Ainda que Deus não exista

crençaÉ direito de cada um acreditar que Deus não Exista, afinal, o Princípio é inexplicável, é ininteligível e o meditar sobre o assunto só vai nos levar à loucura.

Então, por lógica, é melhor nem pensar sobre o tema e deixar que a vida caminhe naturalmente e que cada um vá recolhendo os frutos que tenha plantado, porque não se foge ao plantio e tampouco à colheita.

Dentro desse princípio natural e material da vida humana, que fala de plantios e de colheitas, devemos ser honestos conosco mesmos para percebemos que, aparentemente, muitas vezes colhemos mais do que plantamos no plano físico ao nosso alcance ou alcance da nossa percepção. É nesse momento de uso de toda a nossa honestidade que devemos ser gratos pela colheita e expressarmos isso dentro de nossa própria mente, a cada vez que temos o privilégio de acordarmos – dentro ou não de nosso invólucro material – ou de nos recolhermos para o repouso da matéria ao final de cada dia.

Mas, se não cremos em Deus, agradecer a quem? – perguntaríamos nós.

Na falta de “Alguém” a Quem nos dirigirmos – ainda que creiamos que Deus não exista – basta que sejamos gratos e esse sentimento de per se, pois a energia gerada pelo sentimento de gratidão irá nos confortar, irá nos fortalecer e continuamente abrirá novas portas para a seqüência natural de nosso aprendizado como seres especiais.

Todos somos especiais, afinal, nada existiria no Universo se não houvesse equilíbrio, se tudo e todos não fôssemos exatamente iguais em oportunidades.

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