Que pastel!

Eu explicava a minha companheira, nesta manhã em que recebo alerta da Anatel (sobre o telefone desligado indevidamente pela Nextel), mas acabei me enrolando com tanto “tel” e vai “tel” e vem “tel”, que ela acabou rindo; percebi o meu erro, a minha troca de uma “tel” pela outra, que perdi o ritmo e gritei, rindo: que pastel!

Mas, solução que é bom… Nada! Nem mesmo dos Correios.

A Nextel justifica o desligamento do telefone porque ele venceria no dia dez e eu deveria ter renovado no dia nove, para garantir a manutenção do mesmo número. Vá lá; aceito! Mas o meu telefone foi “cortado” na manhã do dia nove, véspera do vencimento e, na hora de renovar (no mesmo dia nove, véspera do vencimento) a funcionária disse que não havia garantia de manutenção do mesmo número, porque meu telefone fora desligado.

Indevidamente ou não.

Já pensou se a moda pega?

Você liga para sua mulher ou você para o seu marido (aí a coisa pega!), à véspera do vencimento do telefone Nextel dela ou do seu e quem atende é o vizinho. Já imaginou o “rolo” (?)? Você sai para comprar uma arma e aproveita, já compra aquele capacete com um par de chifres e os dois não sabem de nada, foi a Nextel ou qualquer outra tel, quem repassou o seu número, porque o seu contrato iria vencer no dia seguinte. Um acinte! Mas você só descobre isso no momento do seu julgamento por homicídio.

Que merda!

E neste ponto do enrosco o consumidor passa a usuário. Que droga!

Patina, patina e sem ter onde se segurar acaba escorregando num monte deles, terminado em posição vexatória. Aí, então, quem passa a usuários são eles, mais os sócios e mais os mensaleiros…Ministro, assim não há o que agüente!

Essa gente não tem vergonha e também não tem miolo, mas o que me preocupa é o meu e não as bandas, mas o país anda assim, de cabo a rabo.

Bem, por aqui acabo, mas volto na próxima semana… Se não for preso.

A razão não importa, porque quem cai na rede é pato… Esse povinho é peixe sem espinhas e para ele não tem “defeso”, não tem defesa.

Já está na mesa!

Comeram-no!

E vivas à Tarrafa… Literária, é claro.

Falaremos dela na próxima Croniqueta (que já está quase pronta).

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