Resident Evil: Degeneração

Animação que dá sequencia à franquia inspirada no famoso game não empolga.
Por André Azenha, editor (19/01/2009) // Comente

Resident Evil: Degeneração (Resident Evil: Degeneration, EUA, 2008). Diretor: Makoto Kamiya. Elenco: Alyson Court, Paul Mercier, Laura Bailey, Roger Crai Smith, Crispin Freeman, Michelle Ruff, Michael Sorich, Salli Saffioti (apenas vozes). Animação / Terror / Ficção científica. 96 min. (Cor).

Longa de animação produzido em computação gráfica pela Sony e pela Capcom, ambientado no universo do famoso videogame que deu origem à trilogia do cinema. A trama se passa sete anos após a erradicação do vírus que transformava pessoas em zumbis. Com a empresa Umbrella praticamente fechada, um zumbi é solto num aeroporto americano e a catástrofe pode voltar a acontecer.

Fãs da série podem gostar, pois o clima de tensão é mantido, mas a animação, dirigida por  Makoto Kamiya, que tem na vagagem os efeitos especiais de “Godzilla, Mothra and King Ghidorah: Giant Monsters All Out Attack”, possui o mesmo problema de outros filmes feitos em CGI, como “O Expresso Polar” e “A Lenda de Beowulf”. Os olhos dos personagens não possuem vida.

Os extras trazem o documentário “A Geração de Degeneração”, perfis dos personagens, erros das gravações das vozes, entrevista com Falso Leon, seleção de cenas e trailers sem legendas.

Lançamento direto em home vídeo.

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André Azenha é jornalista, editor dos sites CineZen e CulturalMente Santista, autor do livro Poesia a Quatro Mãos, feito em parceria com sua mãe, a poetisa Regina Azenha. Trabalhou com o crítico de cinema Rubens Ewald Filho, escreveu para a revista Época São Paulo e colabora com veículos de imprensa de vários estados. Em 2011, mediou o ciclo Documentários Comentados, no SESC Santos. É assessor de imprensa e realiza encontros culturais, a maior parte de caráter beneficente.


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