Crítica | Os Parças 2 (2019)

Os Parças 2 é a continuação da comédia estrelada por Toin (Tom Cavalcante), Pilôra (Tirullipa), Ray Van (Whindersson Nunes) e Romeu (Bruno De Luca) em 2017.

O filme é de Cris D’Amato, que também assinou  Sai de Baixo.

Na trama, os parças, “esnobando em um hotel de luxo”, recebem a notícia de que China (mafioso que ficou enfurecido com eles no primeiro filme) está prestes a sair da prisão e vai se vingar deles.

Assim, fogem para a decadente colônia de férias para adolescentes “Periquito Alegre”, lugar totalmente abandonado, em meio ao nada, para tentar levantar dinheiro, onde a aventura começa a se desenrolar.

Como espectador, ressaltaria como ponto positivo a consciência de que fazer piadas de gordos, nordestinos, se tornou intolerável diante de tanta manifestação da necessidade de respeito.

Em meio às trapalhadas dos personagens, o filme inclui frases de conscientização e também de aceitação do outro.

O humor está presente no filme, porém existe um universo muito mais amplo, com mais possibilidades dentro da comédia.

Tom Cavalcante, Tirullipa, Whindersson Nunes e Bruno de Luca são humoristas talentosos, porém foram prejudicados pelo conteúdo fraco no que diz respeito à narrativa do filme.

Os Parças 2
Brasil. 2019.
Direção: Cris D’Amato.
Com Tom Cavalcante, Tirullipa, Whindersson Nunes, Bruno De Luca.
90 minutos.


 

Rodrigo Rema nasceu em Santos, é amante de cinema, assistidor de séries e filmes, estes há 25 anos, sendo frequentador assíduo das salas de exibição semanalmente, leitor de livros e internet, praticante de tênis de mesa. Admirador desde a saga Star Wars até os heróis e vilões presentes em Os Vingadores, passando pelos clássicos de terror, como O Cemitério Maldito, O Iluminado e It: A Coisa, adaptados das obras de Stephen King.

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