Atestado de óbito diz que Michael Jackson foi assassinado
A investigação da morte de Michael Jackson acabou. Após quase sete meses de muita especulação na mídia, o atestado de óbito do Rei do Pop foi divulgado pelo tablóide britânico sensacionalista “News of the World”.
No documento, o médico legista Christopher Rogers concluiu que a causa da morte foi “intoxicação aguda de Propofol” devido injeção intravenosa feita por terceiros. Michael teria sido assassinado.
O médico Conrad Murray, acusado de ter receitado e administrado o anestésico, contratou um advogado especialista em casos como esse, mas o próprio promotor encarregado do processo já adiantou que dificilmente médicos são condenados por assassinato.
A hipótese de acusação de homicídio será aproveitada apenas se for comprovada uma forte evidência de negligência.