Ruas de Sangue

Lançado diretamente em home vídeo, filme traz Val Kilmer e Sharon Stone numa Nova Orleans tomada pelo crime após o furacão Katrina
Por André Azenha, editor (17/07/2009) // 1 comentário

Por: André Azenha

ruasdesangueRuas de Sangue (Streets of Blood, EUA, 2009). Direção: Charles Winkler. Roteiro: Eugene Hess (argumento e roteiro), Dennis Fanning (argumento). Elenco: Val Kilmer, 50 Cent, Sharon Stone. Crime / Policial / Ação. 95 min. (Cor).

7,5

“Ruas de Sangue” parte da quase destruição completa de Nova Orleans, após o furacão Katrina, para mostrar como quadrilhas ganharam território beneficiadas com a tragédia. É o típico filme que passaria despercebido nos cinemas, mas que encontra seu público no mercado de home vídeo – por isso foi lançado direto em DVD.

Quem dirige é Charles Winkler, profissional experiente, também produtor e diretor-assistente de seriados e filmes , entre eles, “Rocky Balboa” (2006). Ele trabalhou com atores que já tiveram seus dias de estrelato, mas atualmente não têm participado de grandes projetos, como Val Kilmer e Sharon Stone = se atualmente os dois não levariam multidões às salas de projeção, encontram sua platéia nas residências de pessoas que presenciaram o auge de ambos.

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O longa mostra quatro policiais (entre eles Kilmer e seu atual parceiro, interpretado pelo rapper 50 Cent) que passam a investigar a morte de um colega e se deparam com bandidos fortemente armados que podem estar recebendo ajuda de alguém da polícia. Enquanto investigam o crime, eles passam por consultas com uma psicóloga (Stone).

Apesar de partir dos horrores causados pelo furacão, a trama não procura dar maior profundidade aos traumas causados por ele, e poderia andar sozinha muito bem sem ter recorrido aos fatos reais – é uma estória direta e reta de investigação, com muitos tiroteios, ação e roteiro que levanta a velha questão: é válido a polícia recorrer a métodos agressivos e ilegais para “limpar” as ruas?

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Val Kilmer surge em cena obeso e visceral como um tira que praticamente atira primeiro para perguntar depois. O rapper 50 Cent se sai bem ao viver o novo parceiro do protagonista e Sharon Stone serve mais como peça de decoração, já que não tem muito a fazer na pele da psicóloga, a não ser algumas perguntas e uma breve suposição de interesse romântico com o personagem de Kilmer.

A obra não vai mudar a vida de ninguém (a sua, do diretor ou dos atores), mas para quem gosta de filmes policiais, trata-se de bom passatempo.

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André Azenha é jornalista, editor dos sites CineZen e CulturalMente Santista, autor do livro Poesia a Quatro Mãos, feito em parceria com sua mãe, a poetisa Regina Azenha. Trabalhou com o crítico de cinema Rubens Ewald Filho, escreveu para a revista Época São Paulo e colabora com veículos de imprensa de vários estados. Em 2011, mediou o ciclo Documentários Comentados, no SESC Santos. É assessor de imprensa e realiza encontros culturais, a maior parte de caráter beneficente.


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1 Comentário
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  1. esse filme tenho sertesa qe vai ser muito bom por que esse filme eu
    axiti o trile deli e massa de maz fifiti cent suseso pra vc mano fcd e nois
    ate o fim

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