Imoralidade na política

O título é pura redundância e a culpa é nossa.

No século XVII o padre António Vieira já insistia, alertando para os desmandos cometidos pelos governantes. Agora, no século XXI, o grude continua encaroçando e os eleitores não percebem que, para evitar desandar o mingau, é preciso mexer sempre, cozinhando em fogo baixo.

O grude político precisa de uma boa mexida para desencaroçar e esse trabalho só pode ser feito pelo voto.

Devemos ter em mente que todo político é carreirista e a única saída no atual estágio de imoralidade política, é não reeleger ninguém.

Não adianta espernear e depois se escusar da ação, com o velho chavão do “nada muda”.

Se fizermos uma limpeza geral, os novos não vão mais pisar fora da linha, porque terão a certeza de que não serão reeleitos, se não corresponderem às expectativas do eleitor.

O passo, agora, é expulsar todos através do voto consciente e, depois, mostrar como é que queremos que eles andem, só reelegendo quem tenha feito por merecer.

2 thoughts on “Imoralidade na política

  1. Dureza são os currais eleitorais. Esse Mansur fez tanto mal a Santos e ainda tem gente que vai votar nessa tragédia. O santista padece com a super-população, o número absurdo de carros e, como uma besta, sorri satisfeito.

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