência e trato, Nelson Motta preferiu abster-se. Uma atitude sábia do ponto de vista de aceitação do trabalho, pois se optasse por tratar desses fatos, evidente que fugiria do subtítulo da obra, mas principalmente a deixaria mais densa e traumática e assim não poderia ostentar colocá-la entre a lista de mais vendidos onde vez ou outra se faz presente.</p>
<p>A fórmula “Nelson Motta” de biografias não parece desgastada em si, só que fica melhor direcionada para artistas com um lado menor de problemas existenciais (não que Tim Maia fosse um anjo, mas&#8230;). Para tentar entender Glauber Rocha, o maestro que impulsionou o Cinema Novo, não cabe somente a leitura desse “A Primavera do Dragão”, e sim a de outras obras, algumas inclusive relacionadas como própria fonte de pesquisa do livro. Como início para os mais jovens, até que funciona. Mas, só isso.</p>
<p><strong>A PRIMAVERA DO DRAGÃO</strong> <strong>– A JUVENTUDE DE GLAUBER ROCHA</strong><br />
Autor: Nelson Motta<br />
Editora Objetiva<br />
370 páginas<br />
Biografia</p>
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		<title>Romance policial Bala com Bala, de Marcio Callegaro, é lançado pelo selo Mirfak, da Algol Editora</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 14:23:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CineZen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Algol]]></category>
		<category><![CDATA[Ari Mascarenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Bala com Bala]]></category>
		<category><![CDATA[Marcio Callegaro]]></category>
		<category><![CDATA[Mirfak]]></category>

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		<description><![CDATA[Livro inicialmente terá sessões de autógrafos em São Paulo e Santos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-34458" title="balacombala1" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/10/balacombala1.jpg" alt="" width="344" height="546" />O romance policial “Bala com Bala”, de Marcio Callegaro, chega às livrarias em novembro, pelo selo Mirfak, da Algol Editora, em edição econômica e ampla distribuição em âmbito nacional. O autor autografará a obra primeiramente em São Paulo, dia 18 de novembro, sexta-feira, 18h, na Livraria da Vila (Loja Lorena Alameda Lorena, 1731, Jardim Paulista). Um dia depois, em Santos, 18h, na Livraria Realejo (Rua Marechal Deodoro, 2, Gonzaga).</p>
<p>A história chega ao mercado editorial brasileiro em momento oportuno e possui todos os quesitos para agradar ao atual leitor de <em>best-sellers</em>. Aborda, e bem, tema de interesse: a atuação da polícia, agora a Civil, vista por quem viveu essa realidade por dentro. Porém, não espere do livro apenas momentos de ação e operação policial, pois a narrativa nos fala de dramas humanos, vividos por um investigador de nome Tirso Falheiros Pontes que, diariamente, se desdobra entre as dificuldades de um trabalho penoso, de baixo ganho e alto risco, enfrentando as mais diversas mazelas da vida cujo conhecimento, de certo modo, é comum a todos nós, cidadãos contemporâneos.</p>
<p>Uma curiosidade é o fato de Callegaro, além de escritor, ser estudioso de Teoria da Literatura, o que poderia indicar intricadas narrativas ou rebuscada linguagem afastando do livro o leitor comum, o que efetivamente não acontece. Consegue o autor escrever um livro dinâmico, envolvente e moderno, onde as ações e os sentimentos se misturam, de forma equilibrada, assim como os erros e os acertos do protagonista Tirso. Não se trata, portanto, do gênero policial clássico, de um crime a ser solucionado ou de simplesmente um investigador <em>hard-boiled</em>, durão e de moral rígida, que se consagra ao final, mas, contrário a isso, bastante humano para um personagem típico do gênero, com conflitos de um cidadão comum, lutando entre forças opostas, esforçando-se para organizar sua vida pessoal.</p>
<p>Outro ponto que chama a atenção é a escrita cuidadosa da narrativa contrastando, nos diálogos, com o linguajar do dia a dia, tanto do policial quanto do marginal, uma combinação de bom efeito estilístico. Também, ao longo do romance, momentos inesperados de crueza mesclados com a suavidade do poético, muitas vezes habitando a mesma página. E não se poupa o leitor da violência urbana, normais na vida de um investigador, ou de situações libidinosas.</p>
<p>Para quem pensou já ter lido de tudo no gênero policial, a Mirfak busca dar um passo adiante. Maiores informações sobre o romance “Bala com Bala” podem ser obtidas pelo e-mail <a href="mailto:info@algol.com.br">info@algol.com.br</a>.</p>
<div>
<p><strong>Ficha Técnica &#8211; Bala com Bala<br />
</strong>Autor: Marcio Callegaro<br />
Editora: Algol &#8211;  Selo Mirfak<br />
ISBN: 978-85-60187-38-6<br />
187 páginas<br />
Gênero: Romance Policial<br />
Formato: 110X180mm<br />
Miolo: OFFSET LD MD &#8211; 75gramas</p>
<p><strong><big>Serviço:</big></strong><br />
<strong>Lançamento de Bala com Bala em São Paulo</strong><br />
Quando: Sexta-feira, 18 de novembro, 18h<br />
Onde: Livraria da Vila – Loja Lorena Alameda Lorena, 1731 &#8211; Jardim Paulista São Paulo &#8211; SP 11 3062-1063</p>
<p><strong>Lançamento de Bala com Bala em Santos</strong><br />
Quando: Sábado, 19 de novembro, 18h<br />
Onde: Livraria Realejo - Rua Marechal Deodoro, 2 Gonzaga – Santos &#8211; Tel: 13 3289-4935</p>
<div id="attachment_34459" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-34459" title="Em casa" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/10/Em-casa-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Marcio Callegaro</p></div>
<p><strong>Marcio Callegaro</strong> nasceu em São Paulo, reside em Santos desde 1997.  É estudioso de Teoria da Literatura. Transita com facilidade entre diferentes gêneros textuais.  Dramaturgo e romancista, possui premiações em música, teatro, roteiro de HQ, <em>fan fiction</em>, contos fantásticos e literatura infanto-juvenil. Participa da antologia “Contempoemidade — olhares sobre o espaço<em> </em>que nos cerca”, pela Algol Editora. Contato: <a href="mailto:mrcallegaro@yahoo.com.br" target="_blank">mrcallegaro@yahoo.com.br</a>.</p>
<p><strong>Sobre a Algol:</strong> Editora brasileira que mantém como foco editorial o universo da música erudita (exclusiva no país unicamente neste segmento). Foi fundada em 2006 pelo empresário Heraldo Luiz Marin. A pedra inaugural foi a publicação do  livro/CD “Minhas Pobres Canções”, da soprano Niza de Castro Tank, trazendo a integral das canções de Carlos Gomes. Em 2009, ganhou notoriedade dentro do universo erudito nacional ao adquirir os direitos e promover o Prêmio Carlos Gomes, já na sua 15ª edição. Trata-se de um importante evento que reconhece os maiores nomes da cena clássica contemporânea. Em 2011, com o intuito de avançar no mercado de livros de ficção e poesia criou o selo Mirfak.</p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Papo com o escritor e editor Ari Mascarenhas</title>
		<link>http://cinezencultural.com.br/site/2011/10/12/papo-com-o-escritor-e-editor-ari-mascarenhas/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 19:13:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Azenha, editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Outros destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Algol]]></category>
		<category><![CDATA[Ari Mascarenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Contempoemidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mirfak]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cinezencultural.com.br/site/?p=34229</guid>
		<description><![CDATA[Em pauta: mercado editorial, história da Algol, relação autor/editora, meio literário santista, entre outros assuntos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fotos: <strong>Acervo pessoal/Ari Mascarenhas</strong></p>
<div id="attachment_34231" class="wp-caption aligncenter" style="width: 641px"><img class="size-full wp-image-34231" title="sarau da serra junho 2011" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/10/sarau-da-serra-junho-2011.jpg" alt="" width="631" height="391" /><p class="wp-caption-text">Sarau da Serra (Junho/2011)</p></div>
<p>Ari Silva Mascarenhas de Campos, ou Ari Mascarenhas, 33 anos, é editor do selo Mirfak, da editora <a href="http://algol.lojatemporaria.com/">Algol</a>, de São Paulo, professor de Língua Portuguesa, especializado em estudos literários e mestrando na área de estudos comparados das literaturas de LP na  Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas de São Paulo (FFLCH-USP). Tem no currículo o livro “Fruto Vermelho” e a participação na antologia <a href="http://cinezencultural.com.br/site/2011/06/03/antologia-contempoemidade-e-amalgama-de-relacoes-espaciais/">“Contempoemidade”</a>, a qual lançou em Santos. Depois, retornou à cidade para prestigiar o <a href="http://cinezencultural.com.br/site/2011/08/21/debate-teve-importantes-questoes-levantadas-sobre-o-meio-literario-da-baixada-santista/">CineZen Literário</a>. Além do talento e da experiência que traz, percebe-se a generosidade em sua maneira de atuar e se relacionar com os colegas. Participará, em 26 de novembro, na cidade, do <a href="http://cinezencultural.com.br/site/2011/10/03/em-novembro-bate-papo-beneficente-abordara-momento-do-mercado-editorial/">CineZen Mercado Editorial: Necessidades das editoras e autores</a>. O intuito do encontro será elucidar várias questões, como qual o processo que os escritores devem realizar para publicar, lançar e distribuir a obra de maneira satisfatória.</p>
<p>Em entrevista exclusiva ao <em>CineZen</em>, Ari falou sobre a Algol, o Mirfak, mercado editorial, e também narrou seus primeiros passos na literatura e gostos pessoais. É um papo imperdível para quem aprecia literatura e quer conhecer mais sobre esse universo no país. Assim como disse Márcio Callegaro em comentário publicado no site, é a chance de aprender, de graça, por algo que muitos autores precisam pagar, e muito, em universidades: descobrir os meandros do setor.</p>
<p>Quem não é autor, mas aprecia livros e música, eis outro prato cheio. Ari aproveitou para comentar o meio cultural em Santos e elogiou escritores da região, a exemplo de Vieira Vivo, Cláudia Brino e Sidney Sanctus, mais o livreiro José Luiz Tahan. E, surpresa: “Se me permites, André Azenha, pretendo em breve escrever uma análise das obras que li desses autores e publicá-las no mais novo espaço da literatura brasileira o site: CulturalMente Santista. O nível desses autores é muito bom e creio que, por isso, eles merecem uma análise mais detalhada de seus trabalhos”. Fique à vontade Ari, só temos a agradecer.</p>
<p>Abaixo, a conversa completa.</p>
<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-34233" title="P04-05-11_12.30" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/10/P04-05-11_12.30.jpg" alt="" width="320" height="240" />Como surgiu seu interesse pela escrita. Lembra quando publicou seu primeiro texto?<br />
</strong>O meu interesse por literatura surgiu quando comecei a me interessar por histórias. Adorava ouvir minha avó e minha mãe contando os mitos que conheciam. Meu pai, Sr. Ary Mascarenhas, era um homem muito vivido e tinha muito que contar. Apesar de ter quatro irmãos sob o mesmo teto em minha infância, as brincadeiras prediletas sempre foram as que inventavam histórias. Então eu escrevia roteiros imaginários para os filmes, igualmente imaginários, que meus brinquedos participavam e me divertia meses seguidos com as séries produzidas. Lembro-me até de ter sonhado com alguns personagens. Personagens que até hoje vivem em minha mente: Capitão Sol, Robot, Tubarões, Dinâmicos, etc&#8230;</p>
<p>Gosto de contar essa passagem porque a imaginação da infância não é o princípio de uma esquizofrenia que os adultos insistem em combater, mas sim as verdadeiras manifestações criativas. Veja o Ziraldo, por exemplo, sua obra está toda focada nas releituras de suas fantasias lúdicas.</p>
<p><strong>Quando começou a escrever, procurava se inspirar em alguém? Quais foram seus autores prediletos no começo?</strong><strong><br />
</strong>Desde criança já escrevia algumas poesias e letras de música. Aliás, meu primeiro cordel foi aos 12 anos, sempre como exercício. Alguns desses escritos foram publicados em “Fruto Vermelho”, que nada mais é que uma trajetória poética da minha formação e minha percepção como espécie humana que vive em bandos.<strong> </strong>Em 1999 iniciei um romance, ainda não publicado, cujo nome é “EVOLUÇÃO”. Na ocasião, a prosa era o que mais me inspirava e, portanto, tudo o que desenvolvia no campo da escrita tinha como base minhas leituras de romances e contos. Meus autores prediletos eram os russos do século XIX, principalmente Alexander Pushkin e Fiódor Mikhailovich Dostoiévski. Sempre li poesia, mas nunca tive coragem de escrever. E aí meu primeiro livro em 2008, “Fruto Vermelho”, é de poemas, uma verdadeira evolução para mim. Meu poeta predileto no colégio era Fernando Pessoa.<strong> </strong>Fiz oficina literária com o poeta Claudio Willer, importante expoente da cultura Beat no Brasil.</p>
<p><strong>Conte sua trajetória até se envolver profissionalmente com a literatura.<br />
</strong>Antes de qualquer coisa, é preciso falar que um dos grandes incentivadores, porque tive a felicidade de ter muitos, foi meu pai. Aos onze anos ele me deu uma caixa com livrinhos de Bang Bang, novelas que eram publicadas em pocket na década de 80. Aqueles livros apareceram para mim como um insulto, já que eu gostaria muito de ter ganhado uma bola de capotão, então decidi ler só pra provar a ele que eu poderia discutir sobre o enredo, único aspecto perceptível para mim na época, a altura com meu pai.</p>
<p>Outro dia das crianças, agora em 1990, meu irmão Sidney, considerado na época o atleta da casa, ganha luvas e tornozeleiras de jogador de futebol, e meu pai me entrega Cr$ 50.000,00, aproximadamente R$25,00 hoje (de acordo com a ultima cotação do Cruzeiro – URV 2750,00 – 1994). O que eu fiz com o dinheiro? Fui até uma livraria e comprei dois livros que marcaram a minha vida &#8211; são eles: “História de Pobres Amantes” – Vasco Patrolini  e “Eu, Claudius o Imperador” – Robert Graves. Tenho esses livros até hoje, e para mim são relíquias. Pois bem, ainda nessa época eu escrevia canções, fazia paródias e escrevia cordel, tudo de forma amadora; além disso gostava de escrever cartas de amor enormes, com diversas páginas, para as poucas namoradas que tive na adolescência.</p>
<p>Estudei no colégio modelo de Itapecerica da Serra, EEPSG João Baptista de Oliveira, que coincidentemente tem a mesma idade que eu. Ao sair do colégio não ingressei diretamente na Faculdade, pois como quase todos os adolescentes que encerram o ensino médio, tinha dúvidas do que queria fazer. Só fui me decidir aos 25 anos de idade. A decisão foi bem simples – Eu mais gosto de fazer? Ler. Pois bem, curso de Letras. Decidido.</p>
<div id="attachment_34235" class="wp-caption aligncenter" style="width: 708px"><img class="size-full wp-image-34235" title="autografos no Roots Reggae Bar" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/10/autografos-no-Roots-Reggae-Bar.jpg" alt="" width="698" height="524" /><p class="wp-caption-text">Ari autografa no Roots Reggae Bar</p></div>
<p><strong><br />
E a atuação pela Algol, como foi? Como funciona sua atuação na editora?<br />
</strong>A Algol editora surgiu por conta da paixão do empresário Heraldo Luiz Marin por música erudita. Meu irmão, Ciro da Silva Mascarenhas de Campos, funcionário do empresário desde 2004, me apresentou ao Heraldo para fazer revisão de texto como freelancer. Nessa época eu trabalhava na empresa Nextel, era monitor de atendimento e marketing, uma função que nada tinha a ver com meus estudos, mas que era necessária para mantê-los. Minha primeira revisão foi um desafio incrível, o livro se chamava “Arte do Piano”, do escritor Sylvio Lago, uma enciclopédia da história do piano, seus principais intérpretes e compositores. O desafio estava no fato de eu não conhecer nada de piano. Mas enfim, deu tudo certo. Depois vieram outros trabalhos até que, em 2008, ele me convidou para fazer parte da equipe, na área de marketing e revisão. Sabe como é, em editora pequena um único profissional desenvolve diversas funções. Fiz algumas seleções de textos, participava do conselho editorial e por fim surgiu o selo Mirfak. A Algol é também um selo de áudio e trabalha também com a produção, multiplicação e distribuição de CDs. Os investimentos não param por aí: a editora Algol é detentora dos direitos do Premio Carlos Gomes, o Oscar da música erudita brasileira, e possuí um conjunto musical próprio o Algol Ensemble. Resumidamente sou um selecionador de textos, revisor, editor do selo, responsável pelo contato com as livrarias e distribuidoras, divulgador e leitor da Algol.</p>
<p><strong>A Algol começou como editora voltada ao mercado de música erudita. Como está esse mercado no Brasil e qual o retorno que a editora tem conseguido nesse tempo?<br />
</strong>O mercado de música erudita, como quase todos os mercados, tem os seus prós e contras. O que está a favor desse segmento são os seguintes aspectos: Exclusividade na produção literária no Brasil, escolas de música sedentas por títulos em língua portuguesa, alteração da LDB (Lei de diretrizes e bases do ensino público) com a lei nº 11.769 que oficializa o ensino de música nas escolas, o crescente número de orquestras e artistas do gênero no Brasil e as divisões dentro das livrarias para o gênero musical.</p>
<p>Os contras são: Os excessos temporários de um determinado gênero praticado pela industria fonográfica nas rádios e programas televisivos, a força das grandes editoras (que geralmente trabalham com Best Sellers ou apelos midiáticos) nos espaços locados dentro das livrarias, o condicionamento do público leitor aos textos específicos apenas para fins de formação, e, na minha opinião, o principal é a elitização da música erudita. Você vai aos espetáculos de ópera e são sempre os mesmos. Os ingressos no Theatro São Pedro, normalmente custam R$ 20,00, mas  os espetáculos ocorrem em horários e dias cuja classe trabalhadora não pode comparecer. Ainda que digam que estou errado, penso que o interessa aí está em dificultar o acesso através do horário.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-34238" title="adapta+º+Áes capa final" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/10/adapta+º+Áes-capa-final.jpg" alt="" width="337" height="474" />Quanto ao retorno, vou falar de acordo com o que me contam os colegas de todas as editoras que conheço. Nenhuma editora começa a lucrar com menos de cinco anos de existência. Ou seja, são 60 meses de investimento para começar a ver a praia. O que me leva a acreditar que o problema não é o ramo, mas sim o mercado editorial brasileiro. E isso se deve ao fato de investirmos pouco nos nossos artistas locais. Se gasta muito para publicar adaptações de Best Sellers estrangeiro, porque temos uma grande dificuldade de nos emanciparmos do mercado editorial mundial. A Algol nada contra a corrente nesse sentido também. Nossos autores, Lauro Machado Coelho, Sylvio Lago, Marco Aurélio Scarpinella, Niza de Castro Tank e nossos artistas Sônia Rubisnki, Carlos Moreno, Rodrigo Esteves, Fernando Portari, Márcia Guimarães, e outros, são todos brasileiros. Acho isso muito importante. <span id="yui_3_2_0_1_1319126623850145" style="color: #000000;">Como podemos aspirar ao título de primeiro mundo se conservamos uma cultura de consumo tão colonial? </span>No Brasil, Madona será sempre mais importante que Clara Nunes. E no campo da música clássica não é diferente. Entre os críticos desse gênero não dá pra se comparar Gilberto Mendes com Von Karajan. Isso mostra o quanto esses críticos são eurocêntricos e atrasados na percepção espacial. Com tudo isso a Algol ainda conseguiu lançar 35 títulos e já está na fase de conclusão do 6º e-book (uma fatia que ainda engatinha no Brasil), dentre os títulos se destacam a série de  biografias assinadas por Lauro Machado Coelho (“O Cigano Visionário: Vida e Obra de Franz Liszt”, “O menestrel de Deus: Vida e obra de Anton Bruckner”, “Sinfonia Fantástica: Vida e obra de Hector Berlioz”, “O cantor da Finlândia: Vida e Obra de Jean Sibelius” e “Nela vive a Alma do seu povo: Vida e obra de Bela Bartók”), Lauro Machado assina também os dois primeiros livros de Poesia que editora lançou – “Poesia Soviética” e “Anna, a voz da Rússia” (vida e Obra de Anna Akhmátova – incluindo um CD com declamações da própria Anna e em português por Beatriz Segall), “A Arte do Piano e Arte da Regência”, de Sylvio Lago, além de outros títulos  de João Luiz Sampaio, João Marcos Coelho, Roberto Duarte, entre outros. Acho que fugi do assunto (risos). <strong></strong></p>
<p><strong>Como surgiu o selo Mirfak?<br />
</strong>O Selo Mirfak surgiu da necessidade de entrarmos no mercado popular. O nosso diretor, Dr. Heraldo Luiz Marin, apesar de ser uma pessoa bastante esclarecida em literatura clássica, se mostra um pouco avesso às produções modernas em qualquer tipo de arte. Mas isso aqui é negócio, então nossos valores pessoais ficam de lado. Pois bem, ele autorizou a criação do selo, uma clara ramificação da editora para esse novo projeto mercadológico. Mas a discussão do selo só foi levada às instâncias decisivas quando estávamos discutindo o livro “Contempoemidade”. Esse selo abriu as portas para outras produções. A característica principal dele é o custo baixo. Trata-se de uma produção exclusivamente voltada para a distribuição em bancas, revistarias e livrarias menores; o que não impede de ser distribuído pelas grandes redes, como o que acontece atualmente. Poderia afirmar que Mirfak é nossa linha popular, onde os livros só podem alcançar um teto de preço de R$ 20,00. Mantemos a qualidade da produção Algol editora, mas com uma série de ajustes nos contratos e nos formatos das edições, conseguimos distribuir com custo baixo. Outro aspecto interessante do selo é que, pelo fato de ter um custo de produção bem menor que as produções tradicionais da editora, seu retorno é mais rápido permitindo assim novas impressões.</p>
<p><strong>Muitos escritores que procuram gráficas e editoras, tem seus livros estocados em casa. Fazem mil exemplares e vendem 50, 100. Por que isso ocorre? Há ingenuidade por parte dos autores?</strong><strong><br />
</strong>Eu não culpo os autores pelos seus insucessos, falta de reconhecimento e principalmente espaço no mercado. Defendo a ideia de que o mercado é ilusório. Não existe a tal liberdade de distribuição, acesso e divulgação que os neo-liberais insistem na tentativa de convencer as massas. E isso não é apenas no mercado editorial. Pensemos no ramo do atacado. Tente montar um mercado na rua de sua casa. Você estará fadado a ser um mercado pequeno, porque a tal liberdade comercial que o sistema divulga é engolida pelas gigantescas incorporações. Logo seu mercadinho vai fechar porque um grande abrirá uma loja descomunal na sua rua. As grandes redes estão falindo até as pequenas vendas do interior. <strong></strong></p>
<p>No caso do mercado editorial é a mesma coisa. Você nunca vai vender como um Paulo Coelho ou um Milton Hatoun, a não ser que feche um contrato com os grandes conglomerados editoriais. Se eu chamar um autor que fez mil livros e só vendeu 50 de ingênuo, então eu vou afirmar que Mario de Andrade, Plínio Marcos e João Antonio eram extremamente ingênuos. No caso do Plínio, que nos é mais próximo, todos sabem que ele vendia seus livros na praça Roosevelt de mão em mão. Quando ele foi ao programa do Jô, disse abertamente que estava sendo censurado pelo mercado. Plínio Marcos não era recusado pelas editoras porque escrevia polêmicas, Rubens Fonseca faz isso até hoje e sempre encontra editora. O caso de Plínio Marcos é que suas obras não tinham status de bom produto para o mercado.</p>
<p>Dessa forma defendo que o problema é muito maior. Não podemos nos julgar incapazes porque querem que nos julguemos assim. Estamos fazendo o jogo deles. Quando vejo uma Costelas Felinas publicando, fico muito feliz. O Vieira Vivo e a Cláudia Brino são transgressores dessa opressão mercadológica. Nadando contra a corrente, vão buscando seu espaço que só não é maior por uma questão de cultura mercadológica. Quando rompermos com os modelos literários imprimidos pelas grandes incorporações, daremos um grande passo para uma verdadeira realização cultural. Parece meio incoerente um funcionário de uma editora tradicionalista (em seu modelo de negócio) falar dessa maneira, mas aqui quem fala é o Ari, escritor, leitor e principalmente consumidor de livros. Agora, o Ari funcionário da editora, dentro dos princípios que defendo e expus acima, vai jogar conforme o jogo e procurar aos poucos encontrar um espaço no mercado atual. Mas toda vez que tivermos a oportunidade precisamos expressar nossa indignação. Ninguém vai parar de trabalhar por ser crítico ao sistema, vamos continuar na luta, mas que o capitalismo saiba que não estamos dopados. Não sei se respondi.</p>
<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-34240" title="Snapshot_20100802" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/10/Snapshot_20100802-300x188.jpg" alt="" width="300" height="188" />Qual o critério que uma editora adota para selecionar o que será ou não publicado? Conta mais o potencial comercial, a qualidade?<br />
</strong>O potencial comercial sem dúvida. As editoras estão preocupadas com o que vende. Se você escreve um romance policial, elas pegam o seu texto, analisam o quanto há de comercial nele. Se houver um convencimento, ela prepara o produto e a sua divulgação. A qualidade está diretamente ligada às questões comerciais. Vamos pensar&#8230; O que é uma boa literatura? Dentro dos critérios acadêmicos,  é aquela cuja expressão estética e construção de imagem sejam ricas e ofereçam algum enigma linguístico para uso posterior. Isso, para o mercado, não serve. O que é uma literatura de qualidade para o mercado? É aquela que vende milhões, mesmo que não tenha nada para oferecer e esteja carregada de obviedades. O livro “Dois Irmãos” do Milton Hatoum, ganhou premio Jabuti, faz parte das listas de obras obrigatórias em muitas universidades, foi traduzido em mais de 10 países e a pergunta é: nos 11 anos, desde seu lançamento, o que vendeu mais: “Dois Irmãos” ou o “Crepúsculo”? Portanto, a qualidade não garante as vendas &#8211; o máximo onde você poderá chegar é ser bem quisto pela academia e ter seu livro nas universidades. Vale ressaltar que as principais universidades possuem suas próprias editoras e que os novos cânones, curiosamente, surgem sempre dessas publicações.</p>
<p><strong>Quais os próximos lançamentos da Algol?<br />
</strong>No prelo, só pra usar o antigo termo dos livreiros, estão os CDs “Mendelsohn”, da Pianista Sônia Rubinsky, o livro  “Una Voce Poco Fá”, do professor Sergio Casoy ( /incluindo 2 CDs), um livro ainda sem título com a biografia de Cássio M’ Boy, da professora Vera Mascarenhas, e mais alguns em discussão.</p>
<p>Quanto ao selo Mirfak, estamos estudando a publicação de uma coletânea dos poetas de Itapecerica da Serra (“Itapoesia”), de uma antologia de contos ainda em fase de discussão, do livro “Marraio, Feridô Sô Rei”, do autor carioca André Luiz Lacé, que também participou do projeto “Contempoemidade”.</p>
<p><strong>E seus projetos pessoais? Pretende lançar algum livro ainda em 2011 ou para o ano que vem?<br />
</strong>Pretendo lançar o meu primeiro romance, aquele que escrevo desde 1999, “Evolução”, pelo Selo Mirfak. No mais, ainda não posso me dedicar mais a essa tarefa porque hoje tenho os seguintes projetos: Oficina Literária no Instituto Arapoty, aos domingos; as atividades do Grupo de Poetas de Itapecerica da Serra (Itapoesia) que me receberam de braços abertos em maio desse ano, algumas aulas particulares que ministro, a editora e minha dissertação de mestrado.</p>
<p><strong>Você esteve no CineZen Literário e lançou a antologia “Contempoemidade” em Santos. Também participará de um bate-papo em 26 de novembro. Como tem enxergado o meio cultural de Santos? Qual o nível das obras e autores que conheceu até agora?</strong><strong><br />
</strong>Pra ser bem sincero eu não conhecia nada da cidade de Santos. Um pouco de Martins Fontes, Vicente de Carvalho na literatura e Gilberto Mendes na música. Até que em 2009 conheci o maestro Antonio Eduardo e fiquei encantado com seu trabalho. A partir daí, comecei a olhar para Santos com outros olhos. Ainda no ano de 2009 conheci o autor e dramaturgo Márcio Callegaro, com o qual tive muito orgulho de estudar junto e conhecer um pouco do seu trabalho. A surpresa com sua qualidade literária está descrita no posfácio do livro “Bala com Bala”, portanto, minha admiração por esse ser humano é pública e imensurável. Através dele conheci alguns autores de Santos e pude ter contato com a obra do Vieira Vivo, da Claudia Brito e do Sidney Sanctus, que também me causaram uma ótima impressão. Se me permites, André Azenha, pretendo em breve escrever uma análise das obras que li desses autores e publicá-las no mais novo espaço da literatura brasileira o site: CulturalMente Santista. O nível desses autores é muito bom e creio que, por isso, eles merecem uma análise mais detalhada de seus trabalhos. Devo fazer isso em dezembro. Adianto apenas que nunca fui apreciador da poesia erótica, mas que comecei a mudar meu conceito após ler um livro delicioso de Sidney Sanctus chamado “Musa Atômica”, o qual devo incluir nesses artigos de fim de ano.<strong> </strong>Contudo o que me deixou mais encantado, além da boa produção da baixada, foi a movimentação cultural promovida pelo CineZen, a clareza de Análise da jornalista Madeleine Alves e a experiência cultural do Sr. José Luiz Tahan. Apesar de muito jovem, o Tahan tem tanta história pra contar que 20 minutos de bate-papo com ele é como se tivéssemos lido uma enciclopédia literária.</p>
<p><strong>Quais seus autores preferidos?<br />
</strong>Lá vai a lista:</p>
<p>Prosa Universal: Dostoievski, Garcia Lorca, Philip K. Dick, Mia Couto e Saramago.</p>
<p>Prosa Nacional: João Antonio, Guimarães Rosa.</p>
<p>Poesia Universal: Natália Gorbaniévskaia, Leoníd Martýnovm e Fernando Pessoa.</p>
<p>Poesia Nacional: Cruz e Souza, João Cabral de Melo Neto e Claudio Willer.</p>
<p>Crítica Literária Universal: Walter Benjamin, Raymond Willians e Terry Eagleton.</p>
<p>Crítica Literária Nacional: Antonio Candido e Flora Sussekind.</p>
<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-29933" title="contempoemidadecapa" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/06/contempoemidadecapa.jpg" alt="" width="244" height="400" />Quais seus livros de cabeceira? E tem algum que tenha lhe surpreendido recentemente?</strong><strong><br />
</strong>Livro de cabeceira – “Os Irmãos Karamazov” ( Dostoievski) e “Moby Dick” (Hermann Melville)<strong>.</strong></p>
<p>Livro que me surpreendeu recentemente de forma positiva – “Os condenados da Terra”, de Franz Fanon  e “Marraio Feridô Sô Rei”, de André Luiz Lacé Lopes, autor que tive a honra de trabalhar junto na antologia “Contempoemidade”, e “Predadores”, do autor angolano Pepetela.</p>
<p>Livro que me surpreendeu negativamente – “Em busca da Aurora do Mundo”, Érico Veríssimo e o “Planalto e a Estepe”, Pepetella. Aliás, esse é um autor angolano do qual gosto muito, seus livros anteriores são verdadeiras preciosidades, mas esse ultimo não me cativou.</p>
<p><strong>Fique à vontade para deixar um recado aos leitores do site.<br />
</strong>Queria deixar o seguinte recado que foi a base para a criação de “Contempoemidade: Olhares sobre o espaço que nos cerca”, cuja proposta principal é apresentar exemplos de poetização do espaço prosaico, ou seja, que o leitor identifique no seu dia a dia as temáticas que podem se transformar em poesias e melhorar sua visão daquele espaço, sua relação e consequentemente sua experiência. O autor angolano Ondjaki, no lançamento do seu ultimo livro em São Paulo, sugeriu a mesma coisa, que apuremos os nossos olhares e busquemos a poesia, imanente de nossa sensibilidade, refletida em qualquer espaço. A poesia transforma as pessoas. Todo leitor é um autor. Leiam atentamente tudo e descobrirão que o espaço que nos cerca tem muito mais a dizer sobre nós mesmos do que dele próprio. Obrigado pela oportunidade. Gostaria de agradecer também ao Heraldo Luiz Marin, que me deu a oportunidade de publicar a coletânea e permitiu que eu pudesse mostrar minha poesia aos meus leitores. Muitos dos artistas que citei nessa entrevista o tem como um verdadeiro mecenas. E claro, não poderia deixar de agradecer a minha orientadora de mestrado a professora Vima Lia, cuja sensibilidade literária está acima das friezas acadêmicas tão comuns nesses espaços.</p>
<p>Contato do entrevistado: frutovermelho@gmail.com.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Em novembro: Bate-papo beneficente abordará momento do mercado editorial</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 20:46:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Azenha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[1º CineZen Literário]]></category>
		<category><![CDATA[Ari Mascarenhas]]></category>
		<category><![CDATA[CineZen Literário]]></category>
		<category><![CDATA[Marcio Callegaro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cinezencultural.com.br/site/?p=34005</guid>
		<description><![CDATA[Encontro de 26/11, em prol da Casa Vó Benedita, reunirá às 20h, na Ao Café, Ari Mascarenhas, editor do selo de ficção Mirfak, da Algol Editora, e o escritor Márcio Callegaro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-34006" title="logo" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/10/logo.jpg" alt="" width="698" height="153" /><br />
Não são poucos os casos. A pessoa quer publicar sua obra, procura uma gráfica, faz mil exemplares, lança o livro, vende alguns e fica com um grande estoque em casa, encalhado. Por outro lado, há as editoras. Muitos escritores não conseguem ver suas obras literárias publicadas e distribuídas profissionalmente por essas empresas. Com o intuito de elucidar questões referentes ao mercado editorial, como proceder junto e o que interessa à editora, que o <strong><em>CineZen</em></strong> realizará, em 26 de novembro, um sábado, às 20h, na Ao Café, o <strong>“CineZen Mercado Editorial: necessidades das editoras e autores”</strong>. O bate-papo contará com a presença de dois profissionais do segmento: <strong>Ari Mascarenhas</strong>, editor do selo de ficção Mirfak, da Algol Editora, de São Paulo, e <strong>Márcio Callegaro</strong>, escritor que lançará em breve seu primeiro romance, “Bala com Bala”, distribuído nacionalmente. Ambos responderão perguntas do público.</p>
<p>O encontro é beneficente: pede-se a gentileza da doação de uma lata de Mucilon ou um quilo de alimento não perecível em prol da Casa Vó Benedita, ou um brinquedo em bom estado para a ação Na Trilha do Noel, da Associação Projeto TAMTAM.</p>
<p>O <strong>Ao Café</strong> (<a href="http://www.aocafe.com.br/" target="_blank">www.aocafe.com.br</a>) fica na Avenida Siqueira Campos, 462, no Boqueirão, esquina do Canal 4 com a Rua Doutor Lobo Viana. Durante o evento, serão sorteados livros e vales-locação da Vídeo Paradiso.</p>
<p><strong>Sobre os debatedores:</strong></p>
<div id="attachment_34007" class="wp-caption alignright" style="width: 293px"><img class="size-full wp-image-34007" title="arimarcio" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/10/arimarcio.jpg" alt="" width="283" height="187" /><p class="wp-caption-text">Ari e Márcio no lançamento da antologia &quot;Contempoemidade&quot;, em São Paulo (Foto: L.AUGUSTO)</p></div>
<p><strong>Ari Mascarenhas:</strong> Graduado em Letras (2007), pós-graduado em Estudos Literários (2010) e com Extensão Universitária pela faculdade de Filosofia, Letras e ciências humanas ( FFLCH-USP) em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa (2010). Autor dos livros “Fruto Vermelho” (2008) e “Contempoemidade: Olhares sobre o espaço que nos cerca” (2011), onde atuou também como organizador da coletânea. Professor de Literatura, atualmente ministra o curso de Literaturas de Língua Portuguesa no Instituto Arapoty, faz parte do grupo de poetas de Itapecerica da Serra (Itapoesia). Atua como membro titular do Grupo de estudos de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa  - FFLCH- USP. É editor do selo de ficção, Mirfak, da Algol Editora desde 2008.</p>
<p><strong>Marcio Callegaro</strong> nasceu em São Paulo, re eside em Santos desde 1997.  É estudioso de Teoria da Literatura, transita com facilidade entre diferentes gêneros textuais.  Dramaturgo e romancista, possui premiações em música, teatro, roteiro de HQ, <em>fan fiction</em>, contos fantásticos e literatura infanto-juvenil. Participa da antologia “Contempoemidade — olhares sobre o espaço<em> </em>que nos cerca”, pela Algol Editora, com programação de lançamento de seu romance para novembro deste ano. Contato: <a href="mailto:mrcallegaro@yahoo.com.br" target="_blank">mrcallegaro@yahoo.com.br</a>.</p>
<p><strong><br />
André Azenha</strong>: Jornalista, crítico de cinema, editor do <a href="http://www.cinezen.net/">www.cinezen.net</a> e do CulturalMente Santista (<a href="http://santoscultural.net/">santoscultural.net</a>). É formado em Roteiro pela Escola de Cinema de São Paulo. Foi repórter e colunista de sites, revistas e jornais de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Alagoas. Desde 2007 é repórter da <em>Veja Litoral Paulista</em>. Em 2008, publicou seu primeiro livro, “Poesia a Quatro Mãos”, escrito em parceria com sua mãe e poetisa Regina Azenha. Trabalhou com o crítico de cinema Rubens Ewald Filho entre 2008 e 2009. Em 2011, fez críticas de filmes para a revista Época São Paulo. No mesmo ano, passou a assinar colunas semanais no portal do Curta Santos e no Jornal da Orla. Mediou o ciclo Documentários Comentados, no Sesc Santos. Participa de e organiza ciclos de cinema e eventos culturais. Colabora com a revista literária <em>Mirante</em> e o Clube de Poetas do Litoral. Também é assessor de imprensa: atuou em agências de comunicação de São Paulo de 2008 a 2011. Em 2009, assessorou a Feira Música Brasil, maior evento do gênero na América Latina, ocorrido no Recife. Criou o <em>CineZen </em>em março de 2009 e no ano seguinte passou a organizar do “CineZen Convida”, com o objetivo de estimular a discussão e a produção cultural. Em 2011, lançou o site <em>CulturalMente Santista</em>, que visa criar um registro jornalístico, na internet, da memória cultural de Santos e região. Escreve também no blog pessoal <a href="http://www.andreazenha.com/">www.andreazenha.com</a>. Contato: <a href="mailto:editor.cinezencultural@gmail.com">editor.cinezencultural@gmail.com</a> e 13 9744-3726.</p>
<p><strong>Sobre a Algol:</strong> Editora brasileira que mantém como foco editorial o universo da música erudita (exclusiva no país unicamente neste segmento). Foi fundada em 2006 pelo empresário Heraldo Luiz Marin. A pedra inaugural foi a publicação do  livro/CD “Minhas Pobres Canções”, da soprano Niza de Castro Tank, trazendo a integral das canções de Carlos Gomes. Em 2009, ganhou notoriedade dentro do universo erudito nacional ao adquirir os direitos e promover o Prêmio Carlos Gomes, já na sua 15ª edição. Trata-se de um importante evento que reconhece os maiores nomes da cena clássica contemporânea. Em 2011, com o intuito de avançar no mercado de livros de ficção e poesia criou o selo Mirfak.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="576"><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>1CineZen Mercado Editorial: necessidades das editoras e autores</strong><br />
Quando: Sábado, 26 de novembro, 20h<br />
Onde: Ao Café, Avenida Siqueira Campos, 462, Boqueirão, Santos (telefone: 13 3224-5744<br />
Entrada no evento é franca*<br />
*Pede-se um quilo de alimento ou uma lata de Mucilon para a Casa Vó Benedita</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color: #ffffff;">.</span><br />
Organização:</strong></p>
<p><strong>CineZen:</strong> Site independente sobre cinema, DVD e Blu-ray, TV e eventualmente literatura, quadrinhos, teatro, música e artes plásticas, lançado em 29 de março de 2009. Tem o objetivo de informar, analisar obras e cobrir eventos dessas áreas (com atenção para a Baixada Santista) e prestar serviços. Semanalmente publica críticas das estreias de cinema e lançamentos em home vídeo, desde filmes contemporâneos até clássicos e cults, colunas, contos, crônicas, reportagens e vídeos, entre outras novidades. Conta com colaboradores de Santos, São Paulo, Santa Catarina, Recife e em 2010 firmou parceria com a Cinemaki, rede social para a discussão de cinema, com membros do Brasil, Argentina, Chile, México, Colômbia, Peru, Venezuela, Espanha, Índia, Estados Unidos e Reino Unido. Atualmente conta com 56 mil acessos únicos mensais. Pode ser acessado pelos endereços <a href="http://www.cinezen.net/" target="_blank">www.cinezen.net</a> ou <a href="http://www.cinezencultural.com.br/" target="_blank">www.cinezencultural.com.br</a>. Contatos: <a href="mailto:editor.cinezencultural@gmail.com" target="_blank">editor.cinezencultural@gmail.com</a> e 13 9744-3726.</p>
<p><strong>Apoio cultural:</strong></p>
<p><strong>Ao Café: </strong>Instalada em uma aconchegante casa, rodeada de muito verde, a Cafeteria Ao Café, inaugurada em maio de 2006, se ressalta não só pelo atendimento personalizado, mas principalmente como um local onde se respira cultura. O cardápio possui 20<em> </em>tipos de café, entre gelados e quentes. Quem preferir um chazinho, a casa possui 33 opções: nacionais e importados, quentes ou gelados. Foi a primeira cafeteria a trazer para a cidade de Santos as famosas sodas italianas. São oito sabores: destacam-se: amora, cereja e maçã-verde. A cafeteria também oferece cervejas long neck Bohemia Pilsen, Bohemia Escura, e a belga Stella Artois, e sorvetes da marca La Basque. Para acompanhar as bebidas a tentação fica por conta dos bolos e salgados. A programação cultural da casa é eclética e pode ser conferida no site <a href="http://www.aocafe.com.br/" target="_blank">www.aocafe.com.br</a><strong>.</strong></p>
<p><strong>Vídeo Paradiso:</strong> Locadora que completou 20 anos de atuação em agosto de 2011, possui um acervo com mais de 17 mil títulos, entre DVDs, Blu-rays e fitas VHS. Tem sido parceira e apoiado projetos culturais da região, como da Cinemateca de Santos, Cineclube Lanterna Mágica, Oficinas Querô, cujos curtas são disponibilizados para locação gratuita, Sesc, Curta Santos e o CineZen. Mais em <a href="http://www.videoparadiso.com.br/" target="_blank">www.videoparadiso.com.br</a>.</p>
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