Crítica | Frozen 2 (2019)

Frozen 2 traz de volta as irmãs Anna e Elsa e todos aqueles outros personagens encantadores e apaixonantes, como Kristoff, Sven e Olaf.

É dirigido por Chris Buck e Jennifer Lee, escrito por Lee e Allison Schroeder (Estrelas Além do Tempo), com músicas de Kristen Anderson e Robert Lopez.

Supera seu antecessor com coerência em uma história poderosa sobre igualdade e humanidade. É um espetáculo de luzes cintilantes, mas principalmente um filme sobre o medo da mudança e a desconfortável coragem necessária para aceitá-la.

A animação narra uma visita à floresta dos elementos, onde um acontecimento inesperado teria provocado a separação dos habitantes da cidade com os quatro elementos fundamentais: ar, fogo, terra e água. Agora, Elsa passa a escutar uma voz, que acredita ser um chamado para unir novamente os quatro elementos.

Kristen Bell and Idina Menzel in Frozen II (2019)

A trama volta um pouco no tempo e mostra quando o pai das meninas ainda era príncipe de Arendelle, como um motivo para adentrar ainda mais no enredo das duas e propiciar novas aventuras para as irmãs. Elsa vê a possibilidade de descobrir a origem de seus poderes, enquanto Anna encontra seu lugar no mundo.

A relação de Anna e Elsa é aprofundada, pois ambas nutrem um grande amor uma pela outra. E em Frozen 2 vemos como essa relação impacta em outros setores, como a aceitação das diferenças entre elas, por exemplo.

A meu ver, o ponto alto deste filme é, sem dúvida, Olaf, pois é o personagem mais engraçado e sem noção de todos, aparecendo na medida certa e respeitando o protagonismo dos demais personagens. As cenas de Olaf são simplesmente hilárias e arrancam gargalhadas de todos os espectadores. O mesmo vale para Kristoff, que interpreta momentos divertidos e aleatórios, como o clipe de Backstreet Boys!

Frozen 2 ganhou apenas uma nomeação no Oscar: para melhor canção (Into The Unknown). Uma pena, pois entraria fácil na fila de melhor animação.

Frozen 2
EUA. 2019.
Direção: Chris Buck, Jennifer Lee.
Com vozes de Kristen Bell, Idina Menzel, Josh Gad, Jonathan Groff, Sterling K. Brown, Evan Rachel Wood, Alfred Molina.
103 minutos.


 

Rodrigo Rema nasceu em Santos, é amante de cinema, assistidor de séries e filmes, estes há 25 anos, sendo frequentador assíduo das salas de exibição semanalmente, leitor de livros e internet, praticante de tênis de mesa. Admirador desde a saga Star Wars até os heróis e vilões presentes em Os Vingadores, passando pelos clássicos de terror, como O Cemitério Maldito, O Iluminado e It: A Coisa, adaptados das obras de Stephen King.

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