“Spotlight” e os bastidores do jornalismo investigativo

https://www.youtube.com/watch?v=I7TYGRwZbE4

O filme “Spotlight” estreou nos Estados Unidos na última semana (6/11) e já vem criando comoção na crítica norte-americana tanto pela sua história (baseada em fatos reais) como pela excelência na produção, direção e interpretação do elenco.

Com atores como Michael Keaton, Mark Ruffalo e Rachel McAdams, o filme retrata como um grupo de jornalistas em Boston, nos EUA, conseguiu provar que crianças da cidade foram abusadas por padres católicos.

A investigação jornalística realmente aconteceu no começo dos anos 2000, levando a equipe do Boston Globe a vencer o Prêmio Pulitzer, um dos mais prestigiados do Jornalismo. (Você pode acessar a história publicada em 2002 neste link).

Apesar do tema explosivo, o representante da Igreja Católica em Boston, o cardeal Sean O’Malley, disse em entrevista no dia 3/11 ao próprio jornal Boston Globe que a reportagem levou a igreja a lidar de frente com um caso embaraçoso, e que ele não desencorajará nenhum católico que queira assistir o filme.

Ainda sem definição que nome terá no Brasil, “Spolight” tem como data prevista de estreia a primeira semana de 2016, em 7 de janeiro.

Em tempo: “Spotlight” é um termo que na Imprensa americana pode ser entendido como revelar um assunto, ou “jogar luzes de holofotes” sobre um tema.

Formado em Jornalismo na UniSantos em 1999, atuou como repórter e também como editor de revistas segmentadas nas áreas de Construção, Transporte, Indústria e Automação Industrial. Também trabalhou em Assessorias de Imprensa nas áreas de Cultura e Negócios. Viciado em Música (mais do que em Cinema - foi mal, André, rs...) e em revistas (de todos os tipos). Nas horas vagas, ataca de baterista de banda de rock. Contato: redacao.cinezen@gmail.com

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