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	<title>CineZen &#187; + Arte &amp; Cultura</title>
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	<description>Críticas, Notícias, Vídeos e muito mais</description>
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		<title>Seu Antonio?</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 01:24:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Chapola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos & Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Outros destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Chapola]]></category>

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		<description><![CDATA[...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img class="aligncenter size-full wp-image-35883" title="elevador" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/elevador.jpg" alt="" width="696" height="488" /></p>
<p>Dizer o que da morte de seu Antonio? Que ele desentupia pias como ninguém? Que minha TV nunca mais ficou com defeito depois que o querido zelador colou alguns nacos de fita isolante no cabo da antena? Que era pedreiro de mão cheia, exímio entendedor de peças, sujeito de verve enciclopédica no ramo de pragas urbanas?</p>
<p>Não, não dava pra dizer nada disso. Não sei se era perito em encanamentos, se tinha vocação para a elétrica, ou sequer se sabia pintar uma parede, discernir uma porca de um parafuso, ou conhecer os nichos dos cupins. Nem sei se ele era tão querido assim. Quer saber mais? Fui descobrir o nome do zelador do prédio onde moro há um ano infelizmente só naquele dia e daquele jeito: com o aviso frio e impessoal que costumam ser os avisos colados nas paredes geladas do elevador.</p>
<p>Meu conhecimento sobre seu Antonio, o zelador, sempre ficou limitado às passagens diárias e protocolares na portaria do prédio pela manhã,  sob um determinado ângulo criado pela geografia estreita entre a mesa do porteiro e o elevador. De costas, debruçado sobre o balcão, seu Antonio parecia um cara legal. Deduzo – e só deduzo -  que seria do tipo gozador: maior parte das vezes, com uma piada nova no repertório, o verdadeiro remédio para as horas de pura chatice a que estão sujeitos o porteiro e o seu inseparável caderninho de palavras cruzadas.</p>
<p>Os contatos eram sempre iguais, rasos, às vezes até um pouco mal educados: era “bom dia” e, se tudo desse certo, as portas do elevador já estariam abertas. Do contrário, restava torcer para que meu gesto meramente burocrático não fosse mal interpretado e virasse a centelha para comentários laudatórios sobre o último jogo do Corinthians.</p>
<p>Ó, se enxergássemos os futuros no fundo do prato, ou no reflexo da pia da cozinha , a vida seria tão mais fácil!</p>
<p>Lamento a morte do seu Antonio por três motivos: o primeiro deles, evidentemente, pela perda. Não se deseja isso para ninguém, nem mesmo para vilão de novela das 8.</p>
<p>O segundo porque, ao que soube, sua propriedade intelectual não era lenda: a TV do 405 ficou impecável, a pia da senhora do 709 nunca mais entupiu e os cupins do móvel da família do 142 foram exorcizados pelas mãos quase santas do falecido zelador. Nunca terei esse orgulho, de dizer que meus eletrodomésticos foram desvirginados dos defeitos, de fios que se soltaram e que chegaram até a me privar das horas de relaxamento mental em frente à TV – sintonizada em qualquer porcaria.</p>
<p>Lamento, em terceiro, toda a minha covardia de enfrentar os fatos, a dura e fria realidade, frente ao condoído convite da viúva para a missa do sétimo dia. Rezar pra quê? Pedir o que no final das contas? Que ele volte para consertar minha geladeira, que parece ter esperado o homem bater as botas para ficar com defeito? Seria ingenuidade minha: Antonio partiu dessa para uma melhor! E eu? Eu continuo aqui: ranzinza, triste e, bem agora, com uma geladeira quebrada.</p></div>
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		<title>Notas de Maresia</title>
		<link>http://cinezencultural.com.br/site/2012/01/24/notas-de-maresia/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 23:07:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanderson Duke Ramalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos & Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Outros destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Wanderson Duke Ramalho]]></category>

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		<description><![CDATA[...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-35867" title="notasdemaresia" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/notasdemaresia.jpg" alt="" width="696" height="464" /></p>
<p>Sinto falta da EAMSC e das vozes que inundavam o hall do alojamento atribuindo-lhe um caráter quase maternal. Da sinfonia de gemidos que rasgavam a madrugada, transbordando em lágrimas. Sinto falta de nossa jovialidade enclausurada em pequenos armários, em noites de sono perdido e do mútuo encorajamento para com um desconhecido. A forma de amor mais sincera que já pude contemplar.</p>
<p>Faz falta uma alvorada onde a preocupação maior fosse uma certa prova de um certo dia em um certo horário. Há falta até na dor do não comparecimento dos familiares mais amados num momento tão importante. Há falta da falta que faz uma saudade. A saudade maior do corredor do sexto pelotão: Da voz irritante do Flávio, pela manhã, sempre pedindo algo que ele não conseguia encontrar no próprio armário, tamanha sua desorganização. Das piadas sem graça de Assad, das reflexões absurdas de Militão, do carinho de advertências de Rodrigo Vieira.</p>
<p>Mas, acima de tudo, sinto falta de um olhar mais puritano do que nos aguardava &#8211; e que tanto fomos alertados. Do medo camuflado como expectativa. Sinto falta de uma época que queríamos ser ondas, e não mar&#8230;</p>
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		<title>Lourenço Mutarelli autografará livro em Santos</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 12:14:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Azenha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[José Luiz Tahan]]></category>
		<category><![CDATA[Lourenço Mutarelli]]></category>
		<category><![CDATA[O Cheiro do Ralo]]></category>
		<category><![CDATA[Quando meu pai se encontrou com o ET fazia um dia quente]]></category>
		<category><![CDATA[Realejo Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor cultuado, de obras como <em>O Cheiro do Ralo</em>, lançará último projeto na Realejo, dia 2]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-35828" title="Quando meu pai se encontrou com o ET fazia um dia quente" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/Quando-meu-pai-se-encontrou-com-o-ET-fazia-um-dia-quente-300x228.jpg" alt="" width="300" height="228" />Uma tragédia interrompe o casamento de um aposentado da Companhia Telefônica, acostumado a passar o tempo colecionando fotos antigas e consertando máquinas de costura e de escrever. A morte da mulher, golpeada por uma pedra arremessada por um ônibus, abala de tal modo aquela vida metódica, que o homem perde o prumo e passa a oscilar entre a depressão e a violência.</p>
<p>O que acontece quando uma vida pacata e previsível sai dos trilhos? Essa parece ser uma das questões que dominam as obras recentes de <strong>Lourenço Mutarelli</strong>, a exemplo de <strong>“Quando meu pai se encontrou com o ET fazia um dia quente”</strong>, que marcou o retorno do cultuado autor às histórias em quadrinhos, no fim do ano passado.</p>
<p>Depois de anos afastado do gênero, e com a grande insistência dos fãs, Mutarelli voltou com a fábula de um filho que resolve narrar os dias de luto do pai. Em <strong>2 de fevereiro</strong>, uma quinta-feira, a partir das <strong>18h30</strong>, ele receberá o público da Baixada Santista para uma sessão de autógrafos, na <strong>Realejo Livros</strong>, que terá ainda música ao vivo com <strong>Edinho Godoy, Deborah Tarquinio e Theo Cancello</strong>.</p>
<p>O livro também experimenta com a linguagem tradicional das histórias em quadrinhos ao fazer com que cada quadro da história ocupe uma página inteira, tamanha sua riqueza gráfica. Não bastasse a ousadia visual, Mutarelli organiza as imagens de forma a que não sigam rigorosamente a história que está sendo narrada, criando um quebra-cabeça que exige a participação ativa da inteligência do leitor.</p>
<p>“É uma vitória para Santos ter a chance de ver de perto um dos grandes autores contemporâneos do país. Com sua obra, Mutarelli consegue unir de maneira inteligente ironia, crítica e bom humor, traçando um paralelo do caos urbano”, afirma o livreiro <strong>José Luiz Tahan</strong>.</p>
<p><strong>Serviço:<br />
Lançamento de “Quando meu pai se encontrou com o ET fazia um dia quente”, com presença do autor Lourenço Mutarelli</strong><em><br />
</em>Quando: Quinta-feira, 2 de fevereiro, 18h30<br />
Onde: Realejo Livros, Rua Marechal Deodoro, 2, Gonzaga<br />
Entrada no evento é gratuita</p>
<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-35830" title="lourenço_mutarelli_1_1" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/lourenço_mutarelli_1_1-300x186.jpg" alt="" width="300" height="186" />Ficha técnica do livro:<br />
</strong><strong>“Quando meu pai se encontrou com o ET fazia um dia quente”</strong><br />
<strong>Autor:</strong> Lourenço Murarelli<br />
<strong>Editora:</strong> Selo Quadrinhos na Cia<br />
<strong>Formato:</strong> 27.50 x 20.50 cm<br />
<strong>Acabamento:</strong> Brochura<br />
<strong>ISBN:</strong> 9788535919950<br />
112 páginas<br />
R$ 44,50</p>
<p><strong>Sobre o autor -</strong> Nasceu em 1964, em São Paulo. Escritor, artista gráfico, roteirista e ator, publicou diversos álbuns de histórias em quadrinhos, hoje cultuados entre o público do gênero. “O Cheiro do Ralo”, seu primeiro romance, saiu em 2002, seguido por “O Natimorto” e “Jesus Kid”. Também escreveu peças de teatro e atuou em curtas-metragens e no filme “O Cheiro do Ralo”, de Heitor Dhalia.</p>
<p><strong>Sobre a Realejo:</strong></p>
<p>A Realejo Livros nasceu como livraria em 2001, dentro da Universidade Católica de Santos. Em 2003, mudou-se para o espaço que hoje os clientes estão acostumados a frequentar, no coração do Gonzaga<strong></strong></p>
<p>O segundo capítulo dessa história teve início em 2006, quando José Luiz Tahan decidiu expandir seu trabalho, criando a Realejo Edições.</p>
<p>Mais tarde, em 2009, iniciou-se um novo capítulo com a estreia do festival internacional de literatura, a Tarrafa Literária. Inspirada em Paraty e Passo Fundo, sedes de outros grandes eventos literários, a Realejo criou um importante festival que já faz parte do circuito internacional das letras.</p>
<p>Hoje, a Realejo traz ao público diversas opções de eventos. Desde o chorinho todas às sextas e também o Realejinho, projeto especialmente voltado para a criançada nas tardes de sábado. Diversos cursos são realizados no local, bem como lançamentos de livros: os autores fazem sessão de autógrafos e batem papo com os leitores.</p>
<p>Horário de funcionamento: de segunda a sábado: das 9h às 21h.</p>
<p>Mais informações: <a href="http://www.realejolivros.com.br/">www.realejolivros.com.br</a>.</p>
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		<title>A vida dos outros, sobre biografias</title>
		<link>http://cinezencultural.com.br/site/2012/01/06/a-vida-dos-outros-sobre-biografias/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 02:01:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luiz Tahan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Armarinhos do Tahan]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Outros destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Celso de Campos Jr.]]></category>
		<category><![CDATA[Realejo]]></category>
		<category><![CDATA[São Marcos de Palestra Itália]]></category>

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		<description><![CDATA[Deve ser difícil se deparar com a própria história narrada. Quem mandou ser um notável?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-35512" title="SaoMarcosCapa_" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/SaoMarcosCapa_-211x300.jpg" alt="" width="211" height="300" />Antigamente era comum a imagem daquela senhora com lenço na cabeça, debruçada com metade do corpo de fora, com o olho na vida alheia, principalmente na dos vizinhos. Hoje elas ainda existem, afinal o mundo não é só digital. Em comum tanto as rápidas notícias da net quanto a língua desossada da vizinha da janela são a da notícia que se apresenta antes mesmo de ser analisada. O risco é alto para os blogueiros que precisam verificar em minutos se aquilo que se conta é furo ou um furo n’água.</p>
<p>Em comum tem também o sabor do proibido. A vizinha da janela tem as últimas daquela sobrinha do dono da padaria, que só voltou da noitada com o dia claro, na companhia de você sabe quem&#8230; ora, você sabe!</p>
<p>No mercado editorial, o gênero biografia é um arrasa-quarteirão, atingindo números polpudos de vendas. Tanto pelas nossas bandas, como lá fora.</p>
<p>As biografias podem ser autorizadas: aquelas em que o biografado ou a família tem contato direto com o autor. Podem ser também narradas pelo próprio: quando este tem vocação para a escrita. E podem ser não-autorizadas: que significa um distanciamento maior do autor com o nome da obra.</p>
<p>Algumas biografias ficaram famosas por trazerem, além da vida do biografado, as queixas do próprio ou de seus familiares e herdeiros.</p>
<p>A mais famosa foi aquela sobre o Garrincha, “Estrela Solitária”, da Ed. Cia. das Letras, escrita pelo craque Ruy Castro. As dez filhas do mais famoso cidadão de Pau Grande se indignaram de ver revelado o vício do álcool nas páginas da biografia do pai. O livro foi embargado por quase dez anos e a família perdeu o processo. Outro, mais recente, foi a do cantor Roberto Carlos, de Paulo Cezar de Araújo (Ed. Planeta). Neste caso, cantou mais alto o poder de intimidação do ilustre alvo da obra &#8211; o autor foi prejudicado ficando sem o seu livro, tão elogiado pelos leitores.</p>
<p>E eis que, no finalzinho de 2011, volta à pauta o assunto liberdade de imprensa. A Sociedade Esportiva Palmeiras torce o nariz para uma biografia não-autorizada de seu mais ilustre atleta das duas últimas décadas.</p>
<p>Se baseando na política de marcas e patentes do clube, disse ter poder sobre qualquer manifestação em torno do goleiro Marcos e de outros nomes do seu feudo.</p>
<p>A celeuma foi criada. Torcedores e a crítica não se alinharam com o clube. Juridicamente foi dito que isto é um modelo de censura, e pessoas públicas podem sim ser pesquisadas e publicadas, desde que respeitando parâmetros de pesquisa e bom jornalismo, que sobram ao palmeirense Celso de Campos Jr., autor da biografia de Adoniran Barbosa, também concebida de maneira independente.</p>
<p>Para terminar os casos de polêmica, uma que foi resolvida fora dos tribunais.</p>
<p>Em 2008, Fernando Morais publicou a história de Paulo Coelho. “O Mago” (Ed. Planeta), só foi lido pelo biografado com a tiragem concluída e distribuída, condições impostas pelo jornalista aos seus personagens. Pois bem, Paulo Coelho não gostou de passagens e, segundo Morais, ficou sem falar com ele por alguns meses.</p>
<p>Deve ser difícil se deparar com a própria história narrada. Quem mandou ser um notável?</p>
<p>Sem dúvida as não-autorizadas têm mais sabor: esse distanciamento é muito confortável para os biógrafos, e um tempero para os leitores.</p>
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		<title>Conheça os artistas que se apresentarão no lançamento da Coletânea CINEZEN</title>
		<link>http://cinezencultural.com.br/site/2012/01/04/httpcinezencultural-com-brsitep35466/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 16:51:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CineZen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Outros destaques]]></category>
		<category><![CDATA[CineZen]]></category>

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		<description><![CDATA[Evento terá fotografia, filme e música]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-35497" title="Capa Coletânea CINEZEN Vol. 1 por Argemiro Antunes" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/Capa-Coletânea-CINEZEN-Vol.-1-por-Argemiro-Antunes-191x300.jpg" alt="" width="191" height="300" />A sessão de autógrafos acontecerá em 20 de janeiro, uma sexta-feira, no <strong>Almanaque Gastronomia, Cultura e Arte</strong>, a partir das 19h, e vai até a madrugada. “O CineZen, ao longo desses quase três anos, tornou-se multicultural, perfil que levou para os eventos que produz. O lançamento seguirá tal forma de pensar e agir”, explica o editor André Azenha.</p>
<p><strong><a href="http://cinezencultural.com.br/site/2012/01/03/coletanea-cinezen-vol-1-sera-lancada-em-noite-multicultural/"><big>| Coletânea CINEZEN será lançada em noite multicultural</big></a></strong><br />
<strong><big><a href="http://cinezencultural.com.br/site/2012/01/02/conheca-os-autores-presentes-no-livro-coletanea-cinezen-vol-1/">| Conheça os autores presentes no livro</a></big></strong></p>
<p>A programação da noite terá, além do livro, exposição de fotografias feitas pela também escritora e editora <strong>Cláudia Brino</strong>, exibição do curta-metragem <strong>“Os Canais de Saturnino” </strong>(20h15), de <strong>Carlos Oliveira</strong>, sobre a história dos canais de Santos, e apresentação musical de <strong>Zerobeto Freire</strong> (21h30), cujo repertório é calcado em canções de filmes e executado enquanto imagens de longas são projetadas em uma tela.</p>
<p>Por volta de 23h15 haverá sorteio: quem adquirir o livro no dia concorrerá a ingressos para cinema, vales-locação da Vídeo Paradiso, outros livros e um ano de assinatura da revista Cabeça Ativa, da Costelas Felinas. Da meia-noite até 1h30 do dia 2, é a vez do músico e cantor <strong>Luiz Cláudio dos Santos</strong> apresentar seu set list repleto de clássicos dos Beatles, entre outros grandes nomes da música. <span class="size-thumbnail wp-image-35472" title="claudia">A entrada no evento é gratuita.</p>
<p>Saiba mais detalhes dos artistas, em ordem alfabética:<br />
</span></p>
<p><strong><img class="size-thumbnail wp-image-35472 alignleft" title="claudia" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/claudia1-150x150.jpg" alt="" width="104" height="104" />Cláudia Brino:</strong> Criadora da Editora Costelas Felinas, diagramadora, autora de 13 livros publicados, fotógrafa, ativista cultural. Fundadora e coordenadora do Clube de Poetas do Litoral (CPL). Diretora de performances poéticas, co-editora da revista lítero-temática Cabeça Ativa. Contato: <a href="mailto:cacbvv@gmail.com" target="_blank">cacbvv@gmail.com</a>.<br />
<span style="color: #ffffff;">.</span><br />
<span style="color: #ffffff;">.</span><br />
<span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<div id="attachment_35474" class="wp-caption alignright" style="width: 133px"><img class=" wp-image-35474" title="carlos" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/carlos1.jpg" alt="" width="123" height="125" /><p class="wp-caption-text">Carlos Oliveira (direita)</p></div>
<p><strong>Carlos Oliveira</strong> foi desenhista artístico durante sete anos, fotógrafo e cinegrafista de eventos por 10 anos, operador de câmera e iluminador do Canal Baixada 10 e co-produtor do programa Show de Oportunidades (Band Vale). Atualmente é cineasta, editor de vídeo e webdesigner. Coordena o Grupo de Estudos de Cinema Contramão. Dirigiu e coescreveu o documentário “Os Canais de Saturnino”, sobre os canais de Santos. Email: <a href="mailto:spectra.video@ig.com.br">spectra.video@ig.com.br</a>.<br />
<span style="color: #ffffff;">.</span><br />
<span style="color: #ffffff;">.</span><br />
<span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><strong><img class="size-full wp-image-35489 alignleft" title="luizclaudio" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/luizclaudio.jpg" alt="" width="199" height="149" />Luiz Claudio de Santos:</strong> Compositor, cantor, violonista e contrabaixista santista, subiu ao palco pela primeira vez aos nove anos de idade. Suas influências são ecléticas: vão de Adoniran Barbosa a Beatles. Apresentou-se em diversos bares, clubes, TVs e rádios de Santos e região, da capital e outros estados, tendo gravado um disco em 1986.  No final da década de 90 fez temporadas no Japão e Espanha. Em 2001, foi co-produtor do CD “Cavalo de Praia – Sambas da Ilha”. Tem atuado nos últimos anos em casas noturnas de São Paulo. Atualmente, trabalha na finalização de seu primeiro disco solo. Email: luizclaudiodesantos@gmail.com.</p>
<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-35493" title="zerobeto1" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/zerobeto1-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" />Zerobeto Freire:</strong> Zerobeto Freire, músico e professor, atuando há 16 anos.<br />
Hoje tem seu trabalho voltado a pesquisa de instrumentos e suas sonoridades. Realizando trabalhos com música cênica para teatro e com outros músicos da cidade. Email: <a href="mailto:zero-beto@hotmail.com">zero-beto@hotmail.com</a>.</p>
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		<title>Coletânea CINEZEN &#124; Vol. 1 será lançada em noite multicultural</title>
		<link>http://cinezencultural.com.br/site/2012/01/03/coletanea-cinezen-vol-1-sera-lancada-em-noite-multicultural/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 02:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CineZen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[CineZen]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cinezencultural.com.br/site/?p=35432</guid>
		<description><![CDATA[Evento em 20/01, no Almanaque, terá ainda exposição de fotos, exibição de curta-metragem, apresentação musical com temas de filmes e sorteio de brindes culturais para quem adquirir o livro no dia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-35433" title="capa andré azenha" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/capa-andré-azenha1.jpg" alt="" width="374" height="587" />Dos 85 anos de Marilyn Monroe à política cultural. Do polêmico “Melancolia” ao fofo “Minhas Tardes com Margueritte” e o incensado “Meia Noite em Paris”. Do cult “A Estrela”, com Julie Andrews, aos clássicos “A Moça com a Valise”, de Valerio Zurlini, e “Infâmia”, estrelado por Audrey Hepburn. Entrevistas que flagraram o momento do cinema árabe na mostra que veio ao Brasil, bem como o meio cultural da Baixada Santista. Contos e crônicas de autores veteranos e da nova geração. Essa variedade jornalística e cultural de 2011 pode ser conferida no site <em>CineZen</em>. Mas e quem não tem internet? E o registro nas bibliotecas? Com o intuito de documentar tais informações, disponibilizá-las à sociedade em formato físico, e proporcionar a colaboradores do site a chance de terem o primeiro texto publicado em um livro, o <em>CineZen</em> lança seu primeiro projeto literário: <strong>“Coletânea CineZen: Vol. 1”</strong></p>
<p>A sessão de autógrafos acontecerá em 20 de janeiro, uma sexta-feira, no <strong>Almanaque Gastronomia, Cultura e Arte</strong>, a partir das 19h, e vai até a madrugada. “O CineZen, ao longo desses quase três anos, tornou-se multicultural, perfil que levou para os eventos que produz. O lançamento seguirá tal forma de pensar e agir”, explica o editor André Azenha. A programação da noite terá, além do livro, exposição de fotografias feitas pela também escritora e editora <strong>Cláudia Brino</strong>, exibição do curta-metragem <strong>“Os Canais de Saturnino” </strong>(20h15), de <strong>Carlos Oliveira</strong>, sobre a história dos canais de Santos, e apresentação musical de <strong>Zerobeto Freire</strong> (21h30), cujo repertório é calcado em canções de filmes e executado enquanto imagens de longas são projetadas em uma tela. Por volta de 23h15 haverá sorteio: quem adquirir o livro no dia concorrerá a ingressos para cinema, vales-locação da Vídeo Paradiso, outros livros e um ano de assinatura da revista Cabeça Ativa, da Costelas Felinas. Da meia-noite até 1h30 do dia 2, é a vez do músico e cantor <strong>Luiz Cláudio de Santos</strong> apresentar seu set list repleto de clássicos dos Beatles, entre outros grandes nomes da música. <span style="text-decoration: underline;">A entrada no evento é gratuita.</span></p>
<p><strong><big><a href="http://cinezencultural.com.br/site/2012/01/02/conheca-os-autores-presentes-no-livro-coletanea-cinezen-vol-1/">| Saiba mais sobre os autores presentes no livro</a></big></strong></p>
<p>Organizado pelo jornalista André Azenha, o projeto independente foi custeado em 50% pelos bares <strong>O Almanaque</strong> e <strong>Bar do Rica</strong> (que ainda será inaugurado), 20% pela Vídeo Paradiso e 30% pelo próprio editor. Reúne textos de 14 colaboradores do site e tem capa assinada pelo artista plástico <strong>Argemiro Antunes, o Miro</strong>. A edição ficou a cargo da <strong>Costelas Felinas</strong>, de São Vicente. A tiragem é limitada.</p>
<p>A coletânea compila textos publicados no <em>CineZen</em> entre janeiro e agosto de 2011. O livro, feito de maneira artesanal, foi editado e impresso de setembro a dezembro do ano passado.</p>
<p>Em 2011, o <em>CineZen</em> realizou algumas entrevistas marcantes, com artistas e produtores culturais da Baixada Santista. O livro registra parte do momento vivido pela cultura de Santos e região no ano passado. “Por isso, pretendemos distribuí-lo, depois, em algumas bibliotecas da região”, diz o jornalista. “Somos um site independente, e prova de que é possível realizar, mesmo sem fonte de renda. Fazemos por que gostamos e acreditamos. E nos orgulhamos de, com o tempo, termos recebido tantos colaboradores. Além de tudo, o livro é uma forma de retribuir o compromisso que eles tiveram com o site”, conclui.</p>
<p><strong>Ficha técnica:</strong><br />
<strong>Coletânea CINEZEN | Vol. 1</strong><br />
Organização: <strong>André Azenha</strong><br />
Textos de 15 autores: <strong>Adriano Mello Costa, André Azenha, Edu Fernandes, Jean Garnier, Madeleine Alves, Marcelo Costa, Marcelo Rayel, Marcus Morais, Pergentino Júnior, Regina Azenha, Ricardo Chapolla, Ricardo Flaitt, Sérgio Vaz, Tatiane Matheus e Waldemar Lopes</strong><br />
Capa: <strong>Argemiro Antunes, o Miro</strong><br />
Edição: <strong>Costelas Felinas</strong><br />
Capa dura<br />
130 páginas<br />
R$ 20,00</p>
<p><strong>Serviço do evento:</strong><br />
<strong>Lançamento do livro e noite multicultural</strong><br />
Onde: O Almanaque, Gastronomia, Cultura e Arte – Av. Bartolomeu de Gusmão, 88, Aparecida, orla da praia, na direção do Posto 6<br />
Quando: Sexta-feira, 20 de janeiro, a partir das 19h<br />
Entrada no evento é franca</p>
<p><strong>Programação do dia:</strong></p>
<p>- 19h: Início da sessão de autógrafos e exposição de fotos, e colheita poética (haverá uma árvore simbólica, onde quem chegar poderá retirar poemas)<br />
- 20h15: Exibição do curta-metragem “Os Canais de Saturnino” (duração de 20 min.)<br />
- 21h30: Apresentação musical de Zerobeto Freire, músico e professor, atuando há 16 anos.<br />
Hoje tem seu trabalho voltado a pesquisa de instrumentos e suas sonoridades. Realizando trabalhos com música cênica para teatro e com outros músicos da cidade.<br />
- 0h até 1h30 do dia 2: Apresentação musical de Luiz Cláudio de Santos.<br />
O editor e autores ficarão presentes até o fim da noite.</p>
<p><strong><br />
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<p>Para saber mais sobre cada autor presente na coletânea, acesse: <a href="http://cinezencultural.com.br/site/2012/01/02/conheca-os-autores-presentes-no-livro-coletanea-cinezen-vol-1/">http://cinezencultural.com.br/site/2012/01/02/conheca-os-autores-presentes-no-livro-coletanea-cinezen-vol-1/</a>.</p>
<p><strong>CineZen -</strong> Site independente sobre cinema, DVD e Blu-ray, TV e eventualmente literatura, quadrinhos, teatro, música e artes plásticas, lançado em 29 de março de 2009. Tem o objetivo de informar, analisar obras e cobrir eventos dessas áreas (com atenção para a Baixada Santista) e prestar serviços. Semanalmente publica críticas das estreias de cinema e lançamentos em home vídeo, desde filmes contemporâneos até clássicos e cults, colunas, contos, crônicas, reportagens e vídeos, entre outras novidades. Conta com colaboradores de Santos, São Paulo, Santa Catarina, Recife e em 2010 firmou parceria com a Cinemaki, rede social para a discussão de cinema, com membros do Brasil, Argentina, Chile, México, Colômbia, Peru, Venezuela, Espanha, Índia, Estados Unidos e Reino Unido. Atualmente conta com 56 mil acessos únicos mensais. Pode ser acessado pelos endereços <a href="http://www.cinezen.net/" target="_blank">www.cinezen.net</a> ou <a href="http://www.cinezencultural.com.br/" target="_blank">www.cinezencultural.com.br</a>. Contatos: <a href="mailto:editor.cinezencultural@gmail.com" target="_blank">editor.cinezencultural@gmail.com</a> e 13 9744-3726.</p>
<p><strong>Sobre o Almanaque e Bar do Rica -</strong> Hoje sediado em frente â praia da Aparecida, ganhará novo endereço a partir da terceira semana de dezembro, na Rua Euclides da Cunha, onde promete expandir seu perfil cultural. No endereço atual, será montado o Bar do Rica, que terá clima praiano e oferecerá almoço na alta temporada. Ambos pertencentes aos mesmos proprietários. Mas o novo cardápio já está disponível. As receitas exclusivas trazem bolinhos de arroz com alecrim e ricota seca defumados, quibe de amendoim torrado e bolinho de tutu de feijão com calabresa (todos com 15 unidades). Também não faltam porções tradicionais, a exemplo do provolone à milanesa. O cliente encontra 20 opções de cachaça, sendo 15 delas de procedência mineira. As doses mais indicadas são a Porto Estrela e a Mata Verde, envelhecidas em barris de madeiras de umburana. A casa tem programação musical variada. Das 18h ao último cliente (fecha segunda). Avenida Bartolomeu de Gusmão, 88, Aparecida. Tel.: 3394-9991.</p>
<p><strong>Sobre a Vídeo Paradiso -</strong> Locadora que completou 20 anos de atuação em agosto de 2011, possui um acervo com mais de 17 mil títulos, entre DVDs, Blu-rays e fitas VHS. Tem sido parceira de e apoiado projetos culturais da região, como da Cinemateca de Santos, Cineclube Lanterna Mágica, Oficinas Querô, cujos curtas são disponibilizados para locação gratuita, Sesc, Curta Santos e o <em>CineZen</em>. Mais em <a href="http://www.videoparadiso.com.br/" target="_blank">www.videoparadiso.com.br</a>.</p>
<p><strong>Sobre a Edições Costelas Felinas –</strong> Dirigida por Cláudia Brino e Vieira Vivo, realiza um trabalho totalmente alternativo no intuito de diminuir o abismo existente entre escritores e editoras convencionais e dinamizar a veiculação de textos restritos às gavetas. A costura e encadernação são totalmente artesanais e, o papel, reciclado. Contato e catálogo: <a href="http://www.costelasfelinas.blogspot.com/">www.costelasfelinas.blogspot.com</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conheça os autores presentes no livro Coletânea CINEZEN &#124; Vol. 1</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 20:51:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CineZen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Outros destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[CineZen]]></category>

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		<description><![CDATA[Livro reúne críticas, artigos, entrevistas, contos e crônicas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça os autores presentes no livro <strong><a href="http://cinezencultural.com.br/site/2011/12/31/cinezen-lanca-primeiro-livro-em-20-de-janeiro/">“Coletânea CineZen | Vol. 1”</a></strong>, em ordem alfabética:</p>
<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-35396" title="adriano_mello_costa-300x225" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/adriano_mello_costa-300x2251.jpg" alt="" width="207" height="155" />Adriano Mello Costa</strong>: Apaixonado por Cultura Pop. Mantêm o site <a href="http://coisapop.blogspot.com/">Coisa Pop</a> (www.coisapop.blogspot.com) há cinco anos, filho bastardo do antigo Cultura Direta, que hoje hiberna tranquilamente. Acha o R.E.M a melhor banda do mundo (depois dos Beatles, lógico). É viciado em cervejas escuras, pães e bandas de rock com mulheres no vocal. No mais, acredita que tudo pode sempre ser melhor do que já é… Email: <a href="mailto:adrianorem@hotmail.com">adrianorem@hotmail.com</a>.<br />
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<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-35397" title="andreazenha" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/andreazenha.jpg" alt="" width="206" height="206" />André Azenha</strong>: Jornalista, crítico de cinema, editor do <a href="http://www.cinezen.net/">www.cinezen.net</a> e do CulturalMente Santista (<a href="http://santoscultural.net/">santoscultural.net</a>). É formado em Roteiro pela Escola de Cinema de São Paulo. Foi repórter e colunista de sites, revistas e jornais de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Alagoas. Desde 2007 é repórter da <em>Veja Litoral Paulista</em>. Em 2008, publicou seu primeiro livro, “Poesia a Quatro Mãos”, escrito em parceria com sua mãe e poetisa Regina Azenha. Trabalhou com o crítico de cinema Rubens Ewald Filho entre 2008 e 2009. Em 2011, fez críticas de filmes para a revista Época São Paulo. No mesmo ano, passou a assinar colunas semanais no portal do Curta Santos e no Jornal da Orla. Mediou o ciclo Documentários Comentados, no Sesc Santos. Participa de e organiza ciclos de cinema e eventos culturais. Colabora com a revista literária <em>Mirante</em> e o Clube de Poetas do Litoral. Também é assessor de imprensa: atuou em agências de comunicação de São Paulo de 2008 a 2011. Em 2009, assessorou a Feira Música Brasil, maior evento do gênero na América Latina, ocorrido no Recife. Criou o <em>CineZen </em>em março de 2009 e no ano seguinte passou a organizar do “CineZen Convida”, com o objetivo de estimular a discussão e a produção cultural. Em 2011, lançou o site <em>CulturalMente Santista</em>, que visa criar um registro jornalístico, na internet, da memória cultural de Santos e região. Atualmente é assessor de imprensa do Cine Roxy e da Realejo Edições. Email: <a href="mailto:editor.cinezencultural@gmail.com">editor.cinezencultural@gmail.com</a>.<br />
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<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-35398" title="miro1" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/miro1.jpg" alt="" width="188" height="158" />Argemiro Antunes</strong>, o Miro (<span style="text-decoration: underline;">AUTOR DA CAPA DO LIVRO</span>), 70 anos, artista plástico, desenhista, cartazista, chargista, cinéfilo. Iniciou a carreira em 1967, quando fez cartazes e folhetos para o Clube de Cinema de Santos, estimulado pelo presidente da instituição e grande amigo, Maurice Legeard, criador da Cinemateca da cidade e com quem desenvolveu importante parceria para a cultura da Baixada Santista. Sua obra é toda baseada no cinema, em especial o cineasta Glauber Rocha. Colaborou com o <em>Pasquim</em>, publicando textos, cartuns, fotopotocas, charges, notas, etc, até o fim do jornal. Também colaborou com os jornais <em>O Cartaz</em>, <em>Ensaio</em>, <em>A Imprensa de Cubatão</em>, <em>O Petroleiro</em> e a revista <em>De Olho na Tela</em>. Em 1983, participou da mostra “Dois Anos Sem Glauber”, quando foram exibidos os filmes “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, “Terra em Transe” e “A Idade da Terra”. No ano seguinte, expôs 40 trabalhos sobre Glauber com o título “A Grandeza do Dragão”, no Sindicato dos Petroleiros. Este trabalho foi doado para o “Tempo Glauber”. Dois anos depois, por iniciativa de Lúcia Rocha, parte das obras doadas integrou a mostra no SESC Pompeia (São Paulo). A exposição viajou por várias capitais. Realizou outras exposições memoráveis, entre elas: “A Maior História do Cinema Francês” (1988), promovida pela Cinemateca de Santos, na Cadeia Velha; “O Poderoso Chefão”, em homenagem aos 10 anos da morte de Maurice, organizada por Nivio Mota, no Museu da Imagem e do Som (MIS); e “Maurice &amp; Miro, 40 Anos de Parceria” (2008), na Universidade Santa Cecília, com apoio do Cineclube Lanterna Mágica. Email: <a href="mailto:antunes.miro@gmail.com">antunes.miro@gmail.com</a>.</p>
<p><strong><img class="size-full wp-image-35399 alignleft" title="edufernandes1-150x150" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/edufernandes1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Edu Fernandes</strong>: Nascido em 1983 em São Paulo,  é formado em Audiovisual pela ECA-USP, com especialização em Crítica. Desde 2005 escreve críticas para sites, blogs e revistas (como <em>Rolling Stone</em>, <em>Movie</em> e <em>SET</em>). Atualmente colabora com o <em>UOL Cinema</em>, mantém o blog <em>Cine Dude</em>  (<a href="http://www.ocinedude.blogspot.com/">www.ocinedude.blogspot.com</a>) e apresenta o programa “Take Único” (<em>AllTV</em>). Email: <a href="mailto:cinedude@gmail.com">cinedude@gmail.com</a>.<br />
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<p><strong><img class="size-full wp-image-35400 alignright" title="Jean (1)" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/Jean-1.jpg" alt="" width="202" height="212" />Jean Pierre Paneque Garnier</strong> é jornalista, nascido em São Paulo, bacharel em Propaganda e Marketing e Comunicação Social. Assiste a todo tipo de filme e geralmente odeia as resenhas que escreve. Adora rock – principalmente Beatles, Clash, Red Hot Chili Peppers, Cramps e New Order – e já trabalhou para diversos sites e blogs sobre cinema e música. Email: <a href="mailto:caper99@gmail.com" target="_blank">caper99@gmail.com</a>.<br />
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<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-35401" title="madcinezen" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/madcinezen.jpg" alt="" width="178" height="228" />Madeleine Alves</strong> é formada em Letras na Católica UniSantos e cursa Habilitação em Artes Visuais. Em 2008, após participar de uma Oficina de Produção Cinematográfica, fundou, com amigos, o Grupo de Estudos Contra Mão de Cinema, cujas atividades visam estudar e produzir audiovisual profissional na Baixada Santista. O primeiro curta-metragem com sua direção, “Ilusionismo”, foi lançado em 2011 e premiado pelo público no Curta Santos. Assina o blog <em><a href="http://signospossiveis.blogspot.com/">Signos Possíveis</a></em>. Contato: <a href="mailto:madmione@gmail.com">madmione@gmail.com</a>.<br />
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<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-35406" title="marcelocosta" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/marcelocosta.jpg" alt="" width="155" height="232" />Marcelo Costa</strong> é um leonino do segundo decanato com ascendente em touro apaixonado por cervejas belgas, cachaças mineiras, picanha ao ponto, mixto quente com salada e bacon, pipoca do Cinemark e tortinhas de morango.  Editor do <a href="http://www.screamyell.com.br/">Scream &amp; Yell</a> (www.screamyell.com.br), coordenador de capa do iG, DJ eventual, cozinheiro de fim de semana e centroavante nos moldes do grande Geraldão. Escreve sobre romances e cultura pop. Email: <a href="mailto:screamyell@gmail.com">screamyell@gmail.com</a>.<br />
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<a href="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/MarceloRayel.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-35407" title="MarceloRayel" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/MarceloRayel.jpg" alt="" width="126" height="152" /></a>Marcelo Rayel</strong> (nascido Marcelo Rayel Correggiari, em 09 de janeiro de 1971, na Casa de Saúde de Santos-SP) é Bacharel em Letras com Habilitação em Tradução pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade Católica de Santos, além de estudos de fonética de língua inglesa em disciplina isolada da pós-graduação da Faculdade de Letras (FaLe) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atua como tradutor freelancer e também para agências de tradução como a D-Lang Assessoria Linguística, Bureau Translations, Language Associates e Intellibiz Traduções Empresariais. É professor de língua inglesa e coordenador de conteúdo para mídias sociais da escola de inglês The House. Atuou também na Skill (Santos-SP), Yázigi, Global Value Solutions, Vöest Alpine Industries, Federação da Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) e Centro Universitário Newton Paiva (todas essas últimas na cidade de Belo Horizonte-MG). Participou também dos pre-services das Culturas Inglesas de São Paulo e Belo Horizonte. Recentemente teve dois de seus contos publicados na revista literária Mirante: <em>Fósseis pela Boca</em> (edição 74) e <em>Progresso</em> (edição 75). Morador da Vila Belmiro desde novembro de 1980, não se recorda da data exata de quando começou a escrever contos. Apenas que já faz bastante tempo. É cronista do blog <em><a href="http://pelaproa.blogspot.com/" target="_blank">Pela Proa</a></em> e é crítico de literatura no blog <em><a href="http://literaturial.wordpress.com/" target="_blank">Literaturial</a>, </em>além de assinar a coluna <em>Água Marinha</em> para os portais <a href="http://www.acampinas.com.br/colunistas/artigo.asp?cod_conteudo=32317">@Campinas</a> (por favor, coloque o seguinte link:  e <a href="http://www.itu.com.br/colunistas/artigo.asp?cod_conteudo=33610">@Itu</a>. Atualmente, é membro do Conselho Municipal de Cultura de Santos (o Concult) de Livro e Literatura para o biênio 2011/2012.</p>
<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-35408" title="MarcusMorais" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/MarcusMorais.jpg" alt="" width="129" height="213" />Marcus Morais </strong><strong>– </strong>Tem 26 anos, e escreve desde os oito. Começou com pequenos textos fictícios, partindo para os diários na adolescência (já teve mais de cinco), tornando-se admirador de poesia no começo da vida adulta, sendo esta uma das áreas a que mais se dedica quando o assunto é escrever, além de histórias sobre o cotidiano com um foco humanista. Gosta de cantar (já cantou desde em bandas de rock até em corais e quartetos de música sacra), ouvir música (o tipo varia, dependendo da ocasião), ler e praticamente tudo o que tenha ligação com a arte. Email: <a href="mailto:marcusvsmorais@yahoo.com.br">marcusvsmorais@yahoo.com.br</a></p>
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<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-35409" title="pergentinopbum" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/pergentinopbum.jpg" alt="" width="198" height="181" />Pergentino Júnior</strong>, nascido em Guarulhos, São Paulo, escreve desde 2008, não tem influencias literárias, usa sempre suas próprias métricas e regras, escreve não para se tornar conhecido, mas sim para dividir seu conhecimento! Mais sobre sua obra em<br />
<a href="http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=88774">http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=88774</a> e no blog Poética Colorida com as Cores da Vida (<a href="http://blogs.abril.com.br/pjunior">http://blogs.abril.com.br/pjunior</a>). Email: <a href="mailto:juniornovaamizade@hotmail.com">juniornovaamizade@hotmail.com</a>.<br />
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<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-35410" title="ReginaAzenha" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/ReginaAzenha.jpg" alt="" width="150" height="150" />Regina Célia A. Azenha</strong> é santista e faz poesia desde criança. Escreveu três livros: “Mulher: Amor e Poesia”, em 1986 (pelo qual ganhou o prêmio Robalo de Ouro Brasil 1989),  “Fragmentos &amp; Mutações”, em 1997 e “Poesia a quatro mãos” (2008), realizado em parceria com seu filho André. É admiradora do poeta e escritor J. G. de Araújo Jorge, e de autores como Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meirelles, Paulo Leminski, Mário Quintana, Fernando Pessoa, José Saramago, entre outros tantos. Entre os novos poetas, Pergentino Jr, poeta de Guarulhos muito talentoso, além dos santistas Valdir Alvarenga, Guida Linhares, Edilza de Souza Fernandes e Paulo Schiff.  Amante da música, teve uma composição classificada entre as dez finalistas de um festival. Na Bienal do Livro do Sesc-Santos, “Mulher: Amor e Poesia” foi um dos livros mais vendidos entre os autores independentes. Amante das artes, atualmente exerce a atividade de artesã. Parte de seu trabalho pode ser conferido no blog reginapoeta.blogspot.com. No CineZen, estará colaborando com poemas, crônicas, textos sobre os filmes que é apaixonada e apontando poetas que estejam despontando na cena literária. <a href="mailto:reginaazenha@gmail.com">reginaazenha@gmail.com</a>.</p>
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<p><strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-35411" title="ricardoc" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/ricardoc-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Ricardo Chapola</strong> estagia no jornal <em>O Estado de S.Paulo</em>, na editoria Nacional, onde participou da cobertura das eleições presidenciais de 2010, condecorada com o primeiro lugar do prêmio Estadão 2010 na categoria Cobertura. Desde 2008, Ricardo é cronista do jornal <em>Já!</em>, de Araras-SP. Natural da cidade do interior, mora em São Paulo desde 2008 e cursa o último ano de jornalismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Escreve crônicas sobre o cotidiano, publicadas também em seu blog <a href="http://www.ricardochapola.wordpress.com/" target="_blank">www.ricardochapola.wordpress.com</a>. Email: <a href="mailto:ricardochapola@gmail.com">ricardochapola@gmail.com</a>.</p>
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<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-35412" title="ricardoflaitt" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/ricardoflaitt.bmp" alt="" />Ricardo Flaitt</strong> é jornalista e estudante de História. Assessor de imprensa da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo, editor do jornal online Diário de Mococa (www.diariodemococa.com.br) e colunista do site Tricolor Paulista.Net. Ou seja, um verdadeiro equilibrista de pratos… Em breve lançará seu primeiro livro de poesias, <em>“</em><em>O Domesticador de Silêncios”</em>, pela Circus Produções Culturais. Na área literária foi duas vezes premiado no Mapa Cultural Paulista, evento promovido pela Secretaria Estadual da Cultura, sendo: 1º lugar na categoria Composição Musical, com a letra “Meridianos”; e 2º lugar na categoria Literatura – Poesia, com o poema “O Domesticador de Silêncios”. A paixão pelo cinema se dá pela fusão de todas as artes nas telas… Email: <a href="mailto:ricardo.flaitt@diariodemococa.com.br">ricardo.flaitt@diariodemococa.com.br</a>.</p>
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<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-35441" title="sergiovazpb" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/sergiovazpb.jpg" alt="" width="208" height="178" />Sérgio Vaz</strong> é jornalista (Jornal da Tarde, revista Afinal, Agência Estado, Marie Claire, Agência Estado de novo, estadao.com.br, Estadão, muitos frilas), leitor de jornais, internet e livros, assistidor de filmes, ouvinte de música, e brinca de fazer os sites 50 Anos de Filmes (www.50anosdefilmes.com.br) e 50 Anos de Textos. Email: <a href="mailto:sergiovaz50@terra.com.br">sergiovaz50@terra.com.br</a>.<br />
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<p><strong><img class="size-thumbnail wp-image-35413 alignright" title="tati1" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/tati1-139x150.jpg" alt="" width="139" height="150" />Tatiane Matheus</strong>, jornalista,  é repórter no jornal <em>O Estado de S. Paulo</em>, onde trabalha desde 2004. Santista, que não consegue viver muito tempo longe da praia, vive entre Santos e São Paulo. Apaixonada por História, estuda Política e Relações Internacionais. Seus autores favoritos são Zygmunt Bauman e Eric Hobsbawm, além de gostar dos filmes do Woody Allen. Já trabalhou em TV e até produziu um curta-metragem, mas, apesar de ter feito alguns cursos sobre cinema, decidiu ser apenas uma observadora. Afinal, o que não falta neste mundo é crítico de cinema (bom e ruim). <strong>Email:</strong> <a href="mailto:tatiane.matheus@gmail.com">tatiane.matheus@gmail.com</a>.</p>
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<p><strong><img class="size-thumbnail wp-image-35414 alignleft" title="WaldemarLopes (1)" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/WaldemarLopes-1-150x149.jpg" alt="" width="150" height="149" />Waldemar Lopes:</strong> É artista plástico, engenheiro mecânico, professor, cinéfilo. Anualmente realiza em Santos uma palestra beneficente sobre o Oscar, que se tornou tradicional na cidade. Também já realizou encontros sobre cinema para a Universidade Católica de Santos, Universidade Monte Serrat, Secretaria de Cultura de Santos e Rotary. Escreve para o Cinezen Cultural e 50 Anos de Cinema. Email: <a href="mailto:waldemarlopess@yahoo.com.br">waldemarlopess@yahoo.com.br</a>.<br />
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<p><img class="size-medium wp-image-35428 alignright" title="capa andré azenha" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/capa-andré-azenha-191x300.jpg" alt="" width="191" height="300" />O livro será lançado dia 20, sexta, a partir das 19h, no Almanaque (Av. Bartolomeu de Gusmão, 88, em frente ao Posto 6 da praia). A noite terá exibição de curta-metragem, exposição de fotos, apresentação musical e sorteio de brindes (para quem adquirir o livro no dia). O projeto é um oferecimento do Bar O Almanaque, Gastronomia, Cultura e Arte, do Bar do Rica e tem apoio da <a href="http://www.videoparadiso.com.br">Vídeo Paradiso</a>.</p>
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		<title>CineZen lança primeiro livro em 20 de janeiro</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 21:44:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CineZen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[CineZen]]></category>

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		<description><![CDATA[<em>Coletânea CINEZEN &#124; Vol. 1</em> reúne artigos, críticas, contos, crônicas e entrevistas de janeiro a agosto de 2011]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-35426" title="capa andré azenha" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/12/capa-andré-azenha-191x300.jpg" alt="" width="191" height="300" />O site CINEZEN prepara seu primeiro evento para o ano que chega. Dia 20 de janeiro, uma sexta-feira, a partir das 19h, no Almanaque Gastronomia e Cultura e Arte, avenida da praia, em frente ao Posto 6, na Aparecida, Santos, acontecerá o lançamento do livro &#8220;Coletânea CineZen | Volume 1&#8243;.</p>
<p>Com textos publicados no www.cinezen.net entre janeiro e agosto de 2011, reúne críticas de filmes, livros, artigos que vão de Marilyn Monroe à política cultural, entrevistas com artistas e produtores culturais da Baixada Santista, contos, crônicas, de vários colaboradores do site.</p>
<p>O livro, um projeto independente, é um oferecimento do Almanaque, do futuro Bar do Rica e tem apoio da Vídeo Paradiso. Possui 120 páginas, capa dura, desenhada pelo artista plástico Argemiro Antunes.</p>
<p>No evento, haverá exposição de fotos produzidas pela também escritora Cláudia Brino, e apresentações musicais, inclusive de Zerobeto Freire, que tocará temas de filmes.</p>
<p>A coletânea, editada pela Costelas Felinas, propicia a alguns autores a chance de publicar seu primeiro texto publicado em um livro, bem como registra parte do que aconteceu de relevante no cinema, em âmbito geral, e na cultura da Baixada Santista, durante esse período.</p>
<p>A entrada no evento é gratuita. A noite seguirá até a madrugada, por volta de 2h30. Assim, dá para marcar presença quem quiser ir após o expediente ou quem precisar comparecer mais tarde. Aqueles que adquirirem o livro no dia, ainda concorrerão a brindes. Os sorteios acontecerão em torno de 23h, 23h30. Fique de olho! O Almanaque fica na Av. Bartolomeu de Gusmão, 88, bairro Aparecida, quase esquina com a rua Alexandre Martins.</p>
<p><strong>LANÇAMENTO LIVRO ‘COLETÂNEA CINEZEN | VOL. 1’ EM NOITE MULTICULTURAL</strong><br />
Quando: Sexta-feira, 20 de janeiro, a partir das 19h<br />
Onde: O Almanaque Gastronomia, Cultura e Arte – Av. Bartolomeu de Gusmão, 88, praia da Aparecida, em frente ao Posto 6<br />
Entrada no evento é franca</p>
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		<title>Meu refúgio</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 15:01:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanderson Duke Ramalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos & Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Outros destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Wanderson Duke Ramalho]]></category>

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		<description><![CDATA[...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-35225" title="Sonic" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/12/Sonic-196x300.jpg" alt="" width="196" height="300" />Durante toda minha infância, meu maior desejo foi ser grande e forte. Maior e mais forte que meu pai. Maior não só em altura, mas para superá-lo em muitas das dás suas débeis características que ele ousava chamar de qualidade. Desejo este que era potencializado por minha incompatibilidade com seu sorriso sem verdade, sua boca de falsas palavras e sua indiferença familiar.</p>
<p>Quando ele dormia, costumava varrer seu rosto a procura de um traço em sua personalidade crua que justificasse sua posição diante da vida.  Sempre que jogava vídeo-game, ele parecia hipnotizado ao enlaçar com certa paixão os labirintos que o personagem do jogo eletrônico ia desvendando. Esperava eu “perder uma vida” e se lançava com um cigarro na boca para a escadaria da entrada da casa com a velocidade de Sonic, personagem principal de meu jogo favorito.</p>
<p>Por não me reconhecer em casa, troquei os jogos eletrônicos pelo mundo do “Taco”, bola de gude; pião, pipa e pique &#8211; esconde. Enquanto as crianças buscavam diversão nesses jogos infantis, eu fazia deles uma maneira de expurgar toda dor latente escondida amargamente no peito.  “Matar” uma gude era o desejo de uma resposta malcriada que nunca dei verdadeiramente a meu pai. O pião desencadeava a força reprimida, se tornando o soco com a mão que jamais ousei levantar contra ele no momento que rachei no meio o pião de Paulinho. Rebatia a bolinha de tênis do jogo do taco para gastar a energia que me traria a leveza de um sono tranquilo.</p>
<p>No pique–esconde eu me reconhecia, afinal, sempre fui impulsionado a reprimir minhas vontades, dúvidas e qualquer outra coisa que fugisse do direcionamento de meus pais.<br />
Não à toa, ninguém nunca conseguia me encontrar.  Sempre fui meu melhor esconderijo.</p>
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		<title>Fórmula &#8216;Nelson Motta&#8217; de biografias não funciona em A Primavera do Dragão</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Dec 2011 03:29:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Mello Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Outros destaques]]></category>
		<category><![CDATA[A Primavera do Dragão]]></category>
		<category><![CDATA[A Primavera do Dragão - A Juventude de Glauber Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Glauber Rocha]]></category>

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		<description><![CDATA[Estilo do autor fica melhor direcionada a artistas menos complexos que o cineasta]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-35020" title="Primavera" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/12/Primavera.jpg" alt="" width="279" height="400" />Na contracapa de “A Primavera do Dragão”, o autor Nelson Motta é descrito como um biógrafo pop e amoroso. Nada mais adequado. As experiências anteriores justificam esses adjetivos. Pop, por levar para uma quantidade maior de pessoas em uma linguagem acessível a vida de artistas como Tim Maia e momentos da música nacional como fez em “Noites Tropicais” e, amoroso, pois evita entrar em conflitos maiores e privilegia o lado bom de quem retrata.</p>
<p>Se nos livros anteriores isso funcionou bem, o mesmo não pode se dizer com a obra que trata da vida do cineasta Glauber Rocha, lançada pela Editora Objetiva com 370 páginas. Mesmo que o autor avise no subtítulo: “A Juventude de Glauber Rocha”, o trabalho fica superficial demais para uma personalidade tão genial e confusa quanto a deste baiano nascido em 14 de março de 1939 em Vitória da Conquista e falecido no Rio de Janeiro em 22 de agosto de 1981.</p>
<p>Glauber Rocha foi uma figura controversa que se arremessava de cabeça no que acreditava. Gostava de um poema de Murilo Mendes chamado “Mapa”, que pregava o “desespero de não poder estar presente a todo os atos da vida” para “inaugurar no mundo o estado de bagunça transcendente.” Esse desejado estado, ele colaborou para existir principalmente na tríade “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, “Terra em Transe” e “O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro”.</p>
<p>“A Primavera do Dragão” mostra a infância de Glauber e reconstrói os primeiros passos da família, o levando ao colégio e a formação das primeiras amizades, com nomes como João Ubaldo Ribeiro. Depois, envereda pelo raciocínio mais crítico e a paixão avassaladora pelo cinema, que foi responsável pelas mais diversas peripécias. Repleto de casos espirituosos, Nelson Motta encerra o livro justamente na participação de “Deus e o Diabo na Terra do Sol” em Cannes, deixando muita coisa de fora.</p>
<p>Da parte que talvez seja a mais brilhante com “Terra Em Transe”, e depois passando pelo exílio até os últimos anos de difícil convivência e trato, Nelson Motta preferiu abster-se. Uma atitude sábia do ponto de vista de aceitação do trabalho, pois se optasse por tratar desses fatos, evidente que fugiria do subtítulo da obra, mas principalmente a deixaria mais densa e traumática e assim não poderia ostentar colocá-la entre a lista de mais vendidos onde vez ou outra se faz presente.</p>
<p>A fórmula “Nelson Motta” de biografias não parece desgastada em si, só que fica melhor direcionada para artistas com um lado menor de problemas existenciais (não que Tim Maia fosse um anjo, mas&#8230;). Para tentar entender Glauber Rocha, o maestro que impulsionou o Cinema Novo, não cabe somente a leitura desse “A Primavera do Dragão”, e sim a de outras obras, algumas inclusive relacionadas como própria fonte de pesquisa do livro. Como início para os mais jovens, até que funciona. Mas, só isso.</p>
<p><strong>A PRIMAVERA DO DRAGÃO</strong> <strong>– A JUVENTUDE DE GLAUBER ROCHA</strong><br />
Autor: Nelson Motta<br />
Editora Objetiva<br />
370 páginas<br />
Biografia</p>
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